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quarta-feira,30 setembro,2026
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Em gesto histórico no Mês das Mães, presidente da OAB Palmas transfere simbolicamente presidência à advogada Letícia Tiepo

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Em uma homenagem marcada por simbolismo, reconhecimento e valorização da força feminina na advocacia, o presidente da OAB Subseção de Palmas, Dr. Eduardo Tobera Filho, anunciou neste mês de maio a transferência simbólica da presidência da subseção para a advogada Drª Letícia Tiepo, profissional atuante na comarca de Mangueirinha.

A iniciativa ocorre em celebração ao Mês das Mães e busca prestigiar as mulheres paranaenses, especialmente aquelas que conciliam diariamente a missão da maternidade com a defesa da advocacia, das prerrogativas profissionais e dos direitos da sociedade.

Segundo o presidente, a homenagem representa o reconhecimento da força, sensibilidade e coragem das mães advogadas, que exercem papel fundamental tanto no ambiente familiar quanto na construção da justiça.

“Tenho a certeza absoluta de que neste mês a Drª Letícia Tiepo, em comunhão com todas as demais mães advogadas, defenderá as prerrogativas profissionais e os direitos da sociedade com a mesma dedicação, amor e firmeza com que defendem seus próprios filhos”, destacou Dr. Eduardo Tobera Filho.

A Drª Letícia Tiepo, reconhecida por sua atuação na comarca de Mangueirinha, recebeu a homenagem com emoção e ressaltou a importância da valorização da mulher na advocacia contemporânea, especialmente das mães que enfrentam diariamente os desafios da profissão sem abrir mão do cuidado com a família.

A ação da OAB Palmas reforça uma pauta cada vez mais presente dentro da advocacia brasileira: o reconhecimento da liderança feminina e da necessidade de ampliar espaços de representatividade para mulheres dentro das instituições jurídicas.

O gesto repercutiu positivamente entre advogados e lideranças da região, sendo visto como uma homenagem sensível e inspiradora durante o mês dedicado às mães.

Fonte: Assessoria

Renda existe o que falta, muitas vezes, é organização: um convite para quem quer financiar

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Na última semana, realizei um encontro voltado a microempreendedores individuais (MEIs) e profissionais autônomos para tratar de um tema que impacta diretamente o acesso ao financiamento imobiliário: a comprovação de renda.
O que ficou evidente durante o encontro é algo que se repete no dia a dia do mercado: muitas pessoas têm renda, trabalham, faturam, mas não conseguem transformar isso em aprovação de crédito.
Isso acontece porque o banco não avalia apenas quanto se ganha, mas quanto se consegue comprovar de forma organizada e consistente.
Movimentações fora do sistema bancário, uso de transferências sem identificação e ausência de declaração adequada são alguns dos fatores que dificultam esse processo.
Outro ponto importante é que o financiamento não começa no momento da compra do imóvel. Ele começa antes, na forma como a vida financeira é estruturada.
Por isso, este é um momento decisivo.
O prazo para entrega do Imposto de Renda vai até o dia 31 de maio, e essa é uma das principais oportunidades para quem é MEI ou autônomo organizar sua renda de forma correta e aumentar suas chances de aprovação no financiamento.
Mais do que declarar, é preciso entender como declarar, quanto declarar e de que forma isso será analisado no momento do crédito.
A boa notícia é que isso pode ser ajustado com orientação.
Por isso, deixo aqui um convite direto: se você é autônomo ou MEI e quer entender se já consegue financiar, ou o que precisa ajustar para chegar nesse objetivo, este é o momento de buscar essa análise.
Uma simulação bem feita, baseada na sua realidade, traz clareza, direcionamento e evita decisões no escuro.
O acesso ao financiamento não depende apenas de renda. Depende de preparo.
E quem se organiza, consegue avançar com mais segurança.
Atendimentos e simulações estão sendo realizados neste período para quem deseja entender sua real capacidade de financiamento.

Ecléa Camine | 46 99934 0853
Corretora de imóveis | Empresária imobiliária
Especialista em financiamento imobiliário

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Decisões seguras começam com informação

Como funciona a prisão por pensão alimentícia?

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Pouca gente sabe, mas a pensão alimentícia é uma das únicas dívidas no Brasil que pode levar uma pessoa à prisão. E isso acontece porque a lei entende que a pensão não é uma dívida comum — ela está diretamente ligada à sobrevivência e ao bem-estar da criança ou adolescente.
Quando o pagamento deixa de ser feito, o responsável pela criança pode entrar com uma ação judicial chamada execução de alimentos. Nesse processo, o juiz determina que o devedor seja intimado para pagar os valores atrasados, normalmente no prazo de três dias.

E um detalhe importante: com apenas uma parcela em atraso já é possível pedir a prisão.

A prisão pode ser decretada em relação às três últimas parcelas vencidas, além das que forem vencendo durante o processo. O período de prisão varia de 1 a 3 meses, em regime fechado, embora o devedor fique separado dos presos comuns.

Mas atenção: a prisão não serve como punição criminal. O objetivo é pressionar o pagamento da dívida. Tanto que, mesmo preso, o devedor continua devendo os valores atrasados.

Outro erro comum é acreditar que basta parar de pagar quando surgem dificuldades financeiras. Se houve desemprego, queda de renda ou qualquer mudança importante, o caminho correto é entrar com uma ação revisional de alimentos, pedindo a redução da pensão. O que não pode acontecer é o genitor simplesmente deixar de pagar por conta própria.

Também é importante lembrar que presentes, viagens, roupas ou passeios não substituem a pensão alimentícia. Esses gastos são considerados voluntários e não podem ser descontados do valor devido, salvo acordo judicial.

A pensão não é um benefício para o outro genitor – ela existe para garantir alimentação, moradia, saúde, educação e dignidade aos filhos.
E é justamente por isso que a Justiça trata esse assunto com tanta seriedade.

Procure um profissional de sua confiança.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

Emptiers para gordura localizada, como funcionam na prática?

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A busca por tratamentos menos invasivos para gordura localizada tem crescido de forma significativa nos últimos anos. Diferentemente das “canetas emagrecedoras”, que tem como objetivo a perda de peso global, os emptiers tem por objetivo o tratamento de pequenas áreas de gordura – que geralmente persistem mesmo após um emagrecimento significativo.

Nesse contexto, os chamados “emptiers”, ou mais tecnicamente, lipolíticos injetáveis, vêm ganhando espaço nos consultórios de dermatologia estética.

Esses tratamentos consistem na aplicação de substâncias diretamente no tecido subcutâneo com o objetivo de promover a quebra das células de gordura. Entre os ativos mais utilizados estão o ácido deoxicólico, fosfatidilcolina e outras combinações que atuam destruindo a membrana dos adipócitos, facilitando a eliminação da gordura pelo organismo.

A principal indicação é para pequenas áreas de gordura localizada, como papada (gordura submentoniana), abdômen inferior, flancos, monte pubiano e região interna de coxas. É importante destacar que não se trata de um método de emagrecimento, mas sim de remodelação do contorno corporal, sendo mais eficaz em pacientes com peso estabilizado.

O procedimento é realizado em consultório, com aplicação rápida e, em geral, bem tolerada. Após a sessão, é comum ocorrer inchaço, vermelhidão e sensibilidade local, que costumam regredir em poucos dias.

O número de sessões varia conforme a área tratada, resposta individual e o volume de gordura, sendo comum a necessidade de mais de uma aplicação para um resultado satisfatório.

Apesar de ser considerado seguro quando realizado por profissionais habilitados, o tratamento não é isento de riscos. Podem ocorrer irregularidades, assimetrias e, mais raramente, complicações inflamatórias. Por isso, a avaliação individualizada é fundamental para indicação correta e planejamento adequado.

Além disso, a associação com hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e prática regular de atividade física, é essencial para manutenção dos resultados.

Em um cenário onde a naturalidade e a personalização são cada vez mais valorizadas, os lipolíticos injetáveis se consolidam como uma ferramenta interessante no manejo da gordura localizada, desde que utilizados com critério, técnica, planejamento e responsabilidade.

Dra. Glauce Yumi Nozaki
Médica Dermatologista
Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

Clínica Dermarium
Telefone: (46) 3262-3863
Rua Augusto Guimarães 1074
Sala 103 – Palmas – Paraná

ENGENHARIA CIVIL: A BASE DO DESENVOLVIMENTO DA INFRAESTRUTURA MODERNA

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Por trás de estradas, pontes, edifícios, sistemas de saneamento e obras urbanas, está o trabalho técnico e estratégico do engenheiro civil. Mais do que construir, a engenharia civil hoje busca soluções eficientes, sustentáveis e seguras.

Com o avanço das tecnologias, como o uso de softwares de modelagem, materiais inovadores e técnicas construtivas mais inteligentes, tornou-se possível otimizar recursos, reduzir custos e minimizar impactos ambientais.

Outro ponto importante é a manutenção das estruturas já existentes. A engenharia civil atua na avaliação e recuperação de obras, garantindo sua durabilidade e segurança ao longo do tempo.

Em um mundo cada vez mais urbanizado, investir em engenharia civil de qualidade é investir no futuro. É transformar espaços, conectar pessoas e promover desenvolvimento com responsabilidade.

Se você precisa de projetos, execução de obras ou consultoria técnica com confiança e profissionalismo, conte com um engenheiro civil qualificado entre em contato e garanta um serviço seguro, eficiente e com qualidade em cada detalhe da sua obra.


Thiago Pertice
Engenheiro Civil
CREA-PR 144750/D
(46) 98822-1293

Testosterona em mulheres: reposição exige cautela e avaliação cardiovascular

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O uso de testosterona em mulheres tem crescido nos últimos anos, impulsionado por promessas de melhora da libido, energia, composição corporal e bem-estar. No entanto, o que muitas vezes é apresentado como solução rápida pode carregar riscos relevantes, especialmente para o sistema cardiovascular.

A testosterona não é um hormônio exclusivo dos homens. Mulheres também a produzem em pequenas quantidades, desempenhando papel na saúde óssea, muscular e sexual. A reposição pode ser indicada em casos específicos, como no transtorno do desejo sexual hipoativo, mas deve ser feita com critério, dose adequada e acompanhamento médico rigoroso.

O problema começa quando há uso indiscriminado ou em doses suprafisiológicas. Nesses casos, a testosterona pode provocar alterações no perfil lipídico, como redução do HDL (o “bom colesterol”) e aumento do LDL, favorecendo a formação de placas ateroscleróticas. Além disso, pode aumentar a pressão arterial, promover resistência à insulina e estimular um estado inflamatório crônico, todos fatores diretamente ligados ao risco de infarto e AVC.

Outro ponto de atenção é o efeito sobre a coagulação. Alguns estudos sugerem que níveis elevados de andrógenos podem aumentar a agregação plaquetária, contribuindo para eventos trombóticos. Em mulheres com fatores de risco prévios — como obesidade, sedentarismo, histórico familiar ou menopausa — esse cenário se torna ainda mais preocupante.

Apesar de muitos benefícios relatados, ainda faltam estudos robustos de longo prazo que comprovem a segurança cardiovascular da reposição de testosterona em mulheres, principalmente fora das indicações clássicas.

Hormônio não é suplemento estético. Antes de iniciar qualquer terapia hormonal, é fundamental avaliar o risco cardiovascular global, individualizar a indicação e monitorar de forma contínua. O equilíbrio hormonal deve caminhar lado a lado com a segurança do coração.

A Importância da Rotina do Sono no Desenvolvimento Infantil

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O sono infantil é um processo neurobiológico essencial para o desenvolvimento saudável da criança. Mais do que um momento de descanso, dormir adequadamente participa ativamente da maturação cerebral, da regulação emocional, da aprendizagem e do equilíbrio comportamental. Nas últimas décadas, estudos da neurociência e da neuropsicologia têm demonstrado que a qualidade do sono na infância possui impacto direto no funcionamento cognitivo e emocional ao longo do desenvolvimento.
Durante o sono, especialmente nas fases profundas, o cérebro realiza importantes processos de reorganização neural. É nesse período que ocorre a consolidação da memória, o fortalecimento das conexões cerebrais relacionadas à aprendizagem e a recuperação física e mental do organismo. Além disso, há maior liberação do hormônio do crescimento, fundamental para o desenvolvimento físico infantil.
Crianças que mantêm uma rotina de sono regular tendem a apresentar melhor desempenho atencional, maior capacidade de concentração, melhor regulação emocional e melhor rendimento escolar. Em contrapartida, a privação de sono pode gerar prejuízos significativos nas funções executivas, como controle inibitório, memória de trabalho e flexibilidade cognitiva. Também é comum observar aumento de irritabilidade, impulsividade, agitação, dificuldades emocionais e alterações comportamentais em crianças que dormem pouco ou possuem horários desorganizados.
Do ponto de vista neuropsicológico, o cérebro infantil necessita de previsibilidade e organização para desenvolver adequadamente seus mecanismos de autorregulação. A rotina exerce papel estruturante no desenvolvimento da criança, especialmente nos primeiros anos de vida. Quando há constância nos horários de dormir e acordar, o organismo consegue sincronizar adequadamente seus ritmos biológicos, favorecendo maior estabilidade física e emocional.
Outro aspecto importante refere-se à produção da melatonina, hormônio responsável pela indução do sono. A exposição excessiva a telas no período noturno interfere diretamente nesse mecanismo fisiológico. A luz azul emitida por celulares, tablets e televisores reduz a produção de melatonina, dificultando o início do sono e comprometendo sua qualidade. Esse fator tem sido cada vez mais associado ao aumento de dificuldades comportamentais, irritabilidade e alterações atencionais na infância.
A literatura científica também aponta associação entre alterações do sono e dificuldades no desenvolvimento neuropsicológico. Crianças com sono insuficiente podem apresentar sintomas semelhantes aos observados em quadros de desatenção e hiperatividade, além de maior dificuldade na regulação emocional e no manejo de frustrações.
As necessidades de sono variam conforme a faixa etária. Em média:
·Crianças de 1 a 2 anos necessitam entre 11 e 14 horas de sono por dia;
·Crianças de 3 a 5 anos precisam de aproximadamente 10 a 13 horas;
·Entre 6 e 12 anos, recomenda-se de 9 a 12 horas por noite.
Algumas medidas simples podem favorecer uma boa higiene do sono:
·estabelecer horários regulares para dormir e acordar;
·evitar telas pelo menos uma hora antes de dormir;
·criar um ambiente tranquilo e com poucos estímulos;
·desenvolver rituais previsíveis antes do sono, como leitura ou conversas calmas;
·evitar excesso de estímulos e agitação no período noturno.
Promover uma rotina de sono adequada é investir diretamente na saúde emocional, cognitiva e comportamental da criança. O sono de qualidade contribui para o desenvolvimento cerebral saudável, melhora os processos de aprendizagem e favorece maior equilíbrio emocional ao longo da infância.

Alessandra Procópio Moreira
Neuropsicóloga
CRP 08/41553
Especialista em Avaliação psicológica/neuropsicológica e transtornos do Neurodesenvolvimento

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