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sexta-feira,31 julho,2026
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Mega plantão imobiliário reforça novo movimento de vendas no setor

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O mercado imobiliário tem passado por uma mudança importante na forma de gerar negócios. Se antes o processo era mais passivo, hoje exige estratégia, presença e criação de oportunidades reais para o cliente tomar decisão.
É dentro desse contexto que surge o Mega Plantão Chimarrão Camine, que será realizado no dia 11 de abril, em Palmas (PR). Mais do que um evento pontual, a proposta reflete um modelo de atuação cada vez mais presente no mercado: concentrar oportunidades, facilitar condições e aproximar o cliente da decisão.
A ideia é simples, mas estratégica. Reunir, em um único dia, diferentes possibilidades de negociação, com condições que muitas vezes não estão disponíveis no dia a dia como entrada facilitada, parcelamentos diretos e alternativas com menor burocracia.
Esse tipo de movimento atende, inclusive, um público que ainda não está totalmente decidido a comprar, mas que passa a enxergar novas possibilidades quando encontra um cenário mais acessível e organizado.
Outro ponto relevante é o uso do financiamento imobiliário como ferramenta estratégica dentro desse processo. Quando bem aplicado, ele deixa de ser apenas uma etapa final e passa a orientar toda a jornada do cliente, trazendo mais clareza e segurança na tomada de decisão.
Eventos como esse mostram que o mercado não se movimenta apenas por oferta, mas pela forma como essa oferta é apresentada. Criar ambiente, contexto e condição faz parte de uma atuação mais estruturada e alinhada com o comportamento atual do consumidor.
O Mega Plantão, nesse sentido, não é apenas uma ação comercial. É um reflexo de um mercado que vem se tornando mais estratégico, mais acessível e, principalmente, mais orientado à decisão.
Eclea Camine é corretora de imóveis, empresária e mentora. Fundadora da Camine Imóveis, atua há mais de 15 anos utilizando o financiamento imobiliário como estratégia de vendas. Criadora do método Captação Inteligente, é coautora do livro Experiências de Mulheres no Mercado Imobiliário 2 e palestrante internacional. Em sua coluna, compartilha estratégias, tendências e movimentos do mercado imobiliário.

Ecléa Camine
Empresária Imobiliária |Mentora
Criadora do Método Captação Inteligente- C.I.
Especialista em Financiamento Imobiliário
@ecleacamine

O frio chegou e a pele pode mudar

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O inverno é uma estação que exige atenção redobrada com a pele. As temperaturas mais baixas, associadas à menor umidade do ar e aos banhos mais quentes, favorecem a perda de água da pele, resultando em ressecamento, descamação, coceira, irritações e maior sensibilidade. Neste período, ajustar a rotina de cuidados é fundamental para manter a saúde e a beleza cutânea – além de evitar algumas doenças.

A hidratação é o ponto-chave. Diferente do verão, quando loções leves costumam ser suficientes, no inverno é indicado investir em cremes mais densos, com ativos como ceramidas, ácido hialurônico, pantenol, vitamina E e glicerina. Esses componentes ajudam a restaurar a barreira cutânea e a reter a umidade. A aplicação deve ser feita logo após o banho, momento em que a pele ainda está levemente úmida, potencializando a absorção e melhorando os resultados. Caso necessário, pode-se aplicar mais vezes ao longo do dia nas regiões mais ásperas.

Outro hábito importante é evitar banhos muito quentes e demorados, exagerar na esfoliação ou no uso de buchas, que removem a camada lipídica protetora da pele. Prefira água morna e utilize sabonetes suaves, com pH fisiológico. Além disso, áreas como lábios, mãos e pés merecem atenção especial, pois tendem a ressecar mais facilmente.

Mesmo com menor exposição solar aparente, o uso de protetor solar continua indispensável. A radiação ultravioleta permanece ativa e contribui para o envelhecimento precoce, câncer de pele e manchas como o melasma, que pode inclusive piorar no inverno devido ao uso de fontes de calor e luz visível.

O inverno também é uma excelente época para investir em tratamentos dermatológicos, como peelings químicos, lasers e microagulhamento, já que há menor exposição solar direta, reduzindo riscos de complicações. Esses procedimentos auxiliam na renovação celular, melhora da textura e uniformização do tom da pele.

Por fim, manter uma boa ingestão de água e uma alimentação equilibrada contribui de dentro para fora. Cuidar da pele no inverno vai além da estética: é uma forma de preservar sua função de proteção e garantir conforto e saúde ao longo da estação.

Dra. Glauce Yumi Nozaki
Médica Dermatologista
Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

Clínica Dermarium
Telefone: (46) 3262-3863
Rua Augusto Guimarães 1074
Sala 103 – Palmas – Paraná

Sofri um acidente e fiquei com sequelas: tenho direito ao auxílio-acidente?

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Pouca gente sabe, mas além do auxílio-doença e da aposentadoria por invalidez, existe um benefício importante no INSS para quem sofreu um acidente e ficou com sequelas permanentes: o auxílio-acidente. Ele é pouco divulgado, mas faz toda a diferença na vida de trabalhadores que nunca mais conseguem trabalhar como trabalhavam antes.
O auxílio-acidente é um benefício indenizatório, pago ao segurado que, após um acidente — seja de trabalho, trânsito, doméstico ou qualquer outro — fica com uma redução definitiva da capacidade laboral, mesmo que consiga continuar trabalhando.
Ou seja: não precisa estar totalmente incapacitado para ter direito. Basta que o acidente tenha deixado uma limitação permanente que dificulte suas atividades profissionais.

Alguns exemplos comuns:
✔perda parcial de movimentos;
✔limitação em membros superiores ou inferiores;
✔redução de força;
✔sequelas ortopédicas;
✔ visão diminuída;
✔ danos neurológicos.

O principal: é possível continuar trabalhando normalmente enquanto recebe o auxílio-acidente.

Para ter direito, é necessário passar por perícia médica do INSS, que irá confirmar a existência da sequela e a redução da capacidade. É importante levar exames, laudos, relatórios médicos e qualquer documento que comprove o acidente e suas consequências.

Outro detalhe relevante: o benefício é devido mesmo que o acidente não tenha relação com o trabalho. Basta que o segurado esteja vinculado ao INSS na época do ocorrido.

Infelizmente, o INSS costuma negar muitos pedidos. Nesses casos, é possível recorrer administrativamente ou buscar o Judiciário, onde a perícia é mais completa e detalhada.

O auxílio-acidente não apaga a dor do acidente, mas oferece um suporte financeiro para quem teve a vida modificada por uma limitação permanente. É um direito pouco conhecido — e que pode mudar realidades.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR nº 108.915 – OAB/SC 70.779

CONSTRUÇÃO CIVIL: CRESCIMENTO COM QUALIDADE, SEGURANÇA E PLANEJAMENTO

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A construção civil vem crescendo cada vez mais e tem um papel muito importante no desenvolvimento da nossa região, mas para que esse crescimento seja realmente positivo, é essencial que ele seja baseado em três pontos principais: qualidade, segurança e planejamento.

Quando falamos em qualidade, não é só sobre a aparência da obra pronta. É sobre fazer tudo da forma correta desde o início, usando bons materiais e seguindo as técnicas adequadas. Isso garante construções mais duráveis, evita problemas futuros e valoriza o imóvel.

A segurança também não pode ser deixada de lado. Obras envolvem riscos, e por isso é fundamental seguir as normas, usar equipamentos de proteção e manter a equipe bem treinada. Um ambiente seguro protege vidas e ainda contribui para um trabalho mais eficiente.

Já o planejamento é o que organiza tudo. Antes de começar uma obra, é importante pensar em cada detalhe: custos, prazos, impacto no entorno e uso dos recursos. Um bom planejamento evita atrasos, desperdícios e dores de cabeça.

Quando esses três pontos são levados a sério, a construção civil deixa de ser apenas obra e passa a ser desenvolvimento de verdade, trazendo benefícios para toda a comunidade.

Se você está pensando em construir ou reformar, entre em e tire sua ideia do papel com quem entende do assunto, tenha a tranquilidade de um serviço bem planejado e executado.

Thiago Pertice
Engenheiro Civil
CREA-PR 144750/D
(46) 98822-1293

Nem toda porta aberta recebe gente

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Tem loja no centro da cidade com vitrine de revista, fachada espelhada, rua movimentada.
E vazia por dentro.
Tem negócio pequeno, no bairro esquecido, sem placa iluminada — e faturando.
Por quê? Porque localização não garante alma.
Não segura cliente. Não sustenta relação.
É claro que estar num bom ponto ajuda.
Visibilidade é ponte. Acessibilidade conta.
Mas se a marca não sabe o que entrega,
se o atendimento é apático, se a experiência não toca…o cliente passa reto.
Ou pior: entra, sai — e nunca mais volta.
Ficar bem posicionado no mapa da cidade não significa estar bem posicionado no mapa mental do cliente.
E é aí que muitos negócios tropeçam: apostam no endereço, mas esquecem o essencial.
Esquecem do gosto que fica. Do nome que se guarda. Do sentimento que faz alguém voltar. Local não é tudo.
Porque no final, não é o lugar que faz a entrega ser memorável —
é a verdade do que se entrega.
É comum ver empresas apostarem alto no ponto comercial
e baixo na construção de significado.
Alto no metro quadrado,
baixo no valor percebido.
Mas não é o tamanho da calçada que define o caminho.
É o quanto você realmente toca quem passa por ela.O endereço é o chão.
Mas o que faz um negócio crescer são as raízes:
propósito claro, posicionamento firme, escuta real, consistência no dia a dia.
Porque no fim das contas, não é onde a empresa está…é onde ela alcança.
E alcançar, hoje, exige mais do que estar à vista.
Exige fazer sentido. Exige deixar marca.

Vacina contra Gripe pode evitar Infarto

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A gripe segue sendo um importante problema de saúde pública em 2026, especialmente nos meses mais frios no Sul do Brasil, incluindo o Paraná. Trata-se de uma infecção viral respiratória altamente transmissível, capaz de evoluir de quadros leves até formas graves, como síndrome respiratória aguda e óbito, sobretudo em idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas.

No Paraná, assim como em todo o país, a campanha de vacinação contra influenza começou em março de 2026, com foco em grupos prioritários e meta de alta cobertura vacinal para reduzir internações e mortes. A vacina é considerada a principal estratégia de prevenção, sendo capaz de diminuir complicações, hospitalizações e sobrecarga do sistema de saúde.

Além dos efeitos respiratórios, estudos recentes reforçam um aspecto ainda pouco conhecido: o impacto da gripe sobre o coração. A infecção pelo vírus influenza desencadeia uma resposta inflamatória sistêmica intensa, que pode desestabilizar placas de gordura nas artérias e precipitar eventos como infarto e acidente vascular cerebral. Esse risco é particularmente elevado na primeira semana após a infecção.

Dados publicados em 2026 mostram que o risco de infarto pode aumentar em até cinco vezes após um episódio de gripe, enquanto o de AVC pode triplicar nesse período. Esses achados ajudam a explicar por que surtos de influenza frequentemente se associam a aumento de eventos cardiovasculares em nível populacional.

A boa notícia é que a vacinação também protege o coração. Estudos recentes demonstram que pessoas vacinadas apresentam redução significativa desses eventos, com queda de cerca de 50% no risco cardiovascular mesmo quando ocorre infecção. Além de prevenir a gripe, a vacina atenua a resposta inflamatória e reduz a instabilidade das placas ateroscleróticas.

Diante desse cenário, a vacina contra a gripe deve ser encarada não apenas como proteção contra sintomas respiratórios, mas como uma medida de prevenção cardiovascular. Em um estado como o Paraná, com envelhecimento populacional crescente e alta prevalência de doenças crônicas, ampliar a cobertura vacinal é uma estratégia essencial para salvar vidas
— inclusive do coração.

Quando devo me preocupar com o comportamento do meu filho?

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Muitos pais se fazem essa pergunta em silêncio. Afinal, é comum surgirem dúvidas como: “Será que é só uma fase?” ou “Estou exagerando?”. A verdade é que nem sempre é fácil diferenciar comportamentos esperados do desenvolvimento infantil de sinais que merecem mais atenção.
Crianças expressam o que sentem de formas diferentes dos adultos. Muitas vezes, aquilo que parece “birra”, “teimosia” ou “desobediência” pode ser, na verdade, uma forma de comunicar emoções que ainda não conseguem nomear, como ansiedade, insegurança, tristeza ou frustração.
Alguns sinais merecem um olhar mais cuidadoso como dificuldades persistentes na escola, mudanças bruscas de comportamento, irritabilidade frequente, isolamento, medos intensos, dificuldade para dormir ou para se concentrar. Também é importante observar quando a criança demonstra sofrimento diante de situações do dia a dia ou quando há impacto nas relações familiares e sociais.
De acordo com a literatura contemporânea da psicologia do desenvolvimento, o comportamento infantil deve ser compreendido a partir de uma perspectiva multifatorial, envolvendo aspectos biológicos, emocionais e ambientais. Estudos recentes apontam que alterações persistentes no comportamento, humor ou desempenho escolar podem indicar a necessidade de avaliação psicológica, especialmente quando associadas a prejuízos funcionais (AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION, 2022; PAPALIA; FELDMAN, 2013).
Além disso, evidências científicas demonstram que intervenções psicológicas precoces favorecem o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, contribuindo para melhor adaptação da criança em diferentes contextos e prevenindo o agravamento de dificuldades ao longo do desenvolvimento (FELDMAN, 2020; BEE; BOYD, 2011).
Outro ponto importante é lembrar que cada criança tem seu próprio ritmo de desenvolvimento. No entanto, quando algo começa a gerar preocupação constante nos pais ou prejuízos no bem-estar da criança, buscar orientação profissional pode fazer toda a diferença.
Procurar um psicólogo não significa que os pais falharam, pelo contrário, é um ato de cuidado e responsabilidade. A escuta especializada ajuda a compreender o que está por trás dos comportamentos e a encontrar caminhos mais saudáveis para o desenvolvimento emocional da criança.
Quanto antes esse olhar atento acontece, maiores são as chances de promover mudanças positivas e prevenir dificuldades futuras.
Se você tem dúvidas sobre o desenvolvimento ou comportamento do seu filho, não ignore sua intuição. Cuidar da saúde emocional na infância é investir em um futuro mais equilibrado e saudável.
Cuidar é também saber quando pedir ajuda.

Referências
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais: DSM-5-TR. 5. ed. rev. Porto Alegre: Artmed, 2022.
BEE, H.; BOYD, D. A criança em desenvolvimento. 12. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.
FELDMAN, R. S. Desenvolvimento humano. 14. ed. Porto Alegre: Artmed, 2020.
PAPALIA, D. E.; FELDMAN, R. D. Desenvolvimento humano. 12. ed. Porto Alegre: AMGH, 2013.

Alessandra Procópio Moreira
Neuropsicóloga CRP 08/41553
Especialista em Avaliação psicológica/neuropsicológica e
transtornos do Neurodesenvolvimento

Barriga não é só estética: o que ela diz sobre sua saúde

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Muitas pessoas ainda enxergam a gordura abdominal apenas como uma questão estética.

Mas a verdade é que a “barriga” vai muito além da aparência — ela pode ser um sinal importante sobre o que está acontecendo no seu organismo.

A gordura localizada na região abdominal, especialmente a chamada gordura visceral, é metabolicamente ativa. Isso significa que ela não está ali apenas armazenada: ela interfere diretamente no funcionamento do corpo.

Esse tipo de gordura está associado a um maior risco de resistência à insulina, aumento da glicose no sangue, alterações no colesterol, inflamação crônica e maior probabilidade de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

E o mais importante: muitas vezes, ela aparece mesmo em pessoas que acreditam estar fazendo tudo certo.

Alimentação “equilibrada”, tentativas de dieta, períodos de exercício… ainda assim, a gordura abdominal persiste.

Isso acontece porque o problema nem sempre está apenas na quantidade de comida ou no nível de esforço.

Com o passar dos anos, o metabolismo se torna mais lento, a sensibilidade à insulina pode diminuir e alterações hormonais passam a influenciar diretamente o acúmulo de gordura na região abdominal.

Além disso, fatores como estresse, privação de sono e rotina desorganizada contribuem ainda mais para esse cenário.

Por isso, insistir apenas em estratégias genéricas — como “comer menos e se exercitar mais” — costuma gerar frustração.

O emagrecimento, principalmente quando envolve gordura abdominal, exige uma abordagem mais estratégica e individualizada.

Hoje, já sabemos que é possível atuar diretamente no metabolismo, melhorando o controle do apetite, a sensibilidade à insulina e favorecendo a redução da gordura visceral de forma mais eficiente.

Nesse contexto, a tirzepatida surge como uma importante aliada no tratamento do excesso de peso, quando bem indicada e associada a um acompanhamento profissional adequado.

Na Femiclin, esse cuidado é realizado de forma integrada, com a Dra. Fátima e comigo, por meio de protocolos estruturados que unem estratégia nutricional, acompanhamento individualizado e, quando necessário, o uso da medicação.

Porque reduzir a barriga não é apenas uma questão estética.

É uma questão de saúde, prevenção e qualidade de vida.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line e presencial na Femiclin em Palmas/PR

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