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segunda-feira,28 setembro,2026
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PODEMOS PARANÁ PROMOVE REUNIÃO-COFFEE EM PALMAS COM A PRESENÇA DE LU BONATTO

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O Podemos Paraná realizará no dia 16 de junho, às 16h30, uma reunião-coffee em Palmas, reunindo lideranças, filiados, simpatizantes e membros da comunidade para debater temas relacionados ao desenvolvimento local, participação cidadã e perspectivas para o futuro do Paraná.

O encontro contará com a presença de Lu Bonatto, Presidente Estadual do Podemos Paraná e pré-candidata a Deputada Estadual, que participará de uma conversa aberta sobre a conjuntura política nacional, estadual e municipal, além dos desafios e oportunidades para os municípios paranaenses.

Entre os temas previstos na pauta estão a participação de mulheres e jovens na política, o fortalecimento da participação comunitária, a busca por emendas parlamentares e investimentos públicos, bem como questões de interesse local, como saneamento básico, proteção animal, defesa dos direitos da criança e do adolescente, fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e redução das filas para consultas, exames e cirurgias.

O evento também será uma oportunidade para acolher novas filiações e fortalecer a organização partidária do Podemos em Palmas.

Segundo os organizadores, a proposta é promover um espaço de diálogo e construção coletiva, aproximando a comunidade das discussões que impactam diretamente a vida da população e fortalecendo a participação cidadã na busca por soluções para os desafios locais.

SERVIÇO
Evento: Reunião-Coffee do Podemos Paraná
Data: 16 de junho de 2026
Horário: 16h30
Local: Obelisco Gastro Bar Rua Marechal Deodoro, 1087 Centro – Palmas/PR
Participação: Limitada
Informações e confirmações: (46) 97606-5757
Organização: Podemos Paraná Podemos Palmas Rodrigo João Pimenta

Venda de Imóvel MCMV: O que você precisa saber para não perder dinheiro e segurança

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Muitas famílias que conquistaram a casa própria pelo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) chegam a um momento de transição: a família cresceu, surgiu uma oportunidade em outra cidade ou, simplesmente, o desejo de um upgrade para um imóvel maior. Diante disso, a pergunta que recebo diariamente no escritório é: “Eclea, eu posso vender meu imóvel que ainda está financiado pelo programa?”
A resposta curta é sim, mas o “como” faz toda a diferença entre uma negociação bem-sucedida e um pesadelo jurídico e financeiro. Em 2026, com as novas regras que agora contemplam famílias com ganho bruto de até R$13.000 (Faixa 4) e imóveis de até R$600.000, o mercado está mais aquecido do que nunca. No entanto, as regras de saída do programa continuam rigorosas e exigem atenção.
O primeiro grande ponto de atenção é o subsídio. Se você recebeu um desconto do governo para comprar sua casa e decide vendê-la nos primeiros cinco anos de contrato, saiba que o banco exigirá a devolução proporcional desse benefício. Não é uma “multa”, mas sim a compreensão de que o auxílio estatal cumpriu sua função social de moradia. Ao transformar o bem em ativo de mercado precocemente, o valor deve retornar ao fundo.
Outro erro crítico que vejo muitos proprietários cometerem é o famoso “contrato de gaveta”, sem garantias e previsibilidades. Como especialista, meu alerta é enfático: o repasse informal na maioria das vezes é um risco altíssimo. Para a Caixa, o contrato de gaveta não tem validade jurídica para transferir a dívida. Se o comprador atrasar as parcelas, o nome que irá para o SCR (Sistema de Informações de Crédito) e terá o rating bancário destruído é o do vendedor original. Além disso, o comprador corre o risco de ver o imóvel ir a leilão por uma dívida que ele acreditava estar pagando, mas que legalmente não lhe pertence.
Para uma venda segura, existem três caminhos técnicos: a quitação total antecipada, a utilização de parte do valor da venda para liquidar o saldo devedor (o chamado Interveniente Quitante) ou a transferência formal do financiamento. Nesta última, o novo comprador passa por uma análise de crédito rigorosa, onde avaliamos o comprometimento sistêmico da renda e o comportamento financeiro global.
Minha orientação como mentora e correspondente é sempre inverter a lógica tradicional: antes de colocar a placa de “vende-se”, organize a engenharia do seu crédito. Verifique seu saldo devedor atualizado, entenda o impacto de possíveis subsídios a devolver e certifique-se de que sua próxima etapa habitacional está garantida. A venda de um imóvel MCMV pode, sim, ser o degrau para uma vida melhor, desde que cada passo seja dado dentro das normas bancárias, garantindo previsibilidade e, acima de tudo, a segurança do seu patrimônio.
Para dominar as nuances do crédito imobiliário e dar o próximo passo com confiança, convido você a acompanhar minhas redes sociais. Lá compartilho estratégias aprofundadas sobre crédito inteligente, uso do FGTS e tudo o que você precisa saber para sair do aluguel sem surpresas desagradáveis. Siga a @ecleacamine e transforme o financiamento no seu maior aliado.
Eclea Camine Especialista em Financiamento Imobiliário, Correspondente Caixa e Mentora.

Melasma: tratamento exige estratégia, segurança e acompanhamento médico

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O melasma é uma condição caracterizada pelo aparecimento de manchas acastanhadas, principalmente na face, e afeta com maior frequência mulheres. Embora não represente risco à saúde, pode impactar significativamente a autoestima e a qualidade de vida. Seu tratamento exige cautela, individualização e expectativas realistas.
Muitas pessoas acreditam que existe uma solução rápida ou definitiva para o melasma, mas a realidade é diferente. Trata-se de uma doença crônica, influenciada por fatores como predisposição genética, exposição à radiação ultravioleta e à luz visível, alterações hormonais, fotoenvelhecimento e processos inflamatórios. Por isso, o objetivo do tratamento é controlar a doença, reduzir as manchas e prevenir novas recidivas.

Os meses de outono e inverno costumam ser considerados a melhor época para a realização de procedimentos médicos voltados ao tratamento do melasma. Com menor intensidade da radiação solar e temperaturas mais amenas, há redução do risco de hiperpigmentação pós-inflamatória e maior segurança para a recuperação da pele. No entanto, a proteção solar rigorosa deve ser mantida durante todo o ano.

Atualmente, a combinação de estratégias tem proporcionado resultados mais satisfatórios. Além dos agentes clareadores tópicos e orais prescritos de forma individualizada, procedimentos regenerativos vêm ganhando espaço por atuarem na melhora da qualidade da pele e no controle dos mecanismos envolvidos na pigmentação. Tecnologias adequadamente indicadas, microagulhamento e injetáveis podem integrar protocolos que associam rejuvenescimento e tratamento das manchas, sempre respeitando o perfil de cada paciente.
É fundamental destacar que nem todo procedimento é indicado para todos os casos. Intervenções realizadas sem avaliação adequada podem agravar o melasma, tornando as manchas mais resistentes ao tratamento. Por isso, o acompanhamento com médico habilitado é indispensável para definir a melhor abordagem, monitorar a evolução e realizar ajustes quando necessário.

O tratamento do melasma deve ser encarado como um cuidado contínuo. Disciplina no uso dos produtos prescritos, fotoproteção diária e acompanhamento regular são pilares essenciais para alcançar resultados seguros e duradouros. Mais do que buscar o clareamento imediato, é preciso tratar a pele com responsabilidade, respeitando seus limites e priorizando sua saúde.

Dra. Glauce Yumi Nozaki
Médica Dermatologista
Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

Clínica Dermarium
Telefone: (46) 3262-3863
Rua Augusto Guimarães 1074
Sala 103 – Palmas – Paraná

RECUO DE CALÇADA: O QUE VOCÊ PRECISA SABER ANTES DE CONSTRUIR

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Ao planejar uma construção, muitas pessoas se preocupam com o tamanho da casa, a quantidade de cômodos e o orçamento da obra, no entanto, um detalhe que costuma passar despercebido pode gerar grandes problemas no futuro: os recuos exigidos pela legislação municipal.

O recuo é a distância mínima que deve ser respeitada entre a construção e os limites do terreno. Existem os recuos frontais, laterais e de fundos, definidos pelo Plano Diretor e pelo Código de Obras de cada município.

Antes de iniciar qualquer construção, é fundamental consultar a Prefeitura e verificar quais são as exigências aplicáveis ao imóvel.

Outro ponto importante é que o alinhamento da calçada nem sempre coincide com o muro do imóvel. Existem situações em que o município prevê futuros alargamentos de ruas e avenidas, exigindo que novas edificações respeitem um alinhamento específico para preservar o planejamento urbano.

Por isso, a contratação de um engenheiro civil habilitado é essencial, pois esse profissional poderá analisar a documentação do terreno, consultar a legislação local e elaborar um projeto compatível com as normas vigentes, evitando transtornos e gastos desnecessários.

Se você precisa de projetos, execução de obras ou consultoria técnica com confiança e profissionalismo, conte com um engenheiro civil qualificado entre em contato e garanta um serviço seguro, eficiente e com qualidade em cada detalhe da sua obra.

Thiago Pertice
Engenheiro Civil
CREA-PR 144750/D
(46) 98822-1293

O que estou levando para casa após o Congresso da SOCESP?

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O cardiologista é muito mais do que o médico do coração.

Prevenimos infarto e AVC, mas também avaliamos obesidade, diabetes, gordura visceral, esteatose hepática, saúde mental, vacinação, qualidade do sono e hábitos de vida. O cuidado cardiovascular é integral e acompanha o paciente em todas as fases da vida.

A obesidade é uma doença hipotalâmica.

O hipotálamo regula fome, saciedade, gasto energético e temperatura corporal. Nosso organismo foi programado para sobreviver à escassez, não à abundância. Por isso, a obesidade não pode ser encarada apenas como falta de disciplina ou força de vontade, mas como uma doença crônica, complexa e multifatorial.

O tratamento da obesidade deve ser precoce e contínuo

Medicamentos como os agonistas de GLP-1 são ferramentas importantes no tratamento e não representam uma substituição da mudança de hábitos. Alimentação saudável, atividade física, sono adequado e saúde emocional continuam sendo pilares fundamentais.

Estamos vivendo uma revolução no tratamento do colesterol.

Além do LDL, hoje valorizamos marcadores como colesterol não-HDL e lipoproteína(a), que ajudam a identificar melhor o risco cardiovascular. Ao mesmo tempo, terapias inovadoras, incluindo edição gênica, já demonstram potencial para reduzir colesterol de forma duradoura e transformar a prevenção cardiovascular no futuro.

A saúde cardiovascular da mulher merece atenção especial.

Após a menopausa, o risco cardiovascular aumenta significativamente. A terapia de reposição hormonal pode trazer benefícios importantes quando bem indicada, mas deve ser avaliada de forma individualizada, considerando riscos, benefícios e características de cada paciente.

O sono é um dos pilares mais negligenciados da saúde.

A apneia do sono aumenta o risco de hipertensão, fibrilação atrial, infarto, AVC, insuficiência cardíaca, diabetes e obesidade. O mais preocupante é 80% das pessoas não sabe que possui o problema. Ronco, cansaço excessivo e sono não reparador merecem atenção.

Espiritualidade também faz parte da prevenção.

Propósito de vida, conexões humanas, fé e espiritualidade estão associados a melhor qualidade de vida, maior adesão aos tratamentos e melhores desfechos cardiovasculares. Cuidar do coração vai além dos exames e medicamentos.

Vacinação é estratégia de longevidade.

A prevenção de infecções reduz hospitalizações, complicações e eventos cardiovasculares. Manter a carteira vacinal atualizada é uma medida simples, segura e eficaz para proteger a saúde.

Anabolizantes não são inofensivos.

O uso de doses suprafisiológicas pode causar hipertensão arterial, arritmias, trombose, infarto, insuficiência cardíaca e morte súbita. A aparência de saúde nem sempre reflete um coração saudável.

A prevenção cardiovascular começa na infância.

O infarto que acontece aos 50 anos muitas vezes começa décadas antes. Educação em saúde, incentivo à atividade física, alimentação saudável, controle do peso, do sono e da pressão arterial devem fazer parte do cuidado das crianças. Investir na saúde infantil é uma das estratégias mais poderosas para reduzir doenças cardiovasculares no futuro.

Saio deste congresso ainda mais convencida de que a medicina do futuro será cada vez mais preventiva, personalizada e humana. O melhor tratamento para as doenças cardiovasculares continua sendo evitar que elas aconteçam.

Açúcar, telas e outros fatores que podem imitar o TDAH

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Antes de se estabelecer um diagnóstico de TDAH, é fundamental que a criança seja avaliada de forma ampla e criteriosa. Diversos fatores ambientais, comportamentais e até mesmo biológicos podem produzir sintomas semelhantes aos observados no transtorno, levando a interpretações equivocadas quando não há uma investigação adequada.
Entre esses fatores, destacam-se o consumo excessivo de alimentos ricos em açúcar, o uso prolongado de telas e alterações relacionadas à saúde física e nutricional. O excesso de estímulos digitais, por exemplo, pode contribuir para dificuldades de concentração, irritabilidade, impulsividade e redução da tolerância à frustração. Da mesma forma, hábitos alimentares inadequados e privação de sono podem impactar significativamente a atenção e o comportamento infantil.
Além disso, condições médicas como anemia, deficiências vitamínicas, alterações hormonais, distúrbios do sono, ansiedade e dificuldades emocionais também podem manifestar sintomas que se assemelham ao TDAH. Por essa razão, a avaliação não deve se limitar à observação de comportamentos isolados, mas considerar o contexto global de desenvolvimento da criança.
O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento com critérios diagnósticos bem estabelecidos, que exigem a presença persistente de sintomas em diferentes ambientes e prejuízos significativos no funcionamento diário. Portanto, antes de atribuir dificuldades de atenção ou agitação ao transtorno, é essencial investigar outros fatores que possam estar contribuindo para esses comportamentos.
Nesse contexto, destaca-se a importância de uma avaliação realizada por profissionais capacitados, que utilizem entrevistas clínicas, informações familiares e escolares, observação comportamental e instrumentos validados cientificamente. Um diagnóstico cuidadoso não apenas evita rotulações inadequadas, mas também garante que a criança receba a intervenção mais adequada às suas reais necessidades.

Referencial teórico:
Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, Fifth Edition, Text Revision (DSM-5-TR). American Psychiatric Association. (2022). DSM-5-TR: Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais.
Faraone, S. V., et al. (2021). The World Federation of ADHD International Consensus Statement: 208 Evidence-based conclusions about ADHD. Neuroscience & Biobehavioral Reviews, 128, 789-818.
Wolraich, M. L., et al. (2019). Clinical Practice Guideline for the Diagnosis, Evaluation, and Treatment of ADHD in Children and Adolescents. Pediatrics, 144(4).

Alessandra Procópio Moreira
Neuropsicóloga
CRP 08/41553
Especialista em Avaliação psicológica/neuropsicológica e transtornos do Neurodesenvolvimento

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