COMO REALMENTE FUNCIONA O EFEITO SANFONA
Nos dias de hoje é muito comum as pessoas estarem procurando por serviços de academias, personais, modalidades esportivas, nutricionistas, centros de estéticas etc. Não é pra menos, já é notável que a população vem ganhando peso com muita facilidade e rapidez. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima-se que até 2025 a obesidade será um dos maiores problemas de saúde do mundo. Isso está atrelado a vários fatores mas irei citar alguns aqui: sedentarismo, má alimentação, uso excessivo de remédios, estresse do dia a dia e etc.
O grande problema disso é que são estratégias que fazem o corpo perder muito peso rápido demais e isso faz corpo ter uma resposta reversa. Como é isso Jozias? Seu corpo quando perde peso de forma repentina em curto período de tempo é muito provável que você tenha uma perda de massa muscular junto. Um dos mecanismos de defesa do organismo que sinaliza que estamos doentes e a falta de apetite e por consequência perder peso, após isso, começamos a perder massa muscular também confirmando que estamos “doentes”. Em resposta a isso nosso corpo baixa nosso consumo de energia e nos influencia de maneira inconsciente a comer mais para reestabelecer a “saúde” então tudo o que nós colocar no organismo após o período de restrição (dietas) nosso corpo pode absorver e guardar nas células de gordura para usar como energia quando você ficar “doente”. Esse é o mecanismo que ocorre e chamado de efeito sanfona. O grande problema de ocorrer isso é que sempre que você passa por esse processo de “sanfona” seu corpo fica mais resistente para uma próxima tentativa. E ai que mora o perigo, pois você provavelmente começa a migrar para alternativas mais pesadas como remédios, procedimentos estéticos e até novas dietas malucas. Mas isso é tentar emagrecer somente o corpo e você pode até conseguir, mas vai voltar a ganhar peso por que sua cabeça continua pensando e funcionando do mesmo jeito de quando era acima do peso.
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Jozias Fortunato
(Cref: 028591-G/PR)
Personal do Emagrecimento
Coach de Emagrecimento
Esp. Hipnoterapia para Emagrecimento
Esp. Programação Neurolinguística (PNL) para Emagrecimento
Criador do Método M.A.G.R.A
Criador da Consultoria Online MAGRA EM CASA
Especialista em Treinamento para Emagrecimento
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Nova diplomacia
No discurso de 22 de setembro, na abertura da 75ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova Iorque, Bolsonaro divulgou realidade paralela, pousou como injustiçado e pintou seus resultados como frutos do mero acaso. Afirmou que é vítima de campanha de desinformação e defendeu as políticas de seu governo diante da pandemia do coronavírus e das queimadas que devastam o Pantanal e a Amazônia. Ciente de sua péssima imagem internacional, resolveu acusar os outros, e quase não mencionou os mais de 140 mil brasileiros mortos pela covid-19.
As inverdades no discurso de Bolsonaro, no palco mais importante da comunidade internacional, ignorou estudos internacionais sobre preservação ambiental no Brasil. Afirmou o desplante, sem base em informações oficiais, que caboclos do mato e índios são os responsáveis pelas queimadas nas florestas, embora se saiba que a Polícia Federal concluiu que os verdadeiros culpados são os fazendeiros, mandantes e autores dos incêndios criminosos. Transferiu ao Judiciário a responsabilidade pelo que se deixou de fazer na pandemia, afirmou haver, por parte da imprensa brasileira, uma campanha brutal de desinformação que dissemina pânico entre a população.
Repetiu seu discurso contrário ao isolamento social, na contramão dos principais líderes mundiais; negou a dimensão das queimadas que afetam o Pantanal e a Amazônia; e acusou estrangeiros de promoverem campanha de desinformação sobre temas com interesses obscuros. Os dados sobre a ruína no Pantanal e na Amazônia vêm da Nasa e do Inpe. Até setembro de 2020, o fogo já consumiu 25% do bioma do Pantanal, conforme relatório da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.
A gestão da crise do covid-19 é um desastre em todos os aspectos, cujos mais de 140 mil mortos falam por si. Bolsonaro isenta-se de qualquer responsabilidade no que diz respeito à doença e a seus efeitos econômicos e sociais. E pasmos, percebe-se que o aumento da sua popularidade é irresponsabilidade de brasileiros que vivem no ‘mundo de fantasias’. Apoiou o uso ineficaz da cloroquina, e disse que “quem ficou no isolamento na pandemia é fraco e se acovardou”. Tal irresponsabilidade do presidente rendeu-lhe apoio entre brasileiros incapazes, por diversas razões, de enxergar além de seus estreitos horizontes pessoais.
É não se importar com milhares de pais, mães, pais, irmãos e avós que morreram em decorrência do negacionismo pandêmico; que as principais reservas ambientais do país estejam ardendo por omissão do governo; que os povos indígenas estejam correndo risco de extinção. Eximiu-se de qualquer responsabilidade pelo número de mortos pelo covid-19 no Brasil. Falseou números do auxílio emergencial. Disse que combateu o coronavírus e colocou a culpa nos governadores e prefeitos. Imersos em uma fantasia corporativa, o governo propaga que o problema da imagem do Brasil se combate com propaganda, mantendo o país afastado de qualquer possibilidade de ser respeitado e manter um mínimo de credibilidade.
No seu discurso, Bolsonaro descreveu um país imaginário: afirmou que não faltam hospitais e meios para atender aos pacientes da covid-19, que há alta de investimento estrangeiro no Brasil e que mantém uma política de tolerância zero com o crime ambiental. Disse que é vítima da investida de inimigos a serem combatidos. Espalhou teorias da conspiração e propagou inverdades já contraditas. Repleto de fantasias sobre o sucesso do seu governo, elogiou descaradamente Trump, entrando na campanha da eleição americana e atacou a Venezuela. Fortemente contaminado por um lado pela histeria ideológica, gritou: “Brasil acima de tudo!”. Pergunta-se: qual Brasil, porque este Brasil está queimando, morrendo de covid-19, e com mais de 10 milhões de brasileiros passando fome?
ENFRENTAR E COOPERAR
Por oferecerem taxas de juros mais baixas do que as de bancos comuns e pretensão de ganhos consideravelmente menor, as cooperativas de crédito (financeiras) são uma opção melhor e mais justa para o incremento de pequenos negócios, na hora e necessidade de se obter empréstimos. Essa foi uma das conclusões apontadas pelo Relatório de Economia Bancária do Banco Central do Brasil.
Temos a obrigação de tornar público que o apoio do cooperativismo de crédito aos empreendedores de micro, pequeno e médio porte não para por aí; vão muito além. Conhecem seus associados, sabem seu endereço, sua cultura e costumes, e suas maneiras de trabalho.
Por basearem sua atuação em princípios como o da Intercooperação e o Interesse pela Comunidade, as cooperativas já buscam, naturalmente, impulsionar o desenvolvimento equilibrado das comunidades e o bem-estar da população, o que passa pelo incentivo ao comércio local e às pequenas empresas.
As cooperativas sabem como agir junto a suas comunidades porque elas são parte dessa mesma comunidade. Elas fazem parte da sociedade local, são um ente social que se assemelham a qualquer negócio da comunidade onde estão inseridas.
Levando em conta que os micro e pequenos negócios representam praticamente 90% dos empreendimentos do país, como a demais se não no todo, quase 100% dos empreendimentos das nossas comunidades, o apoio das cooperativas a esses empreendedores gera um efeito cascata: perto da totalidade da economia gerada por essas empresas fica na região onde atuam e, como uma cascata afetam diretamente os demais setores, contribuindo significativamente na geração de receitas, empregos, rendas privadas e públicas dando continuidade ao ciclo econômico.
Ao sentir-se necessitado de serviços financeiros não titubeie: bata à porta da Sicoob Valcredi Sul; ai você percebe que ainda tem jeito; ai tem uma gama enorme de produtos adaptados a suas necessidades e você estará se incluindo ou se consolidando dentro de uma Cooperativa de Crédito que busca a solução dos problemas financeiros provocados pelas crises constantes, pela pandemia que não quer mais se desinstalar, que pensa no seu crescimento, desenvolvimento e progresso.
A Sicoob Valcredi Sul é uma cooperativa da comunidade.
A Sicoob Valcredi Sul é uma Cooperativa do bem.
01 de Outubro de 2020.
Fonte:Antonio Abílio Mantovani – Presidente.
Palmas-Beltrão será sede da Assembleia dos Bispos do Paraná em 2021
Durante os três dias de assembleia, o diálogo fraterno marcou o encontro do episcopado paranaense
Na terça-feira, 29 de setembro, ao meio dia, foi encerrada Assembleia dos Bispos do regional Sul 2 da CNBB do Estado do Paraná, realizada na Arquidiocese de Londrina.
Dentre os assuntos em pauta, do último dia da assembleia estavam questões de ordem financeiras e administrativas do Regional e a Lei Geral de Proteção de Dados.
Diz Dom Edgar Xavier Ertl, bispo de Palmas-Francisco Beltrão: “Esse encontro foi marcado pela fraternidade, a comunhão, a partilha, a oração e também a esperança, pois estamos todos navegando nas mesmas águas da pandemia e queremos sair vitoriosos ao término e estamos rezando para que isso aconteça o quanto antes. Também sempre em sintonia com o nosso povo que nos foi confiado pela Igreja. Para mim foi um momento especial, no qual pude rever os irmãos bispos e dividir com eles os sonhos, perspectivas, desafios e planejamentos”.
Ao final da assembleia, os bispos também alinharam algumas datas para o calendário de 2021. Uma delas foi a definição da próxima assembleia que acontecerá em março de 2021, na diocese de Palmas-Francisco Beltrão.
Luiz Carlos Bittencourt – assessoria de imprensa da Diocese/pascom, fonte – (Karina de Carvalho – Assessora de Comunicação da CNBB Sul 2).
Fonte: Portal RBJ
Luiz Carlos



















