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sábado,14 março,2026
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POR QUE SURGEM RACHADURAS NAS PAREDES? ENGENHARIA CIVIL EXPLICA O QUE MUITA GENTE VÊ, MAS NÃO ENTENDE

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Quem nunca notou uma rachadura na parede de casa e ficou preocupado? Esse é um dos problemas mais comuns nas construções e um dos mais mal interpretados. Nem toda fissura significa perigo, mas entender por que elas aparecem pode evitar gastos maiores no futuro.

As rachaduras geralmente surgem por três motivos principais: movimentação natural da estrutura, variação de temperatura e problemas na fundação.

Quando a casa “assenta” com o tempo, pequenas fissuras podem aparecer nos cantos de portas e janelas e isso é normal.

Já as mudanças de temperatura fazem os materiais expandirem e contraírem, criando pequenas aberturas na pintura ou no reboco.

O caso mais sério ocorre quando o solo não foi corretamente estudado e a fundação começa a ceder. Isso gera rachaduras maiores, inclinadas ou que atravessam a parede inteira e aí é indispensável avaliação técnica.

O engenheiro civil é o profissional capacitado para identificar a causa real, avaliar o risco e definir a solução adequada, que pode variar desde um simples reparo no revestimento até reforços estruturais mais complexos.

Se você notou rachaduras em sua casa, condomínio ou comércio, não espere o problema crescer. Agende uma avaliação profissional e tenha segurança, diagnóstico correto e soluções eficientes. Entre em contato e conte com um engenheiro civil especializado para cuidar da sua obra.

Thiago Pertice
Engenheiro Civil
CREA-PR 144750/D
(46) 98822-1293

Remédio para colesterol: o que sabemos sobre riscos e benefícios

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O receio em relação às estatinas (classe de medicamentos para tratamento de colesterol e triglicérides altos) ainda é comum no consultório. Muito se fala sobre possíveis efeitos colaterais descritos em bulas, como alterações cognitivas, depressão, distúrbios do sono, lesão renal, disfunção sexual e doença hepática. Mas o que dizem os dados científicos mais robustos?

Um grande estudo avaliou 66 possíveis efeitos adversos não musculares associados às estatinas. Após análise estatística rigorosa, apenas quatro desfechos atingiram significância, com risco absoluto inferior a 0,2% ao ano. Os eventos identificados foram basicamente elevação discreta de transaminases, pequenas alterações urinárias — principalmente proteinúria leve —, edema e alterações laboratoriais hepáticas. Em geral, alterações leves e monitoráveis.

O efeito muscular é, de fato, o mais relatado pelos pacientes. Na prática clínica, mialgia pode ocorrer em 5% a 10% dos casos. No entanto, estudos duplo-cegos mostram que parte relevante desses sintomas está relacionada ao chamado efeito nocebo, quando a expectativa negativa contribui para a percepção do sintoma. Miopatia com elevação significativa de CPK é rara, ocorrendo em cerca de 1 a cada 1.000 a 10.000 pacientes por ano. Já a rabdomiólise é extremamente rara, estimada em aproximadamente 1 caso a cada 100.000 pacientes por ano.

Outro ponto frequentemente discutido é o risco de diabetes. As estatinas podem aumentar discretamente a incidência de diabetes tipo 2, especialmente em pessoas com fatores de risco metabólicos, como obesidade, pré-diabetes e síndrome metabólica. O aumento absoluto é pequeno: em torno de 1 caso adicional de diabetes para cada 1.000 pacientes tratados por ano, dependendo do perfil de risco individual.

Por outro lado, para cada caso extra de diabetes, múltiplos eventos cardiovasculares graves são prevenidos, incluindo infarto, acidente vascular cerebral e morte cardiovascular. Esse balanço risco-benefício é central na decisão terapêutica.
As diretrizes da American College of Cardiology, da American Heart Association e da Sociedade Europeia de Cardiologia são consistentes ao afirmar que, na maioria dos pacientes com indicação formal, os benefícios cardiovasculares das estatinas superam amplamente os riscos.

Além disso, a maior parte dos sintomas musculares, quando ocorre, é leve, reversível e manejável com ajuste de dose, troca da medicação ou reintrodução gradual.

As estatinas seguem sendo uma das terapias mais eficazes na redução de infarto, AVC e mortalidade cardiovascular. A questão central não é apenas temer seus efeitos adversos, mas avaliar, de forma individualizada, quem realmente precisa utilizá-las — e quem, por receio infundado, pode estar deixando de se beneficiar de uma estratégia comprovadamente protetora para o coração.

Por que as crianças estão mais irritadas e ansiosas?

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Pais e professores têm percebido algo em comum que são crianças mais irritadas, impacientes, chorosas e ansiosas do que há alguns anos. Pequenas frustrações geram grandes reações, mudanças simples provocam crises, e a tolerância parece cada vez menor. Mas o que está por trás desse comportamento?
Um dos fatores mais relevantes é o excesso de telas. O uso prolongado de celulares, tablets e jogos digitais estimula o cérebro infantil de forma intensa e rápida, reduzindo a capacidade de atenção sustentada e regulação emocional. Na vida real, onde tudo exige tempo e esforço, a criança passa a sentir mais frustração e irritação.
Outro ponto importante é a rotina desorganizada. Horários irregulares de sono, alimentação e atividades aumentam a insegurança interna. O cérebro infantil precisa de previsibilidade para se sentir seguro. Sem essa base, surgem mais ansiedade, agitação e dificuldade de adaptação.
Também observamos um aumento da ansiedade infantil. Crianças estão mais expostas a estímulos, cobranças e informações precoces, muitas vezes sem maturidade emocional para processar tudo isso. O resultado aparece em forma de medo excessivo, irritabilidade, resistência a mudanças e dependência dos adultos.
É importante diferenciar birra de sinais de alerta. Birras são esperadas no desenvolvimento e costumam ter objetivo claro (querer algo, evitar algo). Já a ansiedade e alguns transtornos do neurodesenvolvimento, como o TEA, envolvem padrões persistentes: rigidez intensa, crises desproporcionais, hipersensibilidade, dificuldade social ou sofrimento frequente.
Quando esses sinais são constantes e impactam a rotina, a avaliação neuropsicológica pode ajudar a compreender o funcionamento emocional, atencional e comportamental da criança, orientando intervenções adequadas.
Mais do que crianças “difíceis”, muitas vezes estamos diante de crianças sobrecarregadas, ansiosas e precisando de compreensão e suporte.

Alessandra Procópio Moreira
Neuropsicóloga CRP 08/41553
Especialista em Avaliação psicológica/neuropsicológica e
transtornos do Neurodesenvolvimento
(46)92001-9598

A melhora da sua TPM começa pela nutrição

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Alterações de humor, irritabilidade, compulsão por doces, retenção de líquido, dor de cabeça, inchaço e cansaço extremo. Para muitas mulheres, a TPM é tratada como algo “normal” — parte inevitável de ser mulher.

Mas não deveria ser.

A tensão pré-menstrual está diretamente relacionada às oscilações hormonais da fase lútea do ciclo menstrual. Nesse período, ocorrem alterações na progesterona, na serotonina (neurotransmissor ligado ao bem-estar) e aumento de processos inflamatórios no organismo.

Quando a alimentação não favorece o equilíbrio hormonal, os sintomas tendem a se intensificar.

Excesso de açúcar e ultraprocessados, sono desregulado, baixa ingestão de proteínas, fibras e micronutrientes como magnésio, vitamina B6 e ômega-3 podem agravar irritabilidade, retenção de líquido e compulsão alimentar.

Foi com esse olhar que desenvolvi o Método Ciclos, um acompanhamento nutricional baseado nas fases hormonais da mulher. Em vez de tratar a TPM como um evento isolado, ajustamos alimentação, estratégia metabólica e, quando necessário, suplementação direcionada para cada fase do ciclo, promovendo equilíbrio hormonal e mais qualidade de vida.
TPM intensa não é sinal de fraqueza. É sinal de desequilíbrio — e equilíbrio pode ser construído.

A melhora da sua TPM começa pela nutrição certa, aplicada na fase certa.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line e presencial na Femiclin em Palmas/PR

Espaço Cultural O Farol abre inscrições para curso de teatro gratuito

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Projeto faz parte das ações da Política Nacional Aldir Blanc 2025.

Estão abertas as inscrições para o curso de teatro realizado pelo Espaço Cultural O Farol. A iniciativa acontece graças ao espaço ter sido contemplado, ainda em 2025, com um projeto pela PNAB – Política Nacional Aldir Blanc. As aulas serão realizadas à noite, em dias de semana e também eventualmente aos finais de semana. O início das oficinas será dia 2 de março de 2026 e curso terá a duração de 40 horas, incluindo aulas práticas e teóricas. Para participar, basta enviar um e-mail para ofarolcultura@gmail.com . Visando o aperfeiçoamento e a concepção de uma formação artística, o curso vem ao encontro da necessidade da formação do teatral em Palmas o que significa recuperar a importância de trabalhar com os alunos os fundamentos das artes, da cultura e do desenvolvimento teatral. A proposta encaminha para uma formação na qual a teoria e a prática possibilitam aos alunos compreenderem a realidade para além de sua aparência. Os conteúdos não têm fim em si mesmos porque se constituem em síntese da apropriação histórica da realidade material e social e cultural pelo artista. A organização dos conhecimentos enfatiza a formação humana na qual o aluno, como sujeito histórico produz sua existência pelo enfrentamento consciente da realidade dada, produzindo valores de uso, conhecimentos e cultura por sua ação criativa teatral. O curso oferece os fundamentos históricos-metodológicos, para o desenvolvimento na atividade de interpretação a fim de organizar experiências pedagógicas que levem à formação de sujeitos críticos e conscientes, capazes de intervir de maneira responsável na sociedade em que vivem, além de oferecer um processo formativo que assegure a integração entre a formação geral e a de caráter profissional de forma a permitir que o conhecimento artístico e cultural orientem o fazer técnico. Além disso, pretende-se oferecer um conjunto de experiências teórico-práticas na área de artes cênicas com a finalidade de consolidar o “saber fazer significa destacar em todo o processo educativo a importância da preservação dos valores culturais e da solidariedade. Após a realização do curso, será realizada uma noite cultural, incentivando à criação de grupos teatrais permanentes no município de Palmas.

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