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quinta-feira,27 agosto,2026
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Anabolizantes: o preço que o coração pode pagar pela busca do corpo perfeito

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O uso de esteroides anabolizantes vem crescendo entre jovens e adultos que buscam ganho rápido de massa muscular e melhora da aparência física. O problema é que, por trás dos resultados estéticos, existe um risco importante e muitas vezes silencioso: os danos ao coração.

Ao contrário do que muitos imaginam, os anabolizantes não afetam apenas o fígado ou os hormônios. O sistema cardiovascular é um dos principais alvos dessas substâncias. Estudos científicos mostram que seu uso pode provocar aumento da pressão arterial, alterações do colesterol — com redução do HDL (o “colesterol bom”) e elevação do LDL (o “colesterol ruim”) —, favorecendo a formação de placas nas artérias e aumentando o risco de infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

Além disso, os anabolizantes podem causar espessamento anormal do músculo cardíaco, condição conhecida como hipertrofia cardíaca patológica. Com o tempo, esse coração torna-se menos eficiente para bombear sangue, podendo evoluir para insuficiência cardíaca. Outro efeito preocupante é o aumento da ocorrência de arritmias, que podem causar desmaios e, em casos mais graves, morte súbita.

Esses riscos não atingem apenas atletas profissionais. Muitos usuários recreativos acreditam que ciclos curtos ou doses consideradas “baixas” são seguros, mas não existe dose livre de risco. Pessoas jovens, aparentemente saudáveis e sem fatores de risco tradicionais já apresentaram infartos, miocardite e alterações importantes da função cardíaca relacionadas ao uso dessas substâncias.

Outro agravante é que diversos produtos vendidos clandestinamente podem conter doses diferentes das informadas ou até outras substâncias não declaradas, aumentando ainda mais os perigos.

A prática regular de exercícios físicos, alimentação equilibrada, sono adequado e acompanhamento profissional continuam sendo as formas mais seguras e eficazes de melhorar o desempenho e a composição corporal. Ganhos mais rápidos nunca devem custar a saúde.

Antes de iniciar qualquer substância para ganho de massa muscular, converse com um médico. O coração não acompanha a pressa dos músculos, e as consequências podem ser permanentes.

TDAH no ambiente de trabalho e a importância de um diagnóstico correto

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O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) não é uma condição exclusiva da infância. Muitos adultos convivem com o transtorno sem saber e enfrentam dificuldades no ambiente de trabalho que frequentemente são interpretadas como falta de interesse, desorganização ou baixa produtividade.

Entre os sinais mais comuns estão a dificuldade para manter a atenção em tarefas prolongadas, esquecimentos frequentes, problemas para cumprir prazos, perda de objetos importantes, procrastinação, dificuldade para organizar atividades e administrar o tempo. Também podem ocorrer impulsividade, inquietação e dificuldades para lidar com várias demandas ao mesmo tempo, prejudicando o desempenho profissional e os relacionamentos no trabalho.

Entretanto, esses comportamentos, isoladamente, não confirmam o diagnóstico de TDAH. Alterações como ansiedade, estresse, depressão, privação de sono e outras condições clínicas também podem provocar sintomas semelhantes. Por isso, uma avaliação criteriosa é indispensável.

O diagnóstico deve ser realizado por profissionais qualificados, considerando a história de vida da pessoa, a presença dos sintomas desde a infância, o impacto no funcionamento diário e, quando necessário, uma avaliação neuropsicológica. Esse processo permite diferenciar o TDAH de outras condições e evita diagnósticos equivocados.

Receber um diagnóstico correto possibilita que a pessoa compreenda suas dificuldades e tenha acesso ao tratamento mais adequado. Intervenções psicológicas, estratégias de organização, adaptações na rotina e, em alguns casos, o uso de medicação podem promover melhora significativa na qualidade de vida e no desempenho profissional.

Ampliar o conhecimento sobre o TDAH também favorece ambientes de trabalho mais acolhedores e inclusivos. Quando há informação, compreensão e acesso ao tratamento adequado, profissionais com TDAH conseguem desenvolver suas potencialidades e contribuir de forma produtiva, criativa e eficiente para as organizações.

Alessandra Procópio Moreira
Psicóloga e Neuropsicóloga – CRP
CRP 08/41553

NOVO REGIME TRIBUTÁRIO: ATÉ QUEM ESTÁ NO SIMPLES NACIONAL PRECISARÁ FAZER ESCOLHAS ESTRATÉGICAS

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A Reforma Tributária do consumo já começou a transformar a forma como as empresas brasileiras lidam com seus tributos. E, ao contrário do que muitos empresários imaginam, as mudanças não atingem apenas as grandes empresas. Os pequenos negócios, inclusive aqueles enquadrados no Simples Nacional, também precisarão estar atentos às novas regras e tomar decisões importantes.
A partir de 2026, o Brasil iniciou uma fase de transição para um novo modelo de tributação sobre o consumo, que prevê a substituição gradual de tributos atuais por novos impostos, como o IBS — Imposto sobre Bens e Serviços — e a CBS — Contribuição sobre Bens e Serviços. A transição será gradual e o novo sistema terá sua implementação completa prevista para 2033. (Serviços e Informações do Brasil)
Um dos pontos que merece atenção especial é justamente o Simples Nacional. Muitas empresas acreditam que, por estarem nesse regime, basta continuar pagando o DAS e não se preocupar com as mudanças. Essa visão pode representar um risco.
Para 2027, por exemplo, as empresas deverão estar atentas a uma nova dinâmica de escolhas. Segundo as regras divulgadas pelo Comitê Gestor do Simples Nacional, entre 1º e 30 de setembro de 2026 haverá o período para a opção pelo Simples Nacional para o ano de 2027. Nesse mesmo período, a empresa deverá avaliar também se o IBS e a CBS serão recolhidos dentro da sistemática do Simples Nacional ou pelo regime regular desses tributos. (Receita Federal)
Na prática, isso significa que o empresário precisará olhar além da simples alíquota. Será necessário analisar o perfil da empresa, o setor em que atua, o tipo de cliente, a composição das vendas, os fornecedores e, principalmente, os impactos relacionados aos créditos tributários.
Essa análise é fundamental porque a escolha pode produzir efeitos diferentes dependendo da posição da empresa na cadeia comercial. Uma empresa que vende principalmente para consumidores finais, por exemplo, pode ter uma realidade completamente diferente daquela que fornece produtos ou serviços para outras empresas que estão no regime regular de tributação.
Por isso, a pergunta que o empresário deve fazer não é apenas: “Minha empresa está no Simples Nacional?”. A pergunta correta passa a ser: “Qual é a melhor estratégia tributária para a minha empresa diante das novas regras?”.
A Reforma Tributária traz mudanças profundas e exige uma nova cultura de planejamento. A escolha do regime e da forma de recolhimento dos novos tributos não deve ser feita de maneira automática ou baseada apenas no costume dos anos anteriores.
Cada empresa possui uma realidade diferente. O que pode ser vantajoso para um negócio pode não ser para outro.
O momento, portanto, é de informação, planejamento e análise. Empresários que deixarem essa decisão para a última hora poderão perder oportunidades ou assumir uma carga tributária que poderia ser melhor planejada dentro da legislação.
Não basta estar no regime certo. É preciso fazer a escolha certa dentro das novas regras.
Investir em uma assessoria contábil qualificada não é um custo, mas uma decisão estratégica para garantir conformidade, economia e crescimento sustentável

(46) 988320735
Por Gilciano Galvão da Rosa
Empresário, Contador e Corretor de imoveis

EKO BAR NOTÍCIAS

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Jornalista Alencar Pereira e João Vinicius Sabatke recebem carteiras de estagiários da OAB/PR durante visita do presidente do TRE-PR a Palmas

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Em uma cerimônia restrita realizada na noite desta quinta-feira (23), no gabinete do presidente da Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Palmas, o advogado Eduardo Tobera, foi realizada a entrega das carteiras de identidade de estagiários da OAB/PR aos acadêmicos de Direito Alencar Pereira e João Vinicius Sabatke de Souza, estudantes do curso de Direito da Afya – Centro Universitário de Pato Branco.

A solenidade contou com a presença do presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), o desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza, que esteve em Palmas para cumprir agenda institucional.

A carteira de estagiário da OAB é destinada aos acadêmicos de Direito regularmente inscritos na Ordem e representa um importante passo na formação profissional. Além de identificar oficialmente o estudante perante a advocacia, ela possibilita a prática de atos permitidos pela legislação e pelo Estatuto da Advocacia, sempre sob supervisão de advogado regularmente inscrito.

Entre as prerrogativas do estagiário da OAB estão o acompanhamento de processos judiciais e administrativos, a assinatura de petições em conjunto com o advogado orientador, a realização de cargas e vistas de autos quando autorizadas, além da participação em atividades práticas que contribuem para a formação técnica e ética do futuro profissional.

A entrega das credenciais simboliza o compromisso dos novos estagiários com os princípios da advocacia e marca mais uma etapa na preparação para o exercício da profissão, aproximando os acadêmicos da prática jurídica e do cotidiano forense.

As 5 dúvidas que mais recebo sobre financiamento para construir em terreno próprio

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Todas as semanas recebo dezenas de perguntas de pessoas que sonham em construir a casa própria. Muitas delas acreditam que precisam ter todo o dinheiro da obra guardado ou que o financiamento é complicado demais.

A boa notícia é que boa parte dessas dúvidas tem resposta, e conhecer as regras pode evitar erros e economizar tempo.

1. Quem já tem um terreno precisa dar entrada?

Nem sempre.

Em muitos casos, o terreno pode ser utilizado como parte da entrada exigida pela instituição financeira. Isso significa que o patrimônio que o cliente já possui pode reduzir, ou até eliminar, a necessidade de um pagamento inicial em dinheiro, desde que atenda aos critérios da análise de crédito e da avaliação do imóvel.

2. Posso financiar a construção se meu terreno ainda não está quitado?

Depende.

Cada situação precisa ser analisada individualmente. Existem casos em que o financiamento é possível, mas isso depende da modalidade, da documentação e das garantias envolvidas. Por isso, antes de iniciar a obra, vale buscar uma análise especializada.

3. É melhor construir por conta própria ou contratar uma construtora?

As duas opções são possíveis.

Construir por administração própria oferece maior autonomia sobre compras e execução. Já contratar uma construtora pode proporcionar mais previsibilidade, acompanhamento técnico e menor preocupação com a gestão da obra. A escolha depende do perfil, da experiência e do tempo disponível de cada proprietário.

4. Quem tem renda baixa pode financiar uma construção?

Sim, desde que possua uma renda que possa ser comprovada e atenda aos critérios da análise de crédito.

Uma dúvida muito comum é sobre o Bolsa Família. O benefício não é considerado renda para fins de financiamento imobiliário. Porém, famílias de baixa renda que possuem outra fonte de renda  formal ou informal, desde que possa ser comprovada conforme as regras da instituição financeira podem ter acesso às linhas de financiamento disponíveis e, dependendo do enquadramento, aos benefícios dos programas habitacionais.

Cada caso deve ser analisado individualmente, considerando a renda familiar, a capacidade de pagamento e as regras vigentes no momento da contratação.

5. O saldo devedor muda depois que a obra termina?

Sim.

Durante a construção, o financiamento possui uma dinâmica diferente da fase posterior à conclusão da obra. Após a entrega e averbação, o contrato entra definitivamente na fase de amortização, quando começam os pagamentos conforme as condições contratadas.

Informação é tão importante quanto o crédito.

Muitas pessoas deixam de realizar o sonho da casa própria simplesmente porque acreditam em informações incorretas ou incompletas. Antes de desistir, vale buscar orientação e entender quais possibilidades realmente existem para o seu caso.

E você? Qual é a sua principal dúvida sobre financiamento para construir?

Ecléa Camine
Especialista em Financiamento Imobiliário e Correspondente Caixa.

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