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sexta-feira,28 agosto,2026
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MEU NEGÓCIO IMOBILIÁRIO

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Financiamento aprovado, mas o vendedor ainda não recebeu? Entenda por que isso acontece

Quando um cliente recebe a notícia de que o financiamento imobiliário foi aprovado costuma ser um momento de comemoração. Essa é uma das etapas mais importantes da compra de um imóvel.

Muitas pessoas acreditam que, após a aprovação, o dinheiro será depositado imediatamente na conta do vendedor. Mas na prática isso não existe. O que existe é uma jornada até isso realmente acontecer. 

Existem etapas obrigatórias para  comprador, vendedor e imóvel que precisam ser concluídas antes da liberação dos recursos, e conhecer esse processo ajuda compradores e vendedores a evitarem ansiedade e expectativas equivocadas.

Um financiamento imobiliário é feito de várias etapas e a aprovação é apenas uma delas.

Quando a instituição financeira aprova o crédito do comprador, significa que a análise financeira foi concluída com sucesso. Porém, isso é o primeiro passo de uma jornada de análises documentais e enquadramento nas normas do Banco Credor. Mas não confundam etapas com burocracia. 

Nestas etapas que eu carinhosamente chamo de Jornada, existem procedimentos que envolvem o imóvel, a documentação, o cartório e, em algumas modalidades de crédito, a disponibilidade de recursos da própria linha de financiamento. Inclusive atualmente a linha de crédito faixa 2 do Minha Casa Minha Vida para imóveis usados está com recursos limitados e isso está atrasando a finalização dos processos causando grande estresse aos vendedores que contavam com este recurso. Esta falta de recursos mantém a proposta de financiamento travada e somente após a conclusão de todas as  etapas é que o valor poderá ser liberado ao vendedor.

Um dos motivos mais comuns para atrasos é a necessidade de regularização da documentação do imóvel.

Entre as situações mais frequentes estão:

  • ampliações que ainda não foram averbadas e a engenharia da caixa entende que pode estar irregular;
  • divergências entre a matrícula e as certidões da prefeitura;
  • necessidade de atualização de documentos dos proprietários na matrícula; 
  • pendências cadastrais ou registrais.

Enquanto essas situações forem resolvidas, o imóvel pode não estar apto para servir como garantia do financiamento.

Após a assinatura do contrato na Caixa, ainda existe uma etapa extremamente importante: o registro do contrato no Cartório de Registro de Imóveis. É esse registro que efetivamente transfere a garantia do financiamento para a instituição financeira.

Dependendo da demanda do cartório isso pode levar até 30 dias e a Caixa somente irá pagar o vendedor quando a minuta de financiamento for entregue juntamente com a matrícula atualizada já em nome do comprador. 

Outro fator que pode influenciar o prazo é a disponibilidade de recursos da modalidade de financiamento contratada. Sem recursos disponíveis o processo não anda, em alguns casos já tive propostas que ultrapassaram seis meses. Isso ocorre na linha de crédito faixa 2 e o motivo da demora da liberação do recurso está diretamente ligada aos subsídios do governo. Sempre que há subsídios a reserva não fica disponível a todo momento, e se o subsídios for valor alto a demora é maior ainda.  Nessas situações,mesmo com toda a documentação aprovada e o imóvel já considerado apto para o financiamento, o processo fica parado. Na prática significa que os subsídios estão limitados e a fila é grande. 

Isso não significa que o financiamento foi negado ou cancelado. Trata-se de uma etapa administrativa que pode ocorrer em determinadas modalidades de crédito.

Embora alguns fatores não estejam sob o controle do comprador, do vendedor ou da imobiliária, algumas atitudes ajudam a tornar o processo mais tranquilo:

  • manter a documentação do imóvel sempre regularizada;
  • providenciar rapidamente os documentos solicitados;
  • acompanhar cada etapa do financiamento;
  • contar com profissionais especializados para orientar todo o processo;
  • compreender que alguns prazos dependem de procedimentos legais e administrativos;
  • o vendedor não comprometer o recurso da venda antes do mesmo estar na conta.

Comprar ou vender um imóvel é uma das decisões financeiras mais importantes da vida, por isso conhecer todas as etapas do financiamento permite que compradores e vendedores entendam melhor o processo, reduzam a ansiedade e tomem decisões com mais segurança.

Se você pretende comprar ou vender um imóvel financiado e deseja entender como funciona cada etapa, conte com uma equipe especializada para acompanhar o processo do início ao fim.

Na Camine Imóveis, acreditamos que informação também faz parte de um bom atendimento. Nosso compromisso é orientar nossos clientes com transparência, explicando cada fase da negociação para que todo o processo aconteça com segurança e tranquilidade.

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Podemos confirma Rodrigo João Pimenta como candidato a deputado federal

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Para a Câmara Federal, Pimenta é o único candidato de Palmas e também o único do partido no Sudoeste.

O Podemos oficializou, durante convenção realizada na quarta-feira (29), em Curitiba, a candidatura de Rodrigo João Pimenta a deputado federal. Pimenta é o único candidato de Palmas à Câmara Federal e também o único do partido no Sudoeste. A homologação marca o início de uma caminhada cuja principal bandeira é fortalecer a saúde pública por meio da destinação de emendas parlamentares aos municípios, priorizando a ampliação da rede de médicos especialistas, a prevenção e o atendimento à população.
A candidatura tem o apoio do deputado federal Felipe Francischini, de quem Pimenta foi secretário parlamentar em 2026, e da presidente estadual do Podemos, Lu Bonatto, candidata a deputada estadual, com quem soma forças na defesa das demandas da região – em especial a proteção das mulheres e das crianças, bandeiras lideradas por Lu no Paraná.
Pedagogo, jornalista, diretor de teatro e ex-diretor municipal de Cultura, pai de três filhos, Rodrigo construiu sua trajetória ouvindo as comunidades, dando visibilidade às demandas dos municípios e cobrando soluções do poder público. Foi o candidato a vereador mais votado de Palmas em 2024 – a segunda maior votação da história eleitoral do município – e há mais de dez anos usa o jornalismo para dar voz às pessoas do Sudoeste do Paraná. “Agora quero ser essa voz em Brasília e lutar pelas soluções que nossa região necessita”, afirmou.
Segundo Pimenta, sua atuação será municipalista, buscando recursos para saúde, infraestrutura, educação, cultura e desenvolvimento regional. “Eu fiz minhas cirurgias do coração pelo SUS. Sei o que é esperar por consultas, exames e cirurgias – e sei o que é ser salvo pelo sistema público. Quero garantir que os recursos cheguem onde a população mais precisa, reduzindo filas, aproximando especialistas e fortalecendo o SUS”, destacou.
Com Pimenta e Lu Bonatto confirmados, o Podemos aposta no fortalecimento da representatividade do Sudoeste no Congresso Nacional e na Alep.

Atenção: esta coluna é escrita e editada pelo jornalista Rodrigo Kohl Ribeiro MTB: 18.933, de sua inteira e irrestrita responsabilidade. Qualquer sugestão ou crítica, pode ser enviada para o e-mail joaopimentadepalmas@gmail.com ou pelo WhatsApp 46 98820-4604.

Marini Meu Lugar

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Nesta edição, conversamos com o colaborador Jhionatan Dare, Supervisor Fiscal,
que compartilha um pouco da sua trajetória na empresa.

“Faço parte da Marini Compensados há um ano e dez meses como Supervisor Fiscal. Sou responsável por coordenar a área fiscal, garantindo que os processos sejam realizados com segurança e oferecendo suporte aos diversos setores que dependem do nosso trabalho.
Meu primeiro dia na empresa foi marcado por muita expectativa e por uma recepção muito acolhedora. Fui muito bem recebido por toda a equipe, e hoje sou grato não apenas por aquele momento, mas também por tudo o que vivencio diariamente na Marini.
Aqui, temos a oportunidade de crescer profissional e pessoalmente. A empresa valoriza a liderança, a comunicação e o trabalho em equipe, princípios que fazem parte da nossa rotina.
Na área fiscal, trabalhamos de forma integrada com muitos setores da empresa. Essa interação torna o dia a dia dinâmico, repleto de desafios e, ao mesmo tempo, de oportunidades constantes de aprendizado.
Muitas pessoas acreditam que a Supervisão Fiscal se resume à emissão e ao recebimento de notas fiscais, mas nosso trabalho vai muito além disso. Atuamos com análises, planejamento, acompanhamento da legislação e orientação às demais áreas, contribuindo diretamente para a tomada de decisões e para o bom funcionamento da empresa.
Dizer que a Marini é o meu lugar significa fazer parte de uma empresa onde continuo aprendendo, crescendo e evoluindo ao lado da minha equipe. Poder contribuir para o desenvolvimento da empresa e caminhar junto com meus colegas é motivo de muito orgulho e gratidão.”

Fonte: Jocemar Ferreira da Silva e Taís Reis
para o Jornal Destaque Regional

Lagoão recebe operação tapa-buracos; Prefeitura inicia recuperação da malha asfáltica após período de chuvas intensas

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A Secretaria Municipal de Infraestrutura, Trânsito e Urbanismo iniciou nesta semana uma força-tarefa para recuperar a pavimentação em diversos pontos de Palmas no sul do Paraná. A ação começou pela Avenida Getúlio Vargas, no bairro Lagoão, uma das vias com maior fluxo de veículos pesados da cidade.

Os serviços de tapa-buracos foram intensificados em razão do elevado volume de chuvas registrado nos últimos dias. A infiltração de água, somada ao intenso tráfego de caminhões e veículos pesados, acelerou o desgaste do pavimento, ocasionando erosões e o surgimento de buracos em diversos trechos da malha asfáltica.

De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura, Izaias Mikilita, as equipes estão priorizando os pontos considerados mais críticos para garantir melhores condições de segurança aos motoristas e pedestres.

“As chuvas dos últimos dias causaram danos significativos em algumas vias, principalmente naquelas que recebem grande circulação de caminhões. Iniciamos os trabalhos pela Avenida Getúlio Vargas, no Lagoão, mas a operação seguirá por outros bairros conforme o cronograma da Secretaria. Nosso objetivo é recuperar a trafegabilidade e oferecer mais segurança para quem utiliza as ruas diariamente”, destacou o secretário Izaias Mikilita.

A Prefeitura informa que a operação continuará nos próximos dias, conforme as condições climáticas permitirem, atendendo gradativamente outras ruas e avenidas que também apresentaram danos provocados pelo excesso de chuvas.

Durante a execução dos serviços, a Administração Municipal orienta os motoristas a redobrarem a atenção ao trafegar pelos locais sinalizados, já que em alguns pontos poderá haver estreitamento de pista ou trânsito em meia pista para garantir a segurança das equipes de trabalho e dos usuários da via.

Fonte: https://pmp.pr.gov.br/

No Dia do Agricultor, Presidente da OAB Palmas recebe o deputado federal Pedro Lupion

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Em uma data dedicada a homenagear quem impulsiona o agronegócio brasileiro, o presidente da OAB Subseção de Palmas, Eduardo Tobera, recebeu nesta segunda-feira (28) o deputado federal Pedro Lupion, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), para uma reunião institucional em seu escritório.

Durante o encontro, foram debatidos os principais desafios enfrentados pelo setor agropecuário, com destaque para as medidas voltadas à renegociação e prorrogação das dívidas rurais, pauta que tem mobilizado produtores de todo o país. Pedro Lupion tem sido um dos principais articuladores das iniciativas em defesa do agronegócio no Congresso Nacional.

A reunião reforçou o compromisso com o diálogo e a busca por soluções que fortaleçam o setor produtivo, reconhecendo a importância dos agricultores para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

Nos próximos dias, será divulgado um vídeo com trechos da conversa, trazendo mais detalhes sobre os temas discutidos e as perspectivas para o agronegócio brasileiro.

Fonte: Assessoria

AJUDE O PIRATA!

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MEU NEGÓCIO IMOBILIÁRIO

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5 cuidados antes de assinar um contrato de compra e venda de imóvel
Comprar ou vender um imóvel é uma daquelas decisões que a gente não toma todo dia. É um momento grande, de virada, cheio de emoção e expectativa. E é justamente essa empolgação toda que pode nos fazer fechar os olhos para detalhes que, lá na frente, viram dor de cabeça.
Eu já vi isso acontecer tantas vezes que perdi a conta. Casais que estavam realizando o sonho da casa própria, assinaram o contrato sem ler direito, não prestaram atenção nas cláusulas e, meses depois, se viram no meio de um problema que poderia ter sido evitado com meia hora de leitura e algumas perguntas simples.
Um contrato bem feito não é um empecilho. É exatamente o contrário: ele é a sua principal ferramenta de proteção. Protege quem compra, quem vende e até quem intermediou o negócio. E, antes de você assinar qualquer coisa, vale a pena prestar atenção em cinco pontos que fazem toda a diferença.
1. Leia todas as cláusulas do contrato
Eu sei que parece óbvio, mas você não imagina quantas pessoas assinam contratos sem ler o documento inteiro. Às vezes por confiança no corretor, às vezes por pressa, às vezes porque o texto parece complicado demais e a gente prefere não entender.
Mas é justamente ali, nas linhas que a gente pula, que estão as regras do jogo. As condições da venda, os prazos, a forma de pagamento, as multas, as responsabilidades de cada um. Se alguma coisa não estiver clara, pergunte. Insista até entender. Se ainda assim tiver dúvida, peça ajuda de alguém que domine o assunto. Assinar algo que você não compreende é assumir um compromisso às cegas — e o mercado imobiliário não é generoso com quem age no escuro.
2. Veja o que o contrato diz se o financiamento não passar
Quando a compra depende de financiamento , não basta comprador e vendedor estarem de acordo. O banco também entra nessa história. E ele tem critérios próprios, que podem mudar ao longo do processo.
Por isso, o contrato precisa dizer com todas as letras: o que acontece se o financiamento não for aprovado? Quem fica com o sinal? O dinheiro volta integralmente ou há alguma retenção? E se a culpa for do comprador, que omitiu uma dívida? E se o problema for do imóvel, que tinha uma irregularidade na matrícula?
Se essas hipóteses não estiverem previstas, as partes ficam reféns de interpretações e, quase sempre, de uma briga que ninguém quer enfrentar.
3. Confira a documentação do imóvel e do vendedor
Esse é um daqueles cuidados que parecem chatos no começo e salvam vidas no meio do caminho. Matrícula atualizada, certidões, situação fiscal, regularidade da construção, documentação pessoal do vendedor, tudo isso precisa ser verificado antes da assinatura.
Quantas vezes eu vi um negócio travar porque a matrícula estava desatualizada, a construção não estava regularizada ou o vendedor não conseguia apresentar um documento que o banco exigia? E o pior: o comprador só descobriu isso depois de já ter pago o sinal e assinado o contrato. Uma conferência simples, feita antes, teria resolvido tudo em minutos.
Não espere o banco identificar o problema. Antecipe-se.
4. Não conte com a memória de ninguém, registre tudo
A gente costuma confiar na palavra, não é? “Ficou combinado assim.” “Ele disse que ia resolver.” “Combinamos que o pagamento seria até o dia tal.” O problema é que, quando surge um problema, a memória falha. E, na falta de algo escrito, cada um lembra de um jeito.
Se houver alguma condição especial, um prazo diferente, uma responsabilidade específica, um acordo sobre quem paga determinada taxa, qualquer coisa que saia do padrão —, coloque no contrato. Por escrito. Com clareza. Acordo verbal não vale papel quando o negócio desanda. E confiança é uma coisa excelente, mas documentada ela funciona muito melhor.
5. Conte com quem entende do assunto
O corretor de imóveis tem um papel fundamental em toda a negociação. Ele conhece o mercado, entende de documentação, sabe identificar obstáculos antes que eles virem problemas. Mas um contrato bem elaborado e uma análise jurídica adequada oferecem uma camada a mais de segurança que não deve ser desprezada.
Buscar a orientação de profissionais qualificados não é gasto. É investimento. O custo de uma revisão contratual, de uma análise documental, de uma consulta com alguém que entende do riscado, é infinitamente menor do que o custo de um litígio que se arrasta por anos. Eu já vi os dois lados dessa moeda, e posso garantir: prevenir é sempre mais barato.
Informação também protege
Ao longo de mais de 16 anos de mercado, aprendi uma coisa que repito para todo mundo: a maioria dos problemas não começa quando o contrato é assinado. Eles começam muito antes, pela falta de informação. Pela pressa de fechar sem perguntar. Pela confiança em quem não deveria ser confiável. Pelo desconhecimento de etapas que pareciam detalhes e eram essenciais.
Quando comprador, vendedor e corretor conhecem seus direitos e seus deveres, quando entendem cada etapa do processo, as chances de a negociação dar certo aumentam. E quando algo dá errado, como às vezes acontece, todos sabem exatamente o que fazer, porque as regras estavam claras desde o início.
Um bom contrato não existe para resolver problemas. Ele existe, principalmente, para evitar que eles aconteçam.

Eclea Camine é especialista em financiamento imobiliário, correspondente bancária e empresária do mercado imobiliário, com mais de 16 anos de atuação.

Recebo um benefício do INSS. Posso perdê-lo?

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Muitas pessoas acreditam que, depois que o INSS concede um benefício, ele nunca mais poderá ser cancelado. Mas isso não é verdade.

Em algumas situações, o benefício pode ser revisto e até cessado pelo próprio INSS. Isso não significa que o segurado fez algo errado, mas sim que a legislação permite a reavaliação de determinados benefícios.

É o caso, por exemplo, do benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença). Como o próprio nome indica, ele é concedido enquanto durar a incapacidade para o trabalho. Se, em uma nova perícia, o INSS concluir que o segurado recuperou sua capacidade laboral, o benefício poderá ser encerrado.

Outro exemplo é a aposentadoria por incapacidade permanente. Embora seja destinada a quem não possui condições de retornar ao trabalho, ela também pode ser revista em algumas situações. Caso seja constatada recuperação da capacidade ou retorno voluntário à atividade, o benefício poderá sofrer alterações.

Além das perícias, o INSS realiza periodicamente operações de revisão cadastral, conhecidas popularmente como “pente-fino”. Nessas revisões, o segurado pode ser convocado para apresentar documentos, realizar nova perícia ou atualizar informações. Ignorar a convocação pode resultar na suspensão do benefício.

Isso não significa que o segurado deva viver com medo. Na maioria das vezes, basta manter os documentos médicos atualizados, informar corretamente qualquer mudança de situação e atender às convocações feitas pelo INSS.

Caso o benefício seja cancelado de forma indevida, o segurado pode apresentar recurso administrativo e, se necessário, buscar a revisão na Justiça.

Conhecer seus direitos é tão importante quanto cumprir seus deveres. Afinal, a Previdência Social existe para proteger o trabalhador, mas essa proteção também depende de informação e acompanhamento.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

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