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sexta-feira,28 agosto,2026
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Emagreci e minha pele mudou, e agora?

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A perda de peso traz benefícios para a saúde e representa importante conquista pessoal. No entanto, muitas pessoas se surpreendem ao perceber que, junto com os números menores na balança, podem surgir mudanças na aparência e na qualidade da pele. A flacidez do rosto e do corpo tem sido uma das principais queixas dos pacientes, especialmente após perdas de peso mais significativas e mais rápidas, frequentemente observadas com o uso dos análogos do GLP-1 – as famosas canetas emagrecedoras.
Esses medicamentos revolucionaram o tratamento da obesidade e do sobrepeso, proporcionando resultados expressivos. Entretanto, quando há uma redução importante do tecido adiposo em pouco tempo, a pele nem sempre consegue acompanhar essa transformação. O resultado pode ser a perda da firmeza, do contorno facial e corporal e uma aparência mais cansada ou envelhecida.

É importante esclarecer: a flacidez não é causada pelo medicamento. Ela é consequência da perda do volume que antes sustentava os tecidos associada ao processo natural do envelhecimento, que reduz a produção de colágeno e elastina.

Cada paciente envelhece de forma diferente e perde peso de maneira particular. Por isso, não existe um único tratamento capaz de resolver todas as queixas. O segredo está na programação individualizada, que avalia fatores como idade, quantidade e velocidade da perda de peso, qualidade da pele, grau de flacidez e expectativas do paciente.

Na face, muitas vezes é necessário associar tecnologias que estimulam a produção de colágeno em diferentes camadas da pele com tratamentos injetáveis capazes de melhorar sua qualidade, hidratação e firmeza. Em alguns casos, também pode ser indicada a reposição estratégica de volumes, sempre respeitando as características individuais e buscando resultados naturais.

No corpo, regiões como abdômen, braços, glúteos e face interna das coxas podem se beneficiar da combinação de tecnologias para retração cutânea e bioestimulação do colágeno. Os tratamentos injetáveis também desempenham um papel importante ao promover maior firmeza e melhora da textura da pele.

Outro ponto fundamental é compreender que o tratamento não acontece em apenas uma sessão. Assim como a perda de peso foi um processo, a recuperação da qualidade da pele também exige planejamento. Em determinadas situações, pode ser interessante iniciar o estímulo de colágeno ainda durante o processo de emagrecimento.

Emagrecer merece ser celebrado. E cuidar da pele que acompanhou toda essa transformação também faz parte desse processo. Busque seu médico dermatologista de confiança e restaure a autoestima.

Dra. Glauce Yumi Nozaki
Médica Dermatologista
Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

Clínica Dermarium
Telefone: (46) 3262-3863
Rua Augusto Guimarães 1074
Sala 103 – Palmas – Paraná

Você vive inchada? Talvez o problema não seja gordura

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“Nutri, parece que acordei maior.”

Essa é uma das frases que mais escuto no consultório. Muitas mulheres acreditam que ganharam gordura de um dia para o outro, quando, na verdade, o que mudou foi o nível de inchaço do organismo.

A boa notícia é que nem todo aumento na balança significa ganho de gordura.

Nosso corpo pode reter líquidos por diversos motivos: alterações hormonais, excesso de sódio na alimentação, baixa ingestão de água, intestino preso, noites mal dormidas, estresse e até o período pré-menstrual.

Além disso, processos inflamatórios também favorecem essa sensação de peso, roupas mais apertadas e abdômen estufado.

Por isso, antes de pensar que a dieta “parou de funcionar”, vale a pena observar o que aconteceu nos últimos dias. Você bebeu pouca água? Dormiu mal? Exagerou nos alimentos ultraprocessados? Seu intestino está funcionando bem?

Outro ponto importante é entender que o inchaço costuma ser temporário. Já o ganho de gordura acontece de forma gradual, quando existe um excesso de calorias mantido ao longo do tempo. São situações diferentes e que precisam de abordagens diferentes.

Isso não significa que devemos ignorar o inchaço. Pelo contrário. Ele é um sinal de que o corpo está tentando comunicar que algo não está em equilíbrio.

Uma alimentação rica em alimentos naturais, boa hidratação, consumo adequado de fibras, prática regular de atividade física e um sono de qualidade costumam fazer uma grande diferença. Em alguns casos, também é necessário investigar alterações hormonais, problemas intestinais ou outras condições clínicas que contribuem para esse quadro.

É por isso que o acompanhamento nutricional faz tanta diferença. Mais do que entregar uma dieta, eu avalio o funcionamento do organismo como um todo, identifico as causas do inchaço e construo um plano alimentar individualizado, respeitando a rotina, os objetivos e as necessidades de cada pessoa.

Antes de culpar a balança, escute os sinais do seu corpo.

Nem toda barriga mais estufada é gordura.

Às vezes, ela só está pedindo mais cuidado e menos culpa.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line

Anabolizantes: o preço que o coração pode pagar pela busca do corpo perfeito

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O uso de esteroides anabolizantes vem crescendo entre jovens e adultos que buscam ganho rápido de massa muscular e melhora da aparência física. O problema é que, por trás dos resultados estéticos, existe um risco importante e muitas vezes silencioso: os danos ao coração.

Ao contrário do que muitos imaginam, os anabolizantes não afetam apenas o fígado ou os hormônios. O sistema cardiovascular é um dos principais alvos dessas substâncias. Estudos científicos mostram que seu uso pode provocar aumento da pressão arterial, alterações do colesterol — com redução do HDL (o “colesterol bom”) e elevação do LDL (o “colesterol ruim”) —, favorecendo a formação de placas nas artérias e aumentando o risco de infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

Além disso, os anabolizantes podem causar espessamento anormal do músculo cardíaco, condição conhecida como hipertrofia cardíaca patológica. Com o tempo, esse coração torna-se menos eficiente para bombear sangue, podendo evoluir para insuficiência cardíaca. Outro efeito preocupante é o aumento da ocorrência de arritmias, que podem causar desmaios e, em casos mais graves, morte súbita.

Esses riscos não atingem apenas atletas profissionais. Muitos usuários recreativos acreditam que ciclos curtos ou doses consideradas “baixas” são seguros, mas não existe dose livre de risco. Pessoas jovens, aparentemente saudáveis e sem fatores de risco tradicionais já apresentaram infartos, miocardite e alterações importantes da função cardíaca relacionadas ao uso dessas substâncias.

Outro agravante é que diversos produtos vendidos clandestinamente podem conter doses diferentes das informadas ou até outras substâncias não declaradas, aumentando ainda mais os perigos.

A prática regular de exercícios físicos, alimentação equilibrada, sono adequado e acompanhamento profissional continuam sendo as formas mais seguras e eficazes de melhorar o desempenho e a composição corporal. Ganhos mais rápidos nunca devem custar a saúde.

Antes de iniciar qualquer substância para ganho de massa muscular, converse com um médico. O coração não acompanha a pressa dos músculos, e as consequências podem ser permanentes.

TDAH no ambiente de trabalho e a importância de um diagnóstico correto

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O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) não é uma condição exclusiva da infância. Muitos adultos convivem com o transtorno sem saber e enfrentam dificuldades no ambiente de trabalho que frequentemente são interpretadas como falta de interesse, desorganização ou baixa produtividade.

Entre os sinais mais comuns estão a dificuldade para manter a atenção em tarefas prolongadas, esquecimentos frequentes, problemas para cumprir prazos, perda de objetos importantes, procrastinação, dificuldade para organizar atividades e administrar o tempo. Também podem ocorrer impulsividade, inquietação e dificuldades para lidar com várias demandas ao mesmo tempo, prejudicando o desempenho profissional e os relacionamentos no trabalho.

Entretanto, esses comportamentos, isoladamente, não confirmam o diagnóstico de TDAH. Alterações como ansiedade, estresse, depressão, privação de sono e outras condições clínicas também podem provocar sintomas semelhantes. Por isso, uma avaliação criteriosa é indispensável.

O diagnóstico deve ser realizado por profissionais qualificados, considerando a história de vida da pessoa, a presença dos sintomas desde a infância, o impacto no funcionamento diário e, quando necessário, uma avaliação neuropsicológica. Esse processo permite diferenciar o TDAH de outras condições e evita diagnósticos equivocados.

Receber um diagnóstico correto possibilita que a pessoa compreenda suas dificuldades e tenha acesso ao tratamento mais adequado. Intervenções psicológicas, estratégias de organização, adaptações na rotina e, em alguns casos, o uso de medicação podem promover melhora significativa na qualidade de vida e no desempenho profissional.

Ampliar o conhecimento sobre o TDAH também favorece ambientes de trabalho mais acolhedores e inclusivos. Quando há informação, compreensão e acesso ao tratamento adequado, profissionais com TDAH conseguem desenvolver suas potencialidades e contribuir de forma produtiva, criativa e eficiente para as organizações.

Alessandra Procópio Moreira
Psicóloga e Neuropsicóloga – CRP
CRP 08/41553

NOVO REGIME TRIBUTÁRIO: ATÉ QUEM ESTÁ NO SIMPLES NACIONAL PRECISARÁ FAZER ESCOLHAS ESTRATÉGICAS

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A Reforma Tributária do consumo já começou a transformar a forma como as empresas brasileiras lidam com seus tributos. E, ao contrário do que muitos empresários imaginam, as mudanças não atingem apenas as grandes empresas. Os pequenos negócios, inclusive aqueles enquadrados no Simples Nacional, também precisarão estar atentos às novas regras e tomar decisões importantes.
A partir de 2026, o Brasil iniciou uma fase de transição para um novo modelo de tributação sobre o consumo, que prevê a substituição gradual de tributos atuais por novos impostos, como o IBS — Imposto sobre Bens e Serviços — e a CBS — Contribuição sobre Bens e Serviços. A transição será gradual e o novo sistema terá sua implementação completa prevista para 2033. (Serviços e Informações do Brasil)
Um dos pontos que merece atenção especial é justamente o Simples Nacional. Muitas empresas acreditam que, por estarem nesse regime, basta continuar pagando o DAS e não se preocupar com as mudanças. Essa visão pode representar um risco.
Para 2027, por exemplo, as empresas deverão estar atentas a uma nova dinâmica de escolhas. Segundo as regras divulgadas pelo Comitê Gestor do Simples Nacional, entre 1º e 30 de setembro de 2026 haverá o período para a opção pelo Simples Nacional para o ano de 2027. Nesse mesmo período, a empresa deverá avaliar também se o IBS e a CBS serão recolhidos dentro da sistemática do Simples Nacional ou pelo regime regular desses tributos. (Receita Federal)
Na prática, isso significa que o empresário precisará olhar além da simples alíquota. Será necessário analisar o perfil da empresa, o setor em que atua, o tipo de cliente, a composição das vendas, os fornecedores e, principalmente, os impactos relacionados aos créditos tributários.
Essa análise é fundamental porque a escolha pode produzir efeitos diferentes dependendo da posição da empresa na cadeia comercial. Uma empresa que vende principalmente para consumidores finais, por exemplo, pode ter uma realidade completamente diferente daquela que fornece produtos ou serviços para outras empresas que estão no regime regular de tributação.
Por isso, a pergunta que o empresário deve fazer não é apenas: “Minha empresa está no Simples Nacional?”. A pergunta correta passa a ser: “Qual é a melhor estratégia tributária para a minha empresa diante das novas regras?”.
A Reforma Tributária traz mudanças profundas e exige uma nova cultura de planejamento. A escolha do regime e da forma de recolhimento dos novos tributos não deve ser feita de maneira automática ou baseada apenas no costume dos anos anteriores.
Cada empresa possui uma realidade diferente. O que pode ser vantajoso para um negócio pode não ser para outro.
O momento, portanto, é de informação, planejamento e análise. Empresários que deixarem essa decisão para a última hora poderão perder oportunidades ou assumir uma carga tributária que poderia ser melhor planejada dentro da legislação.
Não basta estar no regime certo. É preciso fazer a escolha certa dentro das novas regras.
Investir em uma assessoria contábil qualificada não é um custo, mas uma decisão estratégica para garantir conformidade, economia e crescimento sustentável

(46) 988320735
Por Gilciano Galvão da Rosa
Empresário, Contador e Corretor de imoveis

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