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quinta-feira,27 agosto,2026
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Conhecendo nossas raízes: EJA Médio I do Colégio Dom Carlos destaca a história do Sul do Brasil

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Os estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) – Ensino Médio Noturno apresentaram aos alunos do Colégio Estadual Dom Carlos o resultado de uma pesquisa interdisciplinar sobre a formação histórica, geográfica, cultural e étnica da Região Sul do Brasil, destacando seus usos e costumes.
A atividade foi desenvolvida ao longo do semestre nos componentes curriculares de História, Geografia e Sociologia, culminando em uma apresentação que demonstrou o conhecimento adquirido, a organização e o comprometimento dos estudantes.
O trabalho evidenciou a força da modalidade EJA, formada por alunos de diferentes faixas etárias que conciliam os estudos com a jornada de trabalho e outros desafios do cotidiano. Mesmo diante dessas responsabilidades, os estudantes produziram pesquisas de grande qualidade, apresentadas com segurança, criatividade e domínio do conteúdo.
Mais do que promover a aprendizagem dos conteúdos curriculares, a EJA fortalece valores como empatia, resiliência, perseverança e a confiança na realização de sonhos. A modalidade incentiva seus estudantes a prosseguirem os estudos e acreditarem na possibilidade de ingressar no ensino superior, mostrando que nunca é tarde para aprender e transformar a própria história.
Para a professora M.a Janete Chaves Carlin, docente de História, a experiência na Educação de Jovens e Adultos é especialmente significativa.
“A EJA é uma modalidade que transforma vidas. Nela, encontramos estudantes que escolheram voltar à escola porque acreditam no poder da educação. Ser professora da EJA é uma honra e um afago à alma, pois ensinamos pessoas que valorizam cada oportunidade de aprender e demonstram, diariamente, que nunca é tarde para sonhar, crescer e conquistar novos caminhos.”
A culminância do projeto contou com o acompanhamento da equipe pedagógica e reafirmou o compromisso da escola com uma educação inclusiva, de qualidade e voltada para a formação integral de seus estudantes.

Apresentação– Emanuel Cesario da Silva
Prof.ª M.a Janete Chaves Carlin – História
Prof.ª Rejiana Hay – Sociologia e Geografia
Coordenadoras Pedagógicas: Janete Aparecida Carbolin e Angela Andrade.
Matrículas abertas! Venha para Eja Dom Carlos

Governo abre R$ 100 bilhões para o agro. Mas a chave não está no banco

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O governo federal publicou, em edição extra do Diário Oficial de 15 de julho, a Medida Provisória nº 1.376. É a maior renegociação de dívida rural já desenhada no país. A Fazenda projeta cerca de R$ 100 bilhões em passivos repactuados.

As condições são boas. Pronaf a 6% ao ano até R$ 400 mil. Pronamp a 9% até R$ 2 milhões. Demais produtores a 12% até R$ 4 milhões. Prazo de oito anos, com dois de carência. Para quem acumulou perdas em três ou mais safras, os juros caem para 5%, 8% e 11%, o prazo sobe para dez anos e o teto chega a R$ 8 milhões.

Até aqui, é o que os jornais publicaram. Falta dizer onde está a dificuldade.

A porta de entrada não é o banco. É o laudo.

A MP não concede crédito a quem tem dívida. Concede a quem prova perda. Para entrar, o produtor precisa demonstrar, por laudo técnico, perdas em pelo menos duas safras entre 2019 e 2025, com redução mínima de 30% da renda bruta agropecuária esperada.

Repare na palavra que o legislador escolheu: renda bruta esperada. Não a contratada. Não a média do município. Não a produtividade do vizinho. Esperada, aferida contra o histórico real de cada área e de cada cultura. Isso exige produtividade documentada, notas fiscais rastreáveis, registros meteorológicos e memória de cálculo que sustente o número.

E o laudo passou a ter preço.

Aqui está a diferença em relação a todas as renegociações anteriores. A MP criou regime sancionatório próprio. Documento falso significa perda do benefício, devolução integral dos recursos e impedimento de contratar crédito rural subvencionado por até cinco anos. O profissional que assina responde nas esferas administrativa, civil e penal.

Os técnicos vão assinar com mais cautela. Os bancos vão exigir mais. E quem apresentar dossiê frágil ouvirá não dentro de uma janela que não reabre.

Cento e vinte dias são menos de cento e vinte dias.

A contratação vai até novembro. Antes disso é preciso levantar documentos, produzir o laudo, formalizar o pedido e aguardar a análise do banco. Some-se que as condições específicas ainda dependem de regulamentação do Conselho Monetário Nacional, que não saiu. O relógio corre. A regra final, não chegou.

Quem começar em outubro não entra.

Uma palavra ao produtor.

Esse crédito não será distribuído a quem tem mais dívida nem a quem chegar primeiro ao gerente. Será distribuído a quem consegue provar. E prova se constrói com método, documentação e técnica jurídica.

Se você carrega passivo rural e sofreu perda de safra ou de preço nos últimos anos, procure o seu advogado de confiança esta semana. Não em setembro. Não em outubro. Esta semana.

A porta está aberta e fecha em novembro. Quem entrar preparado, entra. Quem chegar improvisando, fica de fora e continua devendo.

Artigo escrito por Dr. Tobera

APP ANIMAL

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JULHO PREMIADO

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Por Trás das Chaves: O que o Cliente Não Vê Faz Toda a Diferença

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Quando alguém entrega um imóvel para administração ou recebe as chaves da casa onde vai morar, normalmente enxerga apenas o resultado final. Poucos imaginam tudo o que acontece antes desse momento.
No mercado imobiliário, o que realmente protege o patrimônio de um proprietário ou proporciona segurança a um locatário não é apenas um contrato bem elaborado. É a qualidade das pessoas que estão por trás de cada processo.
Recentemente, dediquei um dia inteiro ao treinamento da equipe de locação da Camine Imóveis. Alguém pode pensar que, depois de tantos anos de experiência, isso já não seria necessário. A realidade é exatamente o contrário.
Quanto mais experiência uma empresa acumula, maior é sua responsabilidade de continuar aprendendo.
O mercado imobiliário mudou. A legislação evolui constantemente, a tecnologia transformou a forma de realizar vistorias, registrar informações e acompanhar processos, e os clientes esperam respostas rápidas, claras e fundamentadas. Não há espaço para improviso.
Treinar uma equipe não significa apenas ensinar procedimentos. Significa desenvolver a capacidade de analisar situações reais, tomar decisões equilibradas e resolver problemas antes que eles se transformem em conflitos.
Aprendi isso ao longo da minha trajetória.
Nem sempre os maiores prejuízos surgem de grandes erros. Muitas vezes, eles nascem de pequenos detalhes ignorados.
Já enfrentamos uma ação judicial em que perdemos uma cobrança de aluguéis porque a Justiça entendeu que houve demora nas respostas às reclamações da locatária sobre infiltrações. Em outro ponto, a vistoria de saída perdeu força como prova porque as fotografias não haviam sido feitas exatamente nos mesmos ângulos da vistoria de entrada.
São situações que não costumam aparecer nos cursos tradicionais, mas que ensinam uma lição importante: no mercado imobiliário, processos bem executados protegem clientes, proprietários e também a própria imobiliária.
Por isso acredito que treinamento não é custo. É investimento em segurança.
Uma equipe preparada responde mais rápido, orienta melhor, reduz riscos jurídicos, evita retrabalho e transmite confiança em cada atendimento.
Essa confiança não é construída por discursos. Ela nasce da consistência. Do compromisso diário em estudar, revisar procedimentos, discutir casos reais e buscar formas de melhorar.
Também acredito que existe uma responsabilidade coletiva. Quando uma imobiliária eleva seus padrões de atendimento, contribui para que todo o mercado evolua. O resultado aparece em contratos mais seguros, relações mais transparentes e consumidores mais bem atendidos.
No fim, quem ganha é a comunidade.
As pessoas costumam enxergar apenas a placa de “Alugado” ou a assinatura de um contrato. Mas esses são apenas os momentos visíveis de um trabalho muito maior.
Por trás de cada chave entregue existe uma equipe que estudou, treinou, revisou processos, corrigiu erros e escolheu não se acomodar.
Porque imóveis são patrimônio. Mas a confiança que sustenta um bom negócio é construída, todos os dias, por pessoas preparadas.

Ecléa Camine | 46 99934 0853
Corretora de imóveis | Empresária imobiliária
Especialista em financiamento imobiliário

Recebo pensão por morte: se eu casar novamente, perco o benefício?

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Uma dúvida bastante comum entre quem recebe pensão por morte do INSS é: se eu começar um novo relacionamento ou me casar novamente, vou perder o benefício?

A resposta, em regra, é não.

No Regime Geral de Previdência Social, administrado pelo INSS, um novo casamento ou uma nova união estável não provoca automaticamente o cancelamento da pensão por morte recebida em razão do falecimento do antigo cônjuge ou companheiro.

Isso significa que a pessoa pode reconstruir sua vida afetiva sem precisar escolher entre um novo relacionamento e a manutenção do benefício previdenciário.

No entanto, é importante lembrar que a pensão por morte pode ter prazo determinado. A duração do benefício depende de fatores como a idade do dependente na data do falecimento, o tempo de contribuição do segurado e a duração do casamento ou da união estável. Por isso, o encerramento da pensão pode acontecer por outros motivos, ainda que não tenha qualquer relação com um novo casamento.

Outra dúvida frequente surge quando o novo companheiro também falece. Nesse caso, não é possível, em regra, acumular integralmente duas pensões por morte deixadas por cônjuges ou companheiros. A legislação estabelece regras específicas para a acumulação de benefícios, permitindo, em determinadas situações, o recebimento do benefício mais vantajoso de forma integral e de apenas uma parcela do outro.

Também é importante não confundir as regras do INSS com as de alguns regimes próprios de servidores públicos, que podem possuir particularidades.

A pensão por morte existe para oferecer proteção financeira aos dependentes de quem faleceu. Ela não deve impedir que o beneficiário siga sua vida, construa novos vínculos ou forme uma nova família.

Por isso, antes de tomar decisões com base no medo de perder o benefício, o ideal é conhecer as regras aplicáveis ao seu caso. Muitas vezes, uma informação incorreta pode fazer alguém adiar escolhas importantes sem qualquer necessidade.

Procure um profissional de sua confiança.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

Queda de cabelo e fios cada vez mais finos? Saiba como a tecnologia pode fazer a diferença

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A queda de cabelo é uma das queixas mais frequentes no consultório dermatológico e pode afetar homens e mulheres em diferentes fases da vida. Alterações hormonais, estresse, deficiências nutricionais, uso de medicamentos emagrecedores, doenças do couro cabeludo e fatores genéticos estão entre as principais causas. Por isso, antes de iniciar qualquer tratamento, é fundamental identificar a origem do problema.

Entre as tecnologias que vêm ganhando destaque está a Mesoject Gun, um equipamento desenvolvido para realizar a aplicação precisa de medicamentos diretamente no couro cabeludo. Trata-se de uma evolução da mesoterapia tradicional, proporcionando maior padronização da técnica, conforto ao paciente e controle da profundidade e do volume aplicado.

O princípio do tratamento é simples: levar ativos exatamente onde eles são necessários, próximos aos folículos capilares. Dessa forma, é possível potencializar a ação de substâncias que estimulam o crescimento dos fios, melhoram a circulação local, fortalecem a raiz e reduzem o processo de miniaturização característico de algumas formas de alopecia.

A Mesoject Gun pode ser utilizada em diferentes situações, como alopecia androgenética (calvície), eflúvio telógeno, afinamento progressivo dos fios e cabelos enfraquecidos. Os medicamentos utilizados são individualizados de acordo com a avaliação médica e podem incluir vitaminas, aminoácidos, fatores de crescimento e outras substâncias indicadas para cada caso.

Outra vantagem é a rapidez do procedimento. As sessões costumam durar poucos minutos e, na maioria das vezes, o paciente retorna às suas atividades habituais logo após o atendimento. O número de sessões varia conforme o diagnóstico, a intensidade da queda e a resposta individual ao tratamento.

É importante lembrar que a Mesoject Gun pode fazer parte de um protocolo que inclui medicamentos orais, loções tópicas, laser de baixa potência, microagulhamento e orientações sobre hábitos de vida. O tratamento é extremamente personalizado.

Quanto mais precoce for o diagnóstico da causa da queda, maiores são as chances de preservar os folículos e obter melhores resultados. Por isso, ao notar aumento da queda, redução da densidade capilar ou afinamento dos fios, procure um dermatologista. Com um plano terapêutico personalizado e o uso de tecnologias modernas como a Mesoject Gun, é possível controlar a queda, fortalecer os cabelos e estimular um crescimento mais saudável e duradouro. Este tratamento está disponível aqui na Clínica Dermarium. Para mais informações, entre em contato conosco.

Dra. Glauce Yumi Nozaki
Médica Dermatologista
Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

Clínica Dermarium
Telefone: (46) 3262-3863
Rua Augusto Guimarães 1074
Sala 103 – Palmas – Paraná

Reforma Tributária: O Que Muda na Sua Empresa

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A Hult Contabilidade, em parceria com a Omie Batel e a ACEC, promove no dia 23 de julho de 2026, às 19h00, no Restaurante do Clube Cultural Clevelandense (CCC), um evento exclusivo para empresários, gestores e profissionais que desejam compreender os impactos da Reforma Tributária na prática.

A programação contará com palestra ministrada por Henrique Padilha, contador, franqueado e sócio da Omie, seguida de um Open Talk para esclarecimento de dúvidas. Os participantes também poderão desfrutar de uma degustação de queijos e vinhos, proporcionando um ambiente ideal para networking.

Ingressos disponíveis pelo Sympla.
Garanta sua vaga e prepare sua empresa para a nova realidade tributária!

Você não emagrece porque seu intestino não funciona

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Quando uma paciente chega ao consultório dizendo que não consegue emagrecer, uma das primeiras perguntas que faço é simples:

“Como está o funcionamento do seu intestino?”

A resposta, na maioria das vezes, é a mesma: prisão de ventre, evacuações pouco frequentes, sensação de estufamento e desconforto abdominal.

É importante esclarecer: o intestino preso, sozinho, não é o responsável pela dificuldade para emagrecer.

Mas ele pode ser um sinal de que o organismo não está funcionando da forma ideal.

O intestino participa de muito mais processos do que apenas a digestão. Ele influencia a absorção de nutrientes, abriga trilhões de bactérias que compõem a microbiota intestinal, participa da produção de neurotransmissores, ajuda na regulação da inflamação e exerce papel importante no metabolismo.

Quando seu funcionamento está comprometido, todo o organismo pode sentir os reflexos.

Um intestino saudável favorece um metabolismo mais eficiente, melhora o equilíbrio da microbiota intestinal, contribui para o controle da inflamação e participa dos mecanismos que regulam a fome, a saciedade e até o humor.

Além disso, o intestino é responsável pela eliminação das fezes e de substâncias que o organismo precisa excretar. Quando permanece constantemente lento, é comum que a pessoa apresente sensação de inchaço, desconforto abdominal, excesso de gases e piora da qualidade de vida.

A boa notícia é que, na maioria dos casos, esse quadro pode ser revertido.

Uma alimentação planejada, rica em fibras, adequada em proteínas, com boa hidratação e ajustada às necessidades individuais é capaz de melhorar significativamente o funcionamento intestinal. Em alguns casos, também é necessário investigar intolerâncias alimentares, alterações da microbiota ou utilizar suplementação específica, sempre com orientação profissional.

No consultório, costumo dizer que um intestino funcionando bem não faz milagres, mas cria um ambiente muito mais favorável para que o organismo responda ao tratamento nutricional.

Por isso, antes de procurar soluções rápidas, vale a pena olhar para a base.

Cuidar do intestino não significa apenas melhorar a digestão. Significa criar as condições para que o organismo volte a funcionar da forma como foi projetado. E quando isso acontece, emagrecer deixa de ser uma luta constante e passa a ser consequência de um corpo mais saudável.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line

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