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domingo,12 julho,2026
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POR QUE PRECISO DE UM ENGENHEIRO PARA A CONSTRUÇÃO?

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Quando iniciamos uma obra, seja a construção de uma casa, uma reforma maior ou até a ampliação de um empreendimento, muitos acreditam que apenas a mão de obra é suficiente. Porém, a presença de um engenheiro civil é essencial para garantir segurança, economia e qualidade em todas as etapas.

O engenheiro é o profissional responsável por elaborar projetos estruturais e arquitetônicos seguindo normas técnicas, evitando erros que podem causar infiltrações, rachaduras, sobrecarga e até riscos de desabamento. Ele calcula exatamente o que cada parte da obra precisa: quantidade de materiais, tipo de estrutura e soluções técnicas adequadas ao terreno e ao clima da região.

Além disso, o engenheiro acompanha a execução, fiscaliza o trabalho das equipes e garante que tudo seja feito corretamente. Isso reduz retrabalhos, desperdícios e gastos inesperados e problemas comuns quando se constrói sem orientação técnica.

Outro fator importante é a regularização: apenas um engenheiro habilitado pode emitir ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), documento indispensável para aprovar o projeto e garantir que a obra esteja dentro da lei.

Em resumo, contratar um engenheiro não é um custo extra, mas um investimento que evita prejuízos, aumenta o valor do imóvel e assegura uma construção sólida, segura e duradoura.

Vai construir? Garanta qualidade e segurança! Entre em contato e contrate um engenheiro especializado para acompanhar sua obra.
Thiago Pertice
Engenheiro Civil
CREA-PR 144750/D
(46) 98822-1293

Histórias surpreendentes da cardiologia nas Copas do Mundo

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A Copa do Mundo é um dos maiores espetáculos esportivos do planeta. A cada quatro anos, bilhões de pessoas acompanham jogos que despertam emoções intensas, capazes de unir famílias, parar cidades e fazer torcedores vibrarem, chorarem ou sofrerem diante da televisão. O que poucos imaginam é que toda essa emoção também pode ter efeitos importantes sobre a saúde cardiovascular.

Um dos episódios mais curiosos da história da medicina esportiva ocorreu durante a Copa do Mundo de 2006, na Alemanha. Pesquisadores acompanharam os atendimentos de emergência cardiovascular na cidade de Munique e observaram um aumento expressivo de infartos, arritmias cardíacas e crises hipertensivas nos dias em que a seleção alemã entrava em campo. O maior pico ocorreu durante a partida entre Alemanha e Argentina, decidida nos pênaltis. O estudo demonstrou que o risco de eventos cardíacos chegou a ser mais de duas vezes maior em comparação aos dias sem jogos.

Os resultados chamaram a atenção da comunidade científica por um motivo inusitado: os torcedores não estavam correndo, praticando exercícios ou realizando esforço físico. Bastava assistir à partida para que o organismo respondesse com uma intensa descarga de adrenalina, elevando a frequência cardíaca e a pressão arterial.

Outro aspecto interessante revelado pelas pesquisas é que os momentos mais perigosos para o coração costumam ser justamente aqueles de maior tensão emocional. Disputas de pênaltis, gols nos minutos finais e jogos eliminatórios são capazes de provocar reações fisiológicas semelhantes às observadas em situações de estresse extremo.

Essas descobertas ajudaram a consolidar um conceito importante na cardiologia moderna: as emoções intensas podem funcionar como gatilhos para eventos cardiovasculares em pessoas predispostas. Isso inclui infarto do miocárdio, arritmias cardíacas e até mesmo a chamada síndrome de Takotsubo, conhecida popularmente como “síndrome do coração partido”.

O mundo também assistiu a um dos episódios mais dramáticos envolvendo o coração de um atleta quando o jogador dinamarquês Christian Eriksen sofreu uma parada cardíaca em campo durante a Eurocopa de 2021. Graças ao rápido atendimento médico e ao início imediato das manobras de ressuscitação, o atleta sobreviveu e retornou posteriormente às atividades esportivas. O caso reforçou a importância da presença de equipes treinadas e desfibriladores em grandes eventos esportivos.

As Copas do Mundo também trouxeram importantes ensinamentos sobre prevenção. Pessoas com hipertensão, diabetes, colesterol elevado, histórico de infarto ou outras doenças cardiovasculares devem manter o tratamento em dia, evitar excessos de álcool, não interromper medicamentos e procurar assistência médica caso apresentem sintomas como dor no peito, falta de ar, palpitações ou mal-estar durante momentos de forte emoção.

Embora o futebol seja uma fonte de alegria e entretenimento para milhões de pessoas, ele também nos lembra que o coração sente cada lance. A boa notícia é que, com prevenção adequada e hábitos saudáveis, é possível torcer, vibrar e comemorar os gols sem colocar a saúde em risco.

Meu filho esquece tudo! Será distração, TDAH ou excesso de telas?

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Essa é uma das perguntas mais frequentes no consultório: “Meu filho esquece tudo. Será que ele tem TDAH?”.

Embora o esquecimento seja uma queixa comum, ele nem sempre indica um transtorno. O cérebro infantil ainda está em desenvolvimento, especialmente as áreas responsáveis pela atenção, memória, organização e autocontrole. Por isso, alguns esquecimentos são esperados na infância.

No entanto, quando as dificuldades são frequentes e começam a prejudicar a vida escolar, familiar e social, é importante investigar suas causas.

Distração ou algo mais?

Sono inadequado, ansiedade, mudanças na rotina, preocupações emocionais e excesso de estímulos podem reduzir temporariamente a atenção da criança. Nesses casos, o comportamento costuma melhorar quando a causa é identificada e corrigida.

O impacto das telas

O uso excessivo de celulares, tablets e videogames pode prejudicar a atenção, a memória e a capacidade de concentração. Além disso, está associado a alterações no sono, aumento da impulsividade e dificuldades de autorregulação emocional.

É importante destacar que as telas não causam TDAH, mas podem intensificar dificuldades já existentes ou produzir comportamentos semelhantes.

Quando pode ser TDAH?

O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por sintomas persistentes de desatenção, impulsividade e/ou hiperatividade.

Alguns sinais incluem:

*esquecer frequentemente materiais e compromissos;
*perder objetos com facilidade;
*dificuldade para seguir instruções;
*cometer erros por descuido;
*dificuldade para organizar tarefas e rotina.

Para o diagnóstico, os sintomas precisam estar presentes em diferentes ambientes, persistir por pelo menos seis meses e causar prejuízos significativos.

Como os pais podem ajudar?

Algumas atitudes favorecem o desenvolvimento da atenção e da memória:

*manter uma rotina organizada;
* garantir boas horas de sono;
*limitar o tempo de telas;
*incentivar brincadeiras e leitura;
*utilizar lembretes visuais;
*valorizar os progressos da criança.

Nem todo esquecimento é TDAH. Observar, acolher e buscar orientação profissional quando necessário é o melhor caminho para promover um desenvolvimento saudável.

Alessandra Procópio Moreira
Neuropsicóloga
CRP 08/41553
Especialista em Avaliação psicológica/neuropsicológica e transtornos do Neurodesenvolvimento

Você está com fome ou está emocionalmente exausta?

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Chega o fim do dia.

As tarefas foram cumpridas, os problemas foram resolvidos, as mensagens respondidas. Mas junto com o cansaço surge uma vontade quase incontrolável de comer.

Chocolate, pão, biscoitos, doces ou qualquer alimento que pareça trazer conforto.

Muitas mulheres interpretam esse comportamento como falta de disciplina.

Mas nem sempre é fome.

Muitas vezes, é exaustão.

Vivemos em uma rotina cada vez mais acelerada. Trabalho, filhos, casa, relacionamentos, responsabilidades e cobranças constantes fazem com que muitas mulheres passem o dia inteiro atendendo às necessidades de todos, enquanto ignoram as próprias.

O corpo sente.

E o cérebro também.

Quando estamos emocionalmente sobrecarregadas, nosso organismo busca formas rápidas de obter alívio e recompensa. A comida, especialmente os alimentos ricos em açúcar e gordura, ativa áreas cerebrais ligadas ao prazer e ao conforto emocional.

Por isso, depois de um dia difícil, a vontade de comer pode não ter relação com a necessidade física de energia.

Ela pode estar ligada ao cansaço mental, ao estresse acumulado ou até à necessidade de acolhimento.

Além disso, noites mal dormidas, níveis elevados de cortisol e uma alimentação insuficiente ao longo do dia podem intensificar ainda mais esse comportamento.

O problema é que muitas pessoas tentam resolver essa situação aumentando o controle.

Criam mais regras, mais restrições e mais culpa.

Mas a solução raramente está em se punir.

Está em compreender o que o corpo está tentando comunicar.
Nem toda fome vem do estômago.

Algumas vêm da exaustão.

Por isso, cuidar da alimentação é importante. Mas cuidar do sono, da saúde emocional, dos momentos de descanso e da qualidade de vida também faz parte do processo.

Afinal, um corpo sobrecarregado nem sempre precisa de mais comida.

Às vezes, ele precisa de mais cuidado.
Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line

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