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quarta-feira,15 julho,2026
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Morte cardíaca antes dos 40: o que está por trás e como evitar

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A morte cardiovascular em pessoas com menos de 40 anos, embora menos frequente do que em idosos, vem chamando atenção pelo impacto devastador e muitas vezes inesperado. Diferente do que se imagina, nem sempre está associada apenas a hábitos ruins ao longo da vida. Em jovens, as causas costumam envolver uma combinação de fatores genéticos, comportamentais e, em alguns casos, doenças silenciosas.

Entre as principais causas estão as arritmias malignas, cardiomiopatias (como a hipertrófica), anomalias congênitas das coronárias e a miocardite, frequentemente associada a infecções virais. Além disso, cresce a preocupação com o uso de anabolizantes, estimulantes e drogas recreativas, que podem desencadear eventos fatais mesmo em indivíduos aparentemente saudáveis.

A aterosclerose precoce também é uma realidade, impulsionada por fatores como obesidade, sedentarismo, tabagismo, diabetes e dislipidemia. O estilo de vida moderno, marcado por estresse crônico, privação de sono e alimentação ultraprocessada, acelera esse processo de forma silenciosa.

Muitos desses jovens nunca realizaram uma avaliação cardiovascular adequada. Sintomas como palpitações, desmaios, dor no peito ou falta de ar durante esforço físico são frequentemente negligenciados. Em alguns casos, o primeiro evento é fatal.
A boa notícia é que grande parte dessas mortes pode ser evitada. Avaliações periódicas, especialmente para quem pratica atividade física intensa ou tem histórico familiar, são fundamentais. Exames simples, como eletrocardiograma e ecocardiograma, podem identificar alterações precocemente.

Prevenção não é exclusividade de quem já envelheceu. Cuidar do coração deve começar cedo. Alimentação equilibrada, prática regular de exercícios, controle do estresse e acompanhamento médico são atitudes que salvam vidas.

Ignorar sinais e adiar cuidados pode custar caro. Seu coração não espera.

Desatenção ou hiperatividade? Entenda o que é TDAH

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O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade é uma condição do neurodesenvolvimento cada vez mais conhecida, mas ainda cercada por dúvidas, especialmente quando se fala no antigo termo “TDA”. Hoje, a nomenclatura correta adotada internacionalmente reúne atenção e hiperatividade em um único diagnóstico, pois se entende que essas características fazem parte de um mesmo funcionamento cerebral, ainda que se manifestem de formas diferentes em cada pessoa.
De acordo com o DSM-5, o TDAH pode se apresentar de três maneiras com predominância de desatenção, quando há dificuldades de foco, organização e esquecimentos; com predominância de hiperatividade e impulsividade, marcada por agitação e ações sem pensar; ou de forma combinada, quando os dois conjuntos de sintomas estão presentes. Essas apresentações não são fixas e podem mudar ao longo da vida, o que reforça a importância de uma avaliação cuidadosa.
O termo “TDA” deixou de ser utilizado por não refletir essa compreensão mais ampla. Mesmo pessoas consideradas apenas “desatentas” podem apresentar inquietação interna e impulsividade menos visível. Além disso, a padronização do termo TDAH facilita o diagnóstico e o tratamento em todo o mundo.
Mais do que um rótulo, o TDAH envolve dificuldades reais em áreas como planejamento, organização e controle emocional, podendo impactar a vida escolar, profissional e os relacionamentos. Por outro lado, com acompanhamento adequado, como intervenções psicológicas e orientação familiar, é possível desenvolver estratégias e melhorar significativamente a qualidade de vida. A informação correta é um passo essencial para reduzir preconceitos e promover um olhar mais compreensivo e humano sobre o tema.
Ficou com dúvidas? Entre em contato agora mesmo e agende sua avaliação.

Alessandra Procópio Moreira
Neuropsicóloga CRP 08/41553
Especialista em Avaliação psicológica/neuropsicológica e transtornos do Neurodesenvolvimento

Por que você sente tanta fome à noite?

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Você passa o dia tentando “se controlar”.

Come pouco, pula refeições ou escolhe alimentos mais leves.
Mas quando a noite chega, a fome aparece — e muitas vezes vem acompanhada de vontade por doces, carboidratos e alimentos mais calóricos.

Se isso acontece com frequência, saiba: não é falta de disciplina.

É o seu corpo respondendo ao que aconteceu ao longo do dia.

Quando a ingestão alimentar é insuficiente, principalmente em proteínas e calorias, o organismo ativa mecanismos de compensação. A fome aumenta, o apetite por alimentos mais energéticos se intensifica e o controle alimentar se torna mais difícil.

Além disso, o período noturno é naturalmente mais sensível do ponto de vista hormonal.

Ao final do dia, o corpo está mais cansado, o nível de estresse acumulado pode estar elevado e a busca por conforto — inclusive através da comida — se torna mais comum.

Fatores como noites mal dormidas, rotina desorganizada e níveis elevados de cortisol também contribuem para esse aumento da fome à noite.

Em mulheres, esse cenário pode ser ainda mais intenso em fases como a TPM e a perimenopausa, quando há maior oscilação hormonal e alteração de neurotransmissores ligados ao apetite.

O problema é que muitas pessoas interpretam esse comportamento como falta de força de vontade — e tentam compensar no dia seguinte com ainda mais restrição.

E assim o ciclo se repete.

Por isso, controlar a fome noturna não é sobre “ter mais disciplina”.

É sobre estruturar melhor o dia.

Uma alimentação equilibrada, com ingestão adequada de proteínas, fibras e calorias ao longo do dia, ajuda a estabilizar o apetite e reduzir a necessidade de compensação à noite.
No acompanhamento nutricional focado na saúde da mulher, trabalhamos respeitando o ritmo do corpo e as fases hormonais, organizando a alimentação de forma estratégica para reduzir episódios de compulsão e melhorar a relação com a comida.

Quando o corpo recebe o que precisa, ele para de cobrar depois.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line e presencial na Femiclin em Palmas/PR

EKO BAR NOTÍCIAS

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Marini Meu Lugar – Histórias que Constroem

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Valmir Roth é o convidado da vez na série “Marini Meu Lugar”

O gerente de Tecnologia da Informação da Marini Compensados, Valmir Roth, é o destaque da vez na série de entrevistas Marini Meu Lugar, que apresenta histórias e trajetórias de colaboradores da empresa.

Há aproximadamente cinco anos na organização, Valmir atua no desenvolvimento de sistemas e acompanha de perto a evolução tecnológica da empresa. Natural de Curitiba, ele relembra com carinho seu início na Marini. “Meu primeiro dia foi muito acolhedor e prazeroso. A receptividade foi excelente, e até hoje percebo o quanto as pessoas aqui são acolhedoras”, afirma.

Ao longo de sua trajetória, Valmir destaca o crescimento da área de tecnologia e dados dentro da empresa, que, segundo ele, passou a ganhar mais relevância com o tempo. “Isso nos motiva a apresentar resultados e propor melhorias constantes para a organização”, explica.

Entre os momentos que mais lhe trazem satisfação está a possibilidade de transformar ideias em soluções práticas. “Muitas vezes, em conversas simples com colegas, surgem ideias que conseguimos colocar em prática. Processos que levariam dias podem ser automatizados, tornando a rotina mais eficiente e produtiva”, ressalta.

Para o gerente, um dos principais papéis da tecnologia é compreender as necessidades das pessoas e traduzi-las em soluções que facilitem o dia a dia. “É fundamental ouvir, entender os processos e transformá-los em melhorias reais para o trabalho”, destaca.

Valmir também enfatiza as oportunidades de crescimento dentro da Marini, reforçando que o desenvolvimento profissional depende da iniciativa de cada colaborador. “Há espaço para todos que buscam conhecimento. Desde que entrei, já concluí mais de três pós-graduações e sigo em constante evolução”, conta.

Ao final, ele deixa uma mensagem aos colegas: “Aproveitem as oportunidades, pois elas estão disponíveis para todos.”

Fonte: Jocemar Ferreira da Silva e Taís Reis
para o Jornal Destaque Regional
Foto: Taís Reis

A natação de Palmas, no sul do Paraná, vive um momento de crescimento e reconhecimento

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A natação de Palmas, no sul do Paraná, vive um momento de crescimento e reconhecimento. O trabalho da treinadora Elisabete Dias já começa a ultrapassar os limites do município, atraindo atletas de outras cidades interessados em integrar a equipe que representa o Clube União Recreativo Palmense, onde a professora também ministra suas aulas.

No último fim de semana, durante o Campeonato Paranaense realizado no Clube Santa Mônica, em Curitiba, na categoria Mirim/Petiz 2, um novo talento chamou atenção: Lara Ballmann Stang, de 11 anos, natural de Francisco Beltrão.

Mesmo sendo sua estreia, Lara já mostrou evolução importante, melhorando seus tempos e se aproximando das atletas mais experientes. Segundo a treinadora, a diferença entre treinar em piscina curta e competir em piscina longa impacta no desempenho, mas o potencial é evidente.

Com 1,65m de altura e grande projeção, Lara é considerada uma atleta de futuro e já está nos planos de desenvolvimento da equipe.

O caso reforça o momento positivo da natação palmense. Segundo Elisabete Dias, o município começa a se tornar referência, despertando o interesse de atletas de outras cidades. O destaque local segue sendo Luiza Langaro Spaniol, que já projeta o nome de Palmas no cenário esportivo e pode ir ainda mais longe.

Com novos talentos surgindo e o fortalecimento do trabalho técnico, Palmas se consolida como um polo esportivo em ascensão no sudoeste do Paraná.

Fonte: Facebook Rádio Horizonte FM

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