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segunda-feira,6 abril,2026
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Constância: o segredo de um bom marketing

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Janeiro é sempre barulhento.
Todo mundo parece querer começar do zero. Campanhas “bombásticas”, mudanças de identidade visual, planejamentos apressados que prometem o que nunca sustentaram.
Mas a marca, de verdade, não se constrói com reinício.
Constrói-se com permanência.
A confiança do público não nasce com um anúncio bonito, nem com um vídeo criativo.
Ela nasce — e amadurece — no silêncio entre uma campanha e outra.
Quando ninguém está olhando.
Quando a marca continua aparecendo, não para impressionar, mas para lembrar: “estamos aqui.”
O marketing que permanece é aquele que não corre. Ele caminha ao lado.
Não grita. Ele fala no tom certo.
Não encanta por acaso. Encanta porque tem presença.
É por isso que janeiro, mais do que o mês da euforia, deveria ser o mês da estrutura.
Hora de olhar para o ano com inteligência e calma.
Mapear datas que dialogam com sua marca. Organizar o calendário com ações intencionais, que gerem valor real para o cliente — e não apenas mais uma enxurrada de descontos.
Porque marketing não é correr atrás de datas, é se antecipar a elas com coerência.
É preparar o terreno para que, ao longo dos meses, sua marca seja percebida como constante, confiável e presente — e não apenas barulhenta em algumas ocasiões.
O calendário editorial, nesse sentido, não é só ferramenta de organização.
É instrumento de fidelidade.
E os pilares de conteúdo são colunas morais: o que sua marca sustenta mesmo quando ninguém está comprando, mesmo quando os olhos do mercado estão voltados para outra vitrine.
A pergunta verdadeira não é: “O que sua marca vai lançar neste ano?”
Mas sim: “O que sua marca vai sustentar com constância, mesmo nos intervalos, mesmo nos bastidores?”
Porque marketing, como os vínculos humanos, exige constância. E constância não se improvisa. Se constrói.

PREPARAÇÃO DE PAREDES PARA PINTURA

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A preparação correta das paredes é uma etapa fundamental para garantir um bom resultado na pintura, tanto em relação à aparência quanto à durabilidade. Como engenheiro civil, destaco que pintar sem a devida preparação da superfície pode causar problemas como descascamento da tinta, manchas, bolhas e aumento de custos com retrabalho.

O primeiro passo é avaliar as condições da parede. Após a limpeza, são feitas as correções necessárias. Buracos, fissuras e imperfeições devem ser tratados com massa apropriada, como massa corrida em áreas internas ou massa acrílica em áreas externas. Depois da secagem, a parede deve ser lixada para garantir uma superfície lisa e uniforme.

Outro passo importante é a aplicação de selador ou fundo preparador, principalmente em paredes novas ou muito absorventes. Esse processo melhora a aderência da tinta, aumenta o rendimento do material e garante um acabamento mais bonito e durável.

Somente após todas essas etapas a pintura deve ser aplicada, garantindo qualidade, economia e maior vida útil do serviço.

Para garantir que todas essas etapas sejam executadas corretamente, a contratação de um engenheiro civil é fundamental. Entre em contato com um engenheiro civil e tenha a tranquilidade de um serviço bem planejado e executado.

Thiago Pertice
Engenheiro Civil
CREA-PR 144750/D
(46) 98822-1293

TDAH na infância e adolescência sinais que merecem atenção dos 6 aos 14 anos

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O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) costuma se tornar mais evidente a partir da fase escolar, quando aumentam as exigências de atenção, organização e autocontrole. Entre os 6 e 14 anos, os sinais mais comuns envolvem dificuldades persistentes de concentração, desorganização, esquecimento frequente, além de comportamentos como inquietação, impulsividade e dificuldade em esperar ou respeitar turnos.
Crianças com TDAH frequentemente parecem não escutar quando são chamadas, cometem erros por descuido e apresentam dificuldade em concluir tarefas. Também podem perder objetos com frequência e ter prejuízos no rendimento escolar. Estudos recentes apontam que esses impactos não se restringem ao comportamento, mas afetam diretamente habilidades acadêmicas essenciais, como leitura, escrita, memória e funções executivas .
Do ponto de vista científico, o TDAH é compreendido como um transtorno do neurodesenvolvimento com base neurobiológica, envolvendo alterações em áreas cerebrais relacionadas ao controle da atenção e da impulsividade . Além disso, evidências atuais indicam que o transtorno é relativamente comum, com prevalência estimada em cerca de 7,6% das crianças e 5,6% dos adolescentes em nível global .
Pesquisas recentes também destacam que, quando não identificado e acompanhado, o TDAH pode trazer consequências ao longo do desenvolvimento, incluindo dificuldades acadêmicas persistentes, problemas nas relações sociais e maior risco de comportamentos impulsivos na adolescência . Outro dado relevante é que os sintomas tendem a persistir ao longo do tempo, podendo acompanhar o indivíduo até a vida adulta em grande parte dos caso.
Dessa forma, os sinais tornam-se motivo de atenção quando são frequentes, ocorrem em diferentes ambientes como casa e escola, além de causar prejuízos significativos. Nesses casos, a avaliação neuropsicológica é fundamental para compreender o funcionamento cognitivo e comportamental, contribuindo para um diagnóstico preciso e para a definição de estratégias de intervenção.
A identificação precoce permite intervenções mais eficazes e promove melhores condições de desenvolvimento. Mais do que um rótulo, compreender o TDAH é oferecer à criança e ao adolescente a oportunidade de desenvolver seu potencial com suporte adequado.
Referencial teórico: American Psychiatric Association (2014). DSM-5; Barkley, R. A. (2013); Rohde, L. A.; estudos recentes em neurodesenvolvimento e aprendizagem (2019–2025).

Alessandra Procópio Moreira
Neuropsicóloga CRP 08/41553
Especialista em Avaliação psicológica/neuropsicológica e
transtornos do Neurodesenvolvimento

Menopausa e o risco cardiovascular

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A menopausa marca o fim do período reprodutivo da mulher, geralmente após os 45 anos, e vem acompanhada de mudanças hormonais importantes, especialmente a queda do estrogênio. Embora muitas pessoas associem essa fase apenas a sintomas como ondas de calor, alterações de humor e distúrbios do sono, seus impactos vão muito além e têm relação direta com a saúde cardiovascular.

O estrogênio exerce um papel protetor sobre o sistema cardiovascular ao contribuir para a elasticidade dos vasos sanguíneos, o controle do colesterol e a regulação da pressão arterial. Com sua redução na menopausa, ocorre maior tendência ao aumento do colesterol LDL, redução do HDL, maior rigidez arterial e alterações no metabolismo da glicose. Esses fatores favorecem o desenvolvimento de hipertensão, diabetes e aterosclerose, aumentando o risco de infarto e acidente vascular cerebral.

Dados mostram que, após a menopausa, o risco cardiovascular das mulheres se aproxima progressivamente ao dos homens, tornando as doenças do coração a principal causa de morte feminina. Além disso, sintomas comuns dessa fase, como ganho de peso abdominal, sedentarismo e piora do sono, podem potencializar ainda mais esse risco quando não identificados e tratados adequadamente.

A boa notícia é que a prevenção faz grande diferença. Avaliação cardiovascular regular, controle rigoroso da pressão arterial, colesterol e glicemia, alimentação equilibrada, prática de atividade física e manejo do estresse são pilares fundamentais. Em casos selecionados, a terapia hormonal pode ser considerada, sempre de forma individualizada e com acompanhamento médico, avaliando riscos e benefícios.

Encarar a menopausa como um momento de atenção à saúde global, e não apenas ginecológica, é essencial. Cuidar do coração nessa fase é investir em qualidade de vida, autonomia e longevidade para os próximos anos. Agende sua avaliação cardiológica!

Dormir mal pode estar sabotando seu emagrecimento

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Muitas mulheres se preocupam com alimentação e exercícios quando querem emagrecer, mas ignoram um fator fundamental: o sono.

Dormir mal não afeta apenas o cansaço do dia seguinte. Ele interfere diretamente no metabolismo, nos hormônios e na forma como o corpo armazena gordura.

Durante a noite, o organismo regula hormônios importantes para o controle do apetite, como a leptina e a grelina. Quando o sono é insuficiente ou de baixa qualidade, esses hormônios se desregulam, aumentando a fome — especialmente por alimentos ricos em açúcar e gordura.

Além disso, noites mal dormidas elevam os níveis de cortisol, hormônio do estresse, que está diretamente relacionado ao aumento da gordura abdominal.
Em fases como a perimenopausa e a menopausa, esse cenário pode se intensificar. As oscilações hormonais tornam o sono mais leve e fragmentado, o que impacta ainda mais o metabolismo e dificulta o emagrecimento.

O resultado é um ciclo difícil de quebrar: a mulher dorme mal, sente mais fome, tem menos energia, acumula mais gordura — principalmente na região da barriga — e vê o resultado do esforço diminuir.

Por isso, cuidar do sono é parte essencial de qualquer estratégia de emagrecimento.

A alimentação equilibrada, a organização da rotina, a exposição à luz natural e o suporte nutricional adequado podem melhorar significativamente a qualidade do sono e, consequentemente, a resposta metabólica.
No acompanhamento nutricional focado na saúde da mulher, o sono é tratado como um dos pilares do resultado.

Quando o corpo descansa melhor, ele responde melhor.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line e presencial na Femiclin em Palmas/PR

EKO BAR NOTÍCIAS

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Marini Meu Lugar – Histórias que Constroem

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Hoje, quem compartilha sua trajetória profissional é o colaborador Sérgio Luiz Varela de Souza. No dia 21 de março, ele completa sete anos de trabalho na Marini Compensados, onde atualmente atua como supervisor de classificação.

Para Sérgio, trabalhar na Marini é motivo de orgulho. Desde o primeiro dia na empresa, ele afirma ter sido muito bem acolhido. “Me senti em casa”, destaca.

Ao longo desses sete anos, Sérgio participou de diversos treinamentos e cursos, experiências que contribuíram para seu crescimento profissional dentro da indústria. Ele também faz questão de agradecer às pessoas que o incentivaram durante essa jornada: “Não posso deixar de agradecer ao Osmar Marini (diretor industrial) e ao Julio Gandolfi (supervisor de classificação). Foram eles que me incentivaram e me fizeram acreditar mais no meu potencial dentro da empresa”, afirma.

Sérgio também destaca uma tradição da empresa que considera muito importante: todo mês, a Marini realiza uma homenagem especial aos aniversariantes. “Gosto muito dessa tradição e me sinto feliz em comemorar o meu aniversário com o pessoal da empresa. Para mim, isso é ser reconhecido e valorizado.”

Ele finaliza sua mensagem com gratidão:
“Só tenho a agradecer pela oportunidade e dizer que me sinto muito feliz e orgulhoso em fazer parte de uma empresa tão acolhedora. Muito obrigado aos diretores e a todos os meus colegas de trabalho.”

Fonte: Jocemar Ferreira da Silva e Taís Reis
para o Jornal Destaque Regional
Foto: Taís Reis

 

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