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terça-feira,5 maio,2026
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Onde fica o marketing no malabarismo de ser empresário?

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Ser empresário é aprender a fazer malabarismo antes mesmo de dominar o equilíbrio.
Você acorda pensando no fluxo de caixa. Resolve problema de fornecedor. Atende cliente insatisfeito. Negocia prazo. Apaga incêndio. Toma decisões que ninguém vê — mas que pesam.
E no meio disso tudo, alguém diz:
“Você precisa fazer marketing.”
Precisa aparecer. Precisa postar. Precisa criar campanha. Precisa gravar vídeo.
E aí vem a pergunta silenciosa: Em que momento?
No malabarismo diário, o marketing costuma ser a última bolinha lançada — e a primeira a cair.
Mas aqui está o ponto que poucos falam: Marketing não é mais uma bolinha. É o fio invisível que mantém o espetáculo acontecendo.
Sem marketing, você depende apenas do cliente que já te conhece.
Depende do boca a boca.
Depende da sorte.
Com marketing, você constrói previsibilidade. Constrói presença. Constrói lembrança.
Não precisa ser perfeito. Não precisa ser diário. Mas precisa ser intencional.
O empresário que entende isso para de ver marketing como “tarefa extra” e começa a enxergar como parte do próprio negócio.
Porque marketing não é maquiagem. É comunicação. E comunicação é o que sustenta qualquer relação — inclusive a comercial.
No final das contas, o malabarismo continua. Mas quando o marketing encontra seu lugar, o espetáculo deixa de ser improviso e passa a ser estratégia.

CUSTO DE CONSTRUÇÃO NO PARANÁ: O QUE INFLUENCIA OS VALORES

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O custo de construção no Paraná tem chamado atenção de quem pretende construir ou investir no setor, de forma simples, esse custo é formado por materiais, mão de obra, taxas, impostos e custos administrativos da obra.

Os materiais de construção costumam sofrer variações frequentes de preço, como cimento, aço e itens elétricos e hidráulicos e quando esses insumos aumentam, o orçamento final é diretamente impactado. A mão de obra também pesa na conta, especialmente diante da dificuldade de encontrar profissionais qualificados, o que pode elevar salários e alongar prazos.

Além disso, existem os custos indiretos, como taxas municipais, aprovação de projetos e encargos trabalhistas, que variam de cidade para cidade. Em algumas regiões do estado, o transporte de materiais também influencia o valor final.

Para reduzir riscos e despesas desnecessárias, o caminho é investir em planejamento detalhado, orçamento bem estruturado e controle de desperdícios. Com organização e acompanhamento técnico, é possível equilibrar custo, qualidade e prazo, tornando a construção mais segura e eficiente no Paraná.

Entre em contato comigo e tenha a tranquilidade de um serviço bem planejado e executado.

Thiago Pertice
Engenheiro Civil
CREA-PR 144750/D
(46) 98822-1293

Coração e mente: a nova fronteira da saúde integrada

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Uma tendência crescente na cardiologia contemporânea é reconhecer que o coração não bate isolado das emoções. A chamada conexão coração-mente deixou de ser apenas um conceito subjetivo e passou a ocupar espaço nas diretrizes científicas. Ansiedade, depressão, estresse crônico e insônia não são apenas questões psicológicas: são fatores de risco cardiovascular independentes.

Estudos mostram que pessoas com depressão têm risco até duas vezes maior de desenvolver doença arterial coronariana. O estresse crônico eleva níveis de cortisol e adrenalina, favorecendo hipertensão, inflamação vascular e resistência à insulina. Já a ansiedade pode desencadear taquicardias, piorar quadros de arritmia e aumentar a percepção de dor torácica. Em casos extremos, eventos emocionais intensos podem precipitar a síndrome de Takotsubo, conhecida como “síndrome do coração partido”.

Por outro lado, pacientes cardiopatas apresentam maior prevalência de transtornos ansiosos e depressivos, especialmente após infarto ou diagnóstico de insuficiência cardíaca. Esse ciclo bidirecional impacta adesão ao tratamento, qualidade de vida e prognóstico.

A nova abordagem propõe cuidado integrado: avaliação emocional na consulta cardiológica, incentivo à psicoterapia, prática regular de atividade física, sono adequado e estratégias de manejo do estresse, como meditação e respiração guiada. Intervenções simples podem reduzir marcadores inflamatórios e melhorar variabilidade da frequência cardíaca, indicador importante de equilíbrio autonômico.

A saúde do século XXI exige olhar ampliado. Cuidar do colesterol e da pressão continua essencial, mas compreender o impacto das emoções sobre o sistema cardiovascular é um passo decisivo para prevenção mais eficaz. O coração sente. E a ciência confirma: tratar mente e coração juntos salva vidas.

Quando o comportamento da criança é “birra”… e quando pode ser algo a mais?

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Todo pai ou mãe já ouviu frases como: “isso é só birra”, “é falta de limite” ou “vai passar com o tempo”. De fato, a birra faz parte do desenvolvimento infantil. Ela costuma surgir quando a criança ainda não consegue expressar emoções com palavras, aparecendo de forma pontual e diminuindo com o acolhimento e a maturidade.
No entanto, alguns comportamentos merecem atenção. Crises intensas e frequentes, dificuldade extrema com mudanças de rotina, sensibilidade exagerada a sons, cheiros ou texturas, isolamento social, atrasos na fala, agitação constante ou dificuldade de concentração podem indicar que não se trata apenas de birra.
É importante diferenciar a birra comum de reações emocionais mais intensas, como os chamados meltdowns, que não são escolhas da criança, mas respostas a um excesso de estímulos ou emoções que ela ainda não consegue regular sozinha.
Observar o contexto, a frequência e a intensidade desses comportamentos é fundamental. Quando os sinais começam a impactar a vida escolar, familiar ou social da criança, buscar orientação profissional pode fazer toda a diferença.
A avaliação psicológica e, quando indicada, a avaliação neuropsicológica ajudam a compreender o que está por trás do comportamento, oferecendo caminhos claros para apoiar o desenvolvimento da criança e aliviar o sofrimento da família. Procurar ajuda não é exagero é cuidado.

Alessandra Procópio Moreira
Neuropsicóloga CRP 08/41553
Especialista em Avaliação psicológica/neuropsicológica e
transtornos do Neurodesenvolvimento
(46)92001-9598

Não é falta de força de vontade: o que muda no corpo da mulher depois dos 30

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Se você já pensou “antes eu emagrecia fácil, agora nada funciona”, saiba: não é drama. E definitivamente não é falta de disciplina.
A partir dos 30 anos, o corpo feminino começa a passar por mudanças silenciosas. A massa muscular tende a diminuir, o que reduz o gasto energético basal. O sono muitas vezes piora. O nível de estresse aumenta. E as oscilações hormonais ficam mais evidentes.

O resultado? Mais facilidade para acumular gordura — especialmente na região abdominal — e mais dificuldade para perder.

Muitas mulheres, ao perceberem isso, fazem o que aprenderam a vida inteira: cortam comida, aumentam o cardio e entram em dietas cada vez mais restritivas. Só que essa estratégia, além de insustentável, pode piorar o cenário. Restringir demais reduz ainda mais o metabolismo, aumenta o cansaço e intensifica episódios de compulsão.
Emagrecer depois dos 30 não exige mais sofrimento. Exige estratégia.

Significa preservar e construir massa muscular, organizar a alimentação de forma inteligente, respeitar o ciclo hormonal, priorizar sono e aprender a lidar com o estresse — sem viver em guerra com a comida.

O corpo da mulher não “quebra” aos 30. Ele apenas muda. E quando entendemos essas mudanças, deixamos de lutar contra ele e começamos a trabalhar a favor.

É justamente com esse olhar que desenvolvi o Método Ciclos, um acompanhamento nutricional focado na fisiologia feminina, nas fases hormonais e na construção de resultados sustentáveis. Quando respeitamos o corpo da mulher e aplicamos as estratégias corretas para cada fase da vida, o emagrecimento deixa de ser uma batalha e passa a ser consequência.

Se você sente que está fazendo tudo “certo” e mesmo assim não vê resultados, talvez esteja apenas usando a estratégia errada para o momento certo da sua vida.

Conheça o Método Ciclos e descubra como é possível emagrecer com saúde, equilíbrio e inteligência nutricional.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line e presencial na Femiclin em Palmas/PR

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