Moradores do Lagoão em Palmas reivindicam melhorias na antiga Avenida Paraná

Após dois meses tornado publico na imprensa escrita, a redação do jornal volta a conversar com moradores que dizem lamentar tal fato visto que nada foi feito para solução daquele problema na época até os dias de hoje, o asfalto continua ainda em situação precária formando crateras como a própria imagem pode mostrar.
Diz um dos moradores :
“ É nítido o que todos estão vendo, acredito que é tão pouca coisa! Apenas falta de atitude pelos orgãos competentes de arrumar um pequeno pedaço de asfalto, porém quero reforçar que falta boca de lobo em alguns pontos nessa rua, se acaso o responsável tenha compaixão de nós moradores próximos dessa pequena problemática, peço encarecidamente que olhem por nós e venham averiguar a situação! Não esperem acontecer um acidente pra depois tentar resolver o problema, pois os carros tem que ir na contramão para desviar essa cratera que formou nessa rua”.
Fonte: Jocemar Ferreira da Silva
para o jornal Destaque Regional
O Colégio Estadual Sebastião Paraná em tempo de pandemia, reinventa e reorganiza as ações acadêmicas


Aulas presenciais, online, material impresso, whatsapp, e-mail, facebook entre outros recursos de comunicação marcaram o ano de 2020 no Colégio Estadual Sebastião Paraná.
Foi um ano difícil para as escolas e principalmente para as famílias. A Equipe CESP sabe que os pais tiveram que redobrar seus cuidados em relação aos filhos, pois além do compromisso familiar, tiveram também que auxiliar seus filhos em todas as atividades escolares.
O CESP procurou durante o período de pandemia – COVID-19 atender todos os alunos. Até o momento não deixou de entrar em contato com as famílias utilizando os meios de comunicação disponíveis.
A última ação desenvolvida pelo colégio foi a BUSCA ATIVA 2 que resultou em visitas nas residências dos alunos e encaminhamento de correspondência via correio.
A Equipe CESP preocupada com seus alunos fez contato diário e o resultado foi positivo. Através de um protocolo de retorno as aulas foi possível atender os alunos no colégio e essa ação foi significativa para recuperar aproximadamente 200 alunos.
Durante a semana (1º a 5 de dezembro) a Equipe CESP manteve-se reunida com os professores, equipe pedagógica e funcionários para levantar o resultado final, tendo a certeza de que todas as ações culminaram para um só objetivo: auxiliar os alunos nesse período tão difícil.
Fonte: CESP
COVID-19: HORMÔNIO DO EXERCÍCIO PODE TER EFEITO TERAPÊUTICO
De acordo com pesquisa da Unesp, a irisina pode modular genes associados à maior replicação do novo coronavírus dentro de células humanas. Um estudo conduzido na Universidade Estadual Paulista (Unesp) sugere que o hormônio irisina, liberado pelos músculos durante a atividade física, pode ter efeito terapêutico em casos de covid-19.
Ao analisar dados de expressão gênica de células adiposas, os pesquisadores observaram que a substância tem efeito modulador em genes associados à maior replicação do novo coronavírus (SARS-CoV-2) dentro de células humanas. O achado teve como base dados de transcriptoma (conjunto de moléculas de RNA expressas em um tecido) de células adiposas não infectadas por SARS-CoV-2 que receberam doses de irisina.”Confrontamos as informações sobre os genes importantes na covid-19 com nossos dados do transcriptoma para fazer correlações. O resultado representa uma sinalização positiva para a busca por novos tratamentos nesse momento de emergência com a pandemia”, diz Miriane de Oliveira , pesquisadora da Faculdade de Medicina da Unesp, em Botucatu (SP). No entanto, de acordo a cientista, é preciso ressaltar que trata-se de dados preliminares, uma sugestão do potencial terapêutico da irisina para casos de covid-19. “Estamos indicando um caminho de pesquisa para comprovar ou não o efeito benéfico do hormônio em pacientes infectados.” O artigo, publicado na revista Molecular and Cellular Endocrinology, descreve dados gerados no estudo de pós-doutorado de Miriane, que analisou a ação da irisina e de hormônios tireoidianos em adipócitos. O trabalho contou com apoio da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). Por meio de técnicas de sequenciamento, os pesquisadores identificaram 14.857 genes expressos em uma linhagem de adipócitos subcutâneos. Ao tratar as células com irisina, observaram que a expressão de vários genes foi alterada.
Por causa da pandemia, os pesquisadores decidiram investigar possíveis efeitos da irisina em genes relacionados à replicação do SARS-CoV-2. A partir do cruzamento de dados, eles descobriram que o tratamento com a irisina em células adiposas diminuiu a expressão dos genes TLR3, HAT1, HDAC2, KDM5B, SIRT1, RAB1A, FURIN e ADAM10, reguladores do gene ACE2 – fundamental para a replicação do vírus em células humanas. O ACE2 codifica a proteína a que o vírus precisa se ligar para invadir células humanas.
Outro aspecto positivo encontrado no estudo foi a irisina ter triplicado os níveis de transcrição do gene TRIB3. Estudo anterior demonstrou a importância da manutenção da expressão de TRIB3. Em indivíduos idosos, é comum ocorrer a diminuição da expressão desse gene, o que pode estar relacionado à maior replicação do SARS-CoV-2 e ao risco aumentado dessa população à covid-19.
“Um terceiro aspecto importante está no achado de outros grupos de pesquisa sobre o tecido adiposo aparentemente servir como repositório do vírus. Isso ajuda a entender por que indivíduos obesos têm maior risco de desenvolver a forma grave da doença. Fora isso, indivíduos obesos tendem a ter níveis menores de irisina, assim como maiores quantidades da molécula receptora do vírus [ACE2], quando comparados a indivíduos não obesos”, explica a pesquisadora.
A irisina, normalmente produzida de modo endógeno durante o exercício físico contínuo, é conhecida pela função de modificação metabólica do tecido adiposo branco – que armazena triglicerídeos, lipídios, acumula gordura e pode vir a ser inflamado -, tendo função similar ao tecido adiposo marrom. Esse processo favorece o gasto energético, o que torna a irisina um agente endógeno terapêutico para doenças metabólicas, como a obesidade.
É também conhecida a capacidade moduladora do hormônio na atividade dos macrófagos (células de defesa do sistema imune), o que confere potencial propriedade anti-inflamatória.
Fonte: https://www.terra.com.br/noticias/coronavirus/covid-19-hormonio-do-exercicio-pode-ter-efeito-terapeutico,03c21cb962315698affdbde7fdf88f924hgnib8y.html
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Jozias Fortunato
(Cref: 028591-G/PR)
Personal do Emagrecimento
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Criador do Método M.A.G.R.A
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MATRÍCULAS E REMATRÍCULAS NA REDE ESTADUAL DE ENSINO
A direção das escolas estaduais alerta os pais para o período de matrículas e principalmente REMATRÍCULAS. Muitas famílias ainda não procuraram as escolas para realizar a rematrícula de seus filhos, deverão fazer com URGENCIA. Alertam os diretores: “pais ou responsáveis, as escolas dependem das rematrículas para planejar o numero de turmas a serem ofertadas em 2021, se os senhores não efetivarem as matrículas, dificultam as ações da escola onde o seu filho estuda…”. Reforçam que TODOS os alunos deverão fazer a rematrícula, mesmo aqueles que não estão com as atividades em dia, pois a garantia da escola e do turno pretendido pelo aluno/família depende da efetivação da matrícula.

Fonte: CESP
Parlamentares cumprimentam OAB por audiência pública sobre pedágio
Os parlamentares convidados para a audiência pública da OAB Paraná sobre concessão de rodovias, realizada na manhã desta sexta-feira (27/11), louvaram a iniciativa da seccional em reunir vozes importantes para a discussão do assunto. Os parlamentares foram ouvidos depois do segmento da audiência que contou com a apresentação de autoridades públicas sobre o tema.
O deputado federal Toninho Wandscheer saudou a OAB por jogar luzes sobre um tema tão relevante e destacou que para a bancada federal a tarifa é ponto central da discussão. “Por unanimidade, todos os deputados e senadores do Paraná recusam o modelo com outorga e assinaram ofício nesse sentido. Entendemos que o contrato tem de ser cumprido tanto pelo órgão cedente quanto pelas empresas”, destacou. Wandscheer entende que não se deve ter pressa para emendar novos contratos ao fim dos atualmente vigentes. “Podemos ter um tempo sem pedágio para termos um modelo adequado. Além de parabenizar a OAB Paraná, também felicito a bancada estadual pela atenção ao assunto”, disse.
Fórum
“A OAB Paraná conseguiu reunir nesse debate pessoas-chave que não conseguimos. Os deputados precisam dessa ajuda da sociedade para que consigamos um modelo justo”, destacou o deputado estadual Evandro Araújo, vice-coordenador da Frente Parlamentar do Pedágio na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Araújo comparou o pedágio no Paraná a uma chaga. “É o mais caro do Brasil. Qualquer debate sobre concessão de rodoviária no Paraná precisa considerar essa dor do povo paranaense. A falta de obras levou à perda de vidas”, destacou, frisando que o modelo híbrido não é o melhor. “Sem caráter sentimentalista, meu clamor é para que o povo do paraná se mobilize. Ou teremos mais 30 anos de um modelo ruim para o estado. Não merecemos isso. Temos na Assembleia o sentimento claro de que essa injustiça não pode perdurar”, declarou.
O primeiro secretário da Assembleia, deputado Luiz Cláudio Romanelli, foi enfático ao dizer que “é inaceitável a taxa de outorga”. O deputado estadual lembrou que Santa Catarina e Rio Grande do Sul fizeram leilões com tarifas menores; 62% no caso catarinense e com reduções de 33% e 40%, nos casos gaúchos. Por que nós paranaenses não podemos optar exclusivamente pleo menor preço? A bancada do Paraná não aceita taxa de outorga”, pontou. Para Romanelli, o modelo que o ministro Tarcísio de Freitas tem aventado é falacioso por prever que só com outorga pode haver obras. “Ora, desculpem, taxa de outorga não garante obra. O que garante é um contrato equilibrado. O Paraná não pode mais uma vez ser onerado. Quatro das dez tarifas mais caras estão em praças do estado. Me surpreendeu a fala do presidente da EPL, pois até agora o que vinha sendo dito pelo governo federal vinha em outro sentido, falando em taxa de outorga. Concessão onerosa não dá certo. Não falo, demagogicamente em tarifa barata, mas em tarifa justa”, resumiu.
Pluripartidarismo
O deputado estadual Arilson Chiorato disse ser contra o modelo híbrido e a taxa de outorga. A sociedade é diversa e mais setores precisam ser consultados. A Frente Parlamentar instalada na Assembleia em 14 de setembro é pluripartidária e focada no debate de ações. Nossa linha de trabalho é a de defesa da população paranaense”, ressaltou. Chiorato lembrou que a licitação de 1997, no governo de Jaime Lerner, foi feita sem experiência. “Erramos ao optar por modelo com maior outorga. Foram duas décadas de consequências negativas e irrecuperáveis para a economia paranaense. Percebemos que o modelo de maior outorga é prejudicial para o nosso estado. E vimos, país afora, que o modelo de menor preço é melhor”, ressaltou.
Homero Marchese lembrou que em 2011, como funcionário do Tribunal de Contas, analisou contratos, debruçando-se sobre o assunto por alguns meses e constatando seu impacto negativo para o estado. “O pedágio é o principal assunto para a população em termos de política pública. O discurso do passado, de garantir de obras, mostrou-se retórico, por isso hoje o paranaense prefere pagar um pedágio mais baixo. Estamos calejados com os erros do passado. Me parece que esse é o espírito da população”, constatou lembrando que é fundamental levar a história em conta para evitar novos erros. “Agradeço à OAB Paraná pela atuação decisiva nesse assunto. A Frente Parlamentar está analisando também o fechamento dos contratos atuais, para que obras previstas sejam entregas. Todas as concessionárias têm obras a tirar do papel”, defendeu.
Fonte: OAB
Descuidos diplomáticos
O Brasil é tolerante demais à desigualdade social, à corrupção e ao privilégio. Recentemente, noticiou-se que sete milhões de testes para identificar o covid-19 perderão a validade em janeiro de 2021, sem saber o número dos já perdidos. Aproximam-se de 180 mil mortes pela pandemia, vidas que deixaram suas famílias órfãs sob o olhar frio e impassível do governo.
Os exames RT-PCR estão estocados em um armazém do governo federal em Guarulhos e, até hoje, não foram distribuídos à rede pública. Ao todo, o Ministério da Saúde investiu R$ 764,5 milhões em testes, e as unidades a vencer custaram R$ 290 milhões. Quem será responsabilizado por isso? O país ainda espera um plano de vacinação que é empurrado sempre para a próxima semana. No Brasil, a impunidade está assegurada e protegida pelo fácil esquecimento. Nos Estados Unidos, a vacinação começará a partir de 11 de dezembro.
Falando em privilégios, Eduardo Bolsonaro causou um incidente diplomático ao acusar a China de espionagem por meio de sua tecnologia 5G. Trata-se de despreparo, deslumbramento e extremismo, colocando em risco interesses do Brasil, como economia, segurança e estabilidade. A embaixada da China afirmou que a mensagem publicada pelo Deputado Bolsonaro no Twitter prejudica a relação amistosa entres os dois países. E avisa: “caso não parem as agressões, o governo brasileiro arcará com as consequências negativas e carregará a responsabilidade histórica de perturbar a normalidade da parceria China-Brasil.”
Se existe perigo da China saber informações brasileiras ao implantar o 5G chinês? Existe. Todavia, também é real da mesma espionagem através do 5G dos Estados Unidos. Donald Trump deixa a presidência dos EUA em 19 de janeiro, e assume Joe Biden que não está nem aí para o atual presidente brasileiro. Brigar com a China e com os EUA é uma péssima política internacional. A China compra 35% das exportações brasileiras; caso reduzir 15%, criaria um terremoto econômico no Brasil, e os produtores americanos aumentariam seu fornecimento dos mesmos produtos à China.
Essa manobra agride o interesse do Brasil em preservar relações estáveis com os países centrais. O governo brasileiro age contra os interesses do Brasil e das necessidades dos brasileiros. Bolsonaro desprezou presidente americano eleito Joe Biden, e enviou sinais hostis à China. A posição do Brasil de subserviência a Donald Trump e às bandeiras da direita radical prejudicará a relação comercial brasileira com os dois principais parceiros comerciais.
Trata-se de imaturidade usar retórica para satisfazer uma base ideológica. É fundamental cessar com essas alucinações, teorias conspiratórias e fantasias, e apresentar planos para fazer crescer a economia e diminuir os 14,8% de desemprego – que se tornarão 17% em 2021. Basta de desigualdade, ignorância, corrupção, fome, baixo nível de educação e terríveis falhas na saúde! O Brasil carece de empregos, estabilidade, saúde, moradia, crescimento e desenvolvimento!



















