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segunda-feira,31 agosto,2026
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Posso receber dois benefícios do INSS ao mesmo tempo?

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Uma dúvida muito comum entre segurados é se uma mesma pessoa pode receber mais de um benefício do INSS ao mesmo tempo. A resposta é: em algumas situações, sim.

Um exemplo bastante conhecido ocorre quando uma pessoa já é aposentada e perde o marido, a esposa ou o companheiro que também era segurado da Previdência. Nesse caso, ela pode ter direito à aposentadoria e à pensão por morte simultaneamente.

Isso não significa, porém, que os dois benefícios serão necessariamente pagos de forma integral.

Após a Reforma da Previdência, foram estabelecidas regras específicas para a acumulação. Em determinadas situações, o segurado recebe integralmente o benefício de maior valor e apenas uma porcentagem do segundo, calculada de acordo com faixas previstas na legislação.

Também existem combinações que não são permitidas. Não é possível, por exemplo, receber simultaneamente dois benefícios por incapacidade temporária ou acumular aposentadoria com benefício por incapacidade referente ao mesmo segurado.

Outro caso que gera dúvidas é o auxílio-acidente. Como possui natureza indenizatória, ele pode ser recebido juntamente com o salário enquanto a pessoa continua trabalhando. Entretanto, quando ocorre a aposentadoria, o auxílio-acidente deixa de ser pago.

Por isso, quando uma pessoa já recebe um benefício e passa a ter direito a outro, é importante analisar a situação antes de fazer qualquer escolha ou requerimento. Dependendo do caso, a forma como os benefícios são acumulados pode produzir uma diferença considerável na renda mensal.

Também é preciso ter atenção às regras aplicáveis à época em que o direito foi adquirido, pois alterações na legislação previdenciária podem influenciar o cálculo.

A Previdência Social possui inúmeras regras de acumulação, e nem sempre a resposta será simplesmente “pode” ou “não pode”.

Conhecer essas possibilidades é fundamental para evitar que alguém deixe de solicitar um benefício ao qual possui direito apenas por acreditar, equivocadamente, que já recebe outro.

Procure sempre um profissional de sua confiança.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

Depois dos 40, proteína deixa de ser opção e vira prioridade

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Quando se fala em proteína, muita gente ainda pensa em academia, suplementos e ganho de músculos.

Mas, depois dos 40 anos, consumir proteína adequadamente vai muito além da estética.

Com o avanço da idade, começamos a perder massa muscular de forma progressiva. Nas mulheres, essa preocupação se torna ainda mais importante durante a perimenopausa e a menopausa, quando as alterações hormonais podem favorecer mudanças na composição corporal e tornar mais difícil preservar músculos.

E perder músculo não significa apenas perder definição.

A massa muscular participa ativamente da saúde metabólica. Ela ajuda no controle da glicose, contribui para o gasto energético, sustenta ossos e articulações e está diretamente relacionada à força, autonomia e qualidade de vida ao longo dos anos.

A proteína também exerce papel importante na saciedade. Uma alimentação com quantidade adequada desse nutriente tende a controlar melhor a fome e pode facilitar o processo de emagrecimento.

O problema é que muitas mulheres consomem muito menos proteína do que imaginam.

Café com pão pela manhã, uma pequena quantidade de carne no almoço, lanche à base de café e biscoitos e um jantar improvisado podem até parecer uma alimentação normal, mas frequentemente deixam a proteína concentrada em apenas uma refeição do dia.

E não basta simplesmente “comer um pouco de proteína”.

A quantidade necessária deve ser individualizada de acordo com peso, idade, nível de atividade física, objetivo e condição de saúde. Além disso, distribuir boas fontes proteicas ao longo das refeições costuma ser uma estratégia interessante.

Quando o objetivo é emagrecer, esse cuidado se torna ainda mais importante. Uma dieta excessivamente restritiva e pobre em proteínas pode fazer a balança diminuir às custas não apenas de gordura, mas também de massa muscular.

Por isso, alimentação adequada e musculação formam uma dupla tão importante para quem deseja envelhecer bem.

Depois dos 40, comer proteína não é coisa de quem quer virar fisiculturista.

É uma estratégia para continuar forte, metabolicamente saudável e independente nas próximas décadas.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line

O coração também sente: a relação entre emoções e saúde cardiovascular

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Você já parou para pensar por que usamos tantas expressões como “coração gelado”, “coração apertado” ou “coração partido”? Dentro da psicossomática, existe uma explicação interessante para essa relação entre o que sentimos e a forma como o corpo responde.

A ideia não é dizer que uma emoção, sozinha, causa uma doença, mas compreender que corpo e mente não funcionam de maneira separada. E o coração é um exemplo muito claro dessa conexão.

Na linguagem psicossomática, uma pessoa “endurecida”, “fechada”, que tem dificuldade de se permitir sentir, se entregar ou flexibilizar pode ser associada, simbolicamente, ao endurecimento das artérias que ocorre na aterosclerose. É uma associação simbólica, e não uma explicação médica para a doença. A aterosclerose é multifatorial e envolve fatores genéticos, metabólicos, hábitos de vida e outros elementos.

Mas existe, sim, uma relação importante entre o estado emocional e a saúde cardiovascular. Estresse crônico, ansiedade, raiva, dificuldade de lidar com emoções e sono inadequado podem influenciar a pressão arterial, a frequência cardíaca, o comportamento, a alimentação e até a adesão aos tratamentos.

Pense, por exemplo, na hipertensão. A pressão arterial pode aumentar diante de situações de estresse, medo, ansiedade ou raiva. Quando esse estado de alerta se torna frequente, pode fazer parte de um contexto que favorece o desenvolvimento e dificulta o controle da hipertensão.

Por isso, quando atendo uma pessoa com pressão alta, não quero olhar apenas para o número registrado no aparelho. Também quero saber: como ela está vivendo? Como está dormindo? Como lida com o estresse? Consegue descansar? Consegue falar sobre o que sente?

Essa talvez seja uma das grandes contribuições da psicossomática: não dizer que “a doença está na cabeça”, mas lembrar que corpo e mente estão profundamente conectados.

Cuidar do coração não é apenas controlar números. É também olhar para a pessoa que existe por trás deles.

E você: tem prestado atenção às suas emoções e à forma como elas são expressas pelo seu corpo?

Sinais na escola que merecem atenção

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A escola é um dos principais espaços de desenvolvimento de crianças e adolescentes e, muitas vezes, é onde mudanças emocionais e comportamentais são percebidas primeiro. Professores e profissionais da educação podem observar sinais que indicam que algo não está bem e que merece atenção da família.
Entre os principais sinais estão: queda repentina no rendimento escolar, dificuldade de concentração, isolamento, perda de interesse pelas atividades, tristeza frequente, choro, irritabilidade, agressividade, ansiedade, medos excessivos, recusa em ir à escola, aumento das faltas, conflitos constantes e mudanças significativas na forma de se relacionar com colegas e professores.

Também é importante observar alterações no sono e na alimentação, baixa autoestima, falas de desvalorização ou comportamentos muito diferentes daqueles apresentados anteriormente.

Isso não significa que todo comportamento diferente seja indicativo de um transtorno psicológico. Crianças e adolescentes passam por diferentes fases e podem reagir a mudanças familiares, conflitos, bullying, dificuldades escolares ou outras situações de vida.

O principal sinal de alerta é a mudança persistente e significativa em relação ao comportamento habitual, especialmente quando começa a interferir na aprendizagem, nos relacionamentos, na rotina ou no bem-estar.

Nesses casos, conversar com a família e buscar orientação de um psicólogo pode ajudar a compreender o que está acontecendo e definir os cuidados necessários. Em algumas situações, também pode haver indicação de avaliação neuropsicológica ou de outros profissionais.

Mais do que rotular uma criança como “desatenta”, “agressiva” ou “desinteressada”, é fundamental perguntar: “O que esse comportamento está tentando comunicar?”

Escutar, acolher e buscar ajuda no momento certo pode fazer toda a diferença no desenvolvimento emocional e escolar de crianças e adolescentes.

Alessandra Procópio Moreira Psicóloga e Neuropsicológa CRP 08/41553

Nilo Deitos recebe Título de Cidadão Honorário de Palmas

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Homenagem reconhece trajetória de cerca de 30 anos na comunicação,
atuação como vereador e dedicação às causas sociais do município

PALMAS – PR — O comunicador e ex-vereador Nilo Umberto Deitos Junior recebeu, na noite desta segunda-feira (10), o Título de Cidadão Honorário de Palmas, em reconhecimento à sua trajetória pessoal, profissional e comunitária construída ao longo de décadas no município.

A homenagem foi concedida por meio de Projeto de Lei de autoria da vereadora Daniela Verona Bahls, que destacou, na justificativa da proposta, a contribuição de Nilo para a comunicação, a vida pública e as ações sociais de Palmas.

Natural de Céu Azul (PR), Nilo Umberto Deitos Junior é filho de Nilo Umberto Deitos e Zulma Deitos. Ainda jovem, escolheu Palmas para construir sua vida, cidade onde estabeleceu suas raízes, constituiu família e desenvolveu uma trajetória marcada pela participação na comunidade.

Ao lado da esposa, Cristiane Coelho Lago, formou sua família e é pai de Yann Coelho Deitos. Também acolheu e criou João Vitor Coelho Lago como filho, mantendo com ele uma relação de dedicação, carinho e afeto.

Uma voz conhecida pelos palmenses

Na comunicação, Nilo construiu uma história de aproximadamente 30 anos como radialista, período em que se tornou uma das vozes mais conhecidas e queridas pelos moradores de Palmas.

Durante anos, suas manhãs no rádio fizeram parte da rotina de milhares de ouvintes. Com um estilo simples, próximo e humano, Nilo levou informação, companhia e mensagens de motivação para os palmenses que iniciavam o dia.

As mensagens positivas, muitas vezes compartilhadas enquanto os ouvintes tomavam seu chimarrão, ajudaram a construir uma relação de proximidade que permanece na memória de quem acompanhou sua trajetória no rádio.

Participação na vida pública

Além da comunicação, Nilo também teve uma atuação de destaque na vida política de Palmas. Foi vereador por três mandatos e chegou a ocupar a presidência da Câmara Municipal em 2009.

Segundo a justificativa do projeto, sua atuação parlamentar foi marcada pela seriedade, pelo compromisso com a população e pela sensibilidade diante das necessidades da comunidade.

A experiência na vida pública ampliou ainda mais sua participação nas discussões e ações voltadas ao desenvolvimento do município, consolidando uma trajetória de envolvimento com a cidade que escolheu para viver.

Solidariedade como marca

A atuação comunitária também ocupa espaço importante na história de Nilo. Ao longo dos anos, participou e organizou campanhas de arrecadação de agasalhos e alimentos, além de prestar apoio a famílias em situação de vulnerabilidade.

A disposição para ajudar o próximo e o envolvimento em ações sociais foram destacados pela vereadora Daniela Verona Bahls como parte dos motivos que fundamentaram a concessão da honraria.

O projeto ressalta que sua contribuição ultrapassou os campos profissional e político, alcançando também a dimensão social, com iniciativas voltadas ao auxílio de pessoas e famílias que necessitavam de apoio.

Reconhecimento à trajetória

A concessão do Título de Cidadão Honorário representa, segundo a justificativa apresentada no projeto, um reconhecimento público à dedicação de Nilo ao município e aos relevantes serviços prestados à população palmense.

Embora tenha nascido em Céu Azul, foi em Palmas que Nilo construiu grande parte de sua história. Foi na cidade que desenvolveu sua carreira no rádio, exerceu mandatos eletivos, formou sua família e participou de diferentes iniciativas em benefício da comunidade.

A homenagem desta segunda-feira simboliza, assim, o reconhecimento a uma trajetória construída ao longo de décadas e marcada pela comunicação, participação política, solidariedade e compromisso com Palmas.

Com o Título de Cidadão Honorário, o município reconhece oficialmente como parte de sua história um homem que, ao longo dos anos, fez de Palmas não apenas o lugar onde viveu, mas a cidade que escolheu como seu lar e à qual dedicou parte significativa de sua vida.

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