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domingo,27 setembro,2026
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Peça “Azul” emociona público em Palmas e transforma palco em espaço de inclusão, empatia e reflexão

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O Centro Cultural Dom Agostinho José Sartori recebeu um excelente público na noite do último domingo para a apresentação da premiada peça “Azul”, espetáculo que emocionou crianças, jovens e adultos ao abordar, de forma sensível e poética, o universo do autismo e da neurodiversidade.

A apresentação, realizada pelo SESI Teatro, em parceria com a Prefeitura de Palmas, por meio do Departamento Municipal de Cultura, levou ao palco uma história capaz de despertar reflexões sobre respeito, inclusão e convivência com as diferenças, mostrando que a arte também é uma importante ferramenta de transformação social.
A peça acompanha a trajetória de Violeta, uma menina que aprende a compreender e se comunicar com seu irmão atípico, Azul. Ao longo da narrativa, o público é conduzido por uma experiência marcada pela delicadeza, evidenciando que o amor, a empatia e o acolhimento são capazes de romper barreiras e aproximar pessoas.

Durante toda a apresentação, o teatro permaneceu tomado pelo público, que acompanhou atentamente cada cena e respondeu com longos aplausos ao final do espetáculo. A expressiva participação da comunidade reforçou o interesse da população por eventos culturais que, além do entretenimento, promovem conhecimento e reflexão.

O prefeito Daniel Lângaro destacou que proporcionar acesso à cultura também é uma forma de investir na formação humana da população.

“A cultura tem o poder de emocionar, ensinar e transformar. Trazer um espetáculo como ‘Azul’ para Palmas significa oferecer à nossa comunidade um momento de arte, mas também de conscientização sobre a importância da inclusão, do respeito e da empatia. Continuaremos investindo para que nossa população tenha acesso a eventos culturais de qualidade.”

Para o diretor do Departamento Municipal de Cultura, Marcos Roberto Terêncio, iniciativas como essa fortalecem o papel da cultura na construção de uma sociedade mais sensível e acolhedora. “Quando a arte emociona, ela também transforma.”, resumiu o diretor.

A apresentação integra a parceria entre o Município de Palmas e o SESI Teatro, que busca ampliar o acesso da população a produções culturais de alto nível, fortalecendo a formação de público e democratizando o acesso às artes.

Mais do que um espetáculo teatral, “Azul” deixou uma mensagem que ultrapassou o palco: a de que compreender as diferenças é o primeiro passo para construir uma sociedade mais humana, inclusiva e respeitosa. A noite terminou sob aplausos e com a certeza de que a cultura segue cumprindo seu papel de inspirar, provocar reflexões e aproximar pessoas.

Fonte: https://pmp.pr.gov.br/

Ensino Integral do Colégio Estadual Dom Carlos une criatividade e educação em concurso de RAP sobre o trânsito

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O movimento Maio Amarelo é uma campanha internacional de conscientização que busca chamar a atenção da sociedade para o elevado número de acidentes, mortes e feridos no trânsito. Criada em 2014 pelo Observatório Nacional de Segurança Viária, a iniciativa incentiva o poder público, as instituições de ensino, a iniciativa privada e a sociedade a desenvolverem ações voltadas à promoção de um trânsito mais seguro.
Embora as atividades da campanha sejam intensificadas no mês de maio, a conscientização deve fazer parte do cotidiano. Com esse propósito, o Governo do Estado encaminhou às escolas uma cartilha educativa sobre o trânsito, com o objetivo de contribuir para a formação de uma nova geração de motoristas, ciclistas e pedestres mais conscientes, responsáveis e comprometidos com a preservação da vida.
No Colégio Estadual Dom Carlos, o tema foi desenvolvido de forma interdisciplinar durante as aulas do componente curricular Projeto de Vida, junto aos alunos do 7ºB, em parceria com as disciplinas de Língua Portuguesa e Arte. Após estudos, debates, leitura da cartilha, pesquisas, produção textual e ensaios, os estudantes foram desafiados a transformar os conhecimentos adquiridos em um concurso de RAP, utilizando a música como instrumento de conscientização e expressão.
A atividade despertou o protagonismo dos alunos, que produziram letras criativas, reflexivas e repletas de mensagens sobre respeito às leis de trânsito, responsabilidade, empatia e valorização da vida.
Ao final das apresentações, o 1º lugar foi conquistado pelo grupo formado pelos estudantes Hemberly, Rafaela Isabel e Talisson, que se destacou pela criatividade, qualidade da composição e impacto da mensagem apresentada.
O 2º lugar ficou com o grupo das estudantes Paola Irene, Alinbe Emanuely e Camily, que também realizou uma excelente apresentação, demonstrando talento, dedicação e compromisso com o tema.
A iniciativa evidenciou que a educação pode ultrapassar os limites da sala de aula, tornando a aprendizagem mais significativa por meio da arte, da música e do trabalho interdisciplinar. Além de desenvolver habilidades de leitura, escrita, interpretação, criatividade e expressão artística, o projeto reforçou valores essenciais para a formação de cidadãos conscientes e responsáveis no trânsito.

Professoras responsáveis:
Ma. Janete Chaves Carlin – Projeto de Vida
Alessandra de Oliveira – PAEE

Escola Municipal Professora Terezinha Marins Pettres realiza noite de homenagens e celebra desempenho de estudantes

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A educação foi a grande protagonista na última semana, quando a Escola Municipal Professora Terezinha Marins Pettres promoveu a I Noite de Reconhecimento e Valorização dos Estudantes, no Centro Cultural Dom Agostinho José Sartori. O evento reuniu alunos, familiares, professores, autoridades e a comunidade escolar em um momento de celebrar às conquistas acadêmicas e o compromisso com uma educação pública de excelência.

A cerimônia teve como principal objetivo reconhecer o esforço, a dedicação e o desempenho dos estudantes, valorizando aqueles que se destacaram ao longo do primeiro trimestre letivo e também os excelentes resultados conquistados na Olimpíada Matific, considerada a maior olimpíada online de matemática do mundo.

Os números alcançados pela escola evidenciam a qualidade do ensino desenvolvido na instituição. A Escola Municipal Professora Terezinha Marins Pettres conquistou o 167º lugar no ranking nacional, o 35º lugar no Estado do Paraná e garantiu o 1º lugar nas classificações regional e municipal, consolidando-se como referência no incentivo ao aprendizado da matemática.

Além da premiação da Olimpíada Matific, a noite foi marcada pela entrega de certificados aos alunos que obtiveram destaque no primeiro trimestre, nas categorias Destaque e Superação, reconhecendo não apenas os melhores resultados acadêmicos, mas também o empenho, a evolução e a perseverança demonstrados durante o processo de aprendizagem.

O evento contou com a presença do prefeito Daniel Ricardo Lângaro, do secretário municipal de Educação, Mario Sergio Gonçalves de Camargo, vereadores, professores, servidores da educação, familiares e representantes da comunidade.

O prefeito Daniel Lângaro destacou que investir na educação é investir no futuro do município.
“É motivo de muito orgulho ver nossos estudantes alcançando resultados tão expressivos e sendo reconhecidos pelo esforço e dedicação. Esses números mostram a qualidade do trabalho realizado pelos profissionais da educação e reafirmam o compromisso da nossa gestão em continuar investindo para oferecer um ensino cada vez melhor às nossas crianças.”

O secretário municipal de Educação, Mario Sergio Gonçalves de Camargo, ressaltou que a solenidade vai além da entrega de certificados.

“Reconhecer o mérito dos nossos alunos é incentivar que eles continuem acreditando no poder da educação. Também é uma forma de valorizar o trabalho dos professores, das equipes escolares e das famílias, que caminham juntas para construir uma educação cada vez mais forte e transformadora.”

A diretora da escola, Adriana de Moura das Neves, destacou a emoção em realizar a primeira edição da homenagem.

“Esta noite representa muito mais do que uma premiação. É o reconhecimento do esforço diário de nossos estudantes e da dedicação de toda a comunidade escolar. Cada conquista alcançada demonstra que, quando escola, família e poder público caminham juntos, os resultados aparecem e transformam vidas.”

Mais do que uma cerimônia de homenagens, a I Noite de Reconhecimento e Valorização dos Estudantes reafirmou o compromisso da Escola Municipal Professora Terezinha Marins Pettres e da Administração Municipal com uma educação pública humanizada, inovadora e comprometida com o desenvolvimento integral dos alunos.

Fonte: https://pmp.pr.gov.br/

ENQUANTO VOCÊ ESPERA O PASSE PERFEITO, O JOGO CONTINUA

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Por Eclea Camine
Quando o Brasil perde uma partida importante, a análise começa imediatamente. Os comentaristas decompõem cada lance, cada decisão, cada oportunidade desperdiçada. E sempre chegam à mesma conclusão: não foi um único erro que definiu o resultado. Foi uma sequência de escolhas, sendo algumas certas, outras erradas, que construíram aquele desfecho.
Quem está pensando em comprar um imóvel passa por algo parecido.
Existe um momento certo para comprar? Essa é a pergunta que mais ouve. E a resposta que mais assusta: “E se eu errar o timing?”
Mas aqui está o ponto: assim como no futebol, o timing perfeito raramente existe. O que existe é a sequência de decisões certas que você toma antes de apertar o gatilho.
Muita gente adia a compra esperando o momento ideal. Juros mais baixos. Preços menores. Economia melhor. Mais segurança financeira.
O problema? Enquanto você espera, outras coisas acontecem.
Os juros podem subir. Os preços podem aumentar. A economia pode não melhorar. E você continua pagando aluguel, vendo seu dinheiro ir embora todo mês.
No futebol, existe um conceito importante: o timing não é sobre esperar o passe perfeito. É sobre estar preparado quando ela chega.
Um jogador não fica parado esperando a bola chegar com a trajetória ideal. Ele se posiciona. Ele treina. Ele estuda o jogo. E quando a oportunidade aparece, mesmo que não seja perfeita, ele chuta.
Muitos compradores fazem o oposto. Ficam esperando a oportunidade perfeita enquanto o jogo passa.
AS OPORTUNIDADES ESTÃO AQUI. AGORA.
Vamos aos dados reais do mercado:
Financiamento acessível: as linhas de crédito imobiliário estão estruturadas. Existem programas com taxas competitivas e prazos que cabem no seu orçamento. Você não precisa esperar juros mais baixos porque existem opções viáveis agora.
Mercado com opções: há imóveis em diferentes faixas de preço. Você não precisa do imóvel perfeito. Precisa do imóvel certo para você, agora. Aquele que faz sentido no seu orçamento, na sua localização, no seu estilo de vida.
Valorização futura: quem compra hoje está se posicionando para amanhã. Imóvel é um ativo que tende a valorizar. Aluguel é um custo que só aumenta. Enquanto você espera, o preço do imóvel que você quer pode subir. E o aluguel que você paga também.
Essas não são promessas. São fatos do mercado.
O QUE SEPARA QUEM COMPRA DE QUEM ADIA
A diferença não está em ter certeza absoluta. Está em estar preparado.
Quem compra:
Entende seu orçamento real (não o que gostaria que fosse)
Sabe quanto consegue financiar
Conhece as opções disponíveis
Toma a decisão com informação, não com medo
Reconhece que nenhum momento é perfeito, mas este é o seu
Quem adia:
Espera a certeza que nunca vem
Não se aproxima de um especialista
Deixa o medo tomar a decisão
Perde oportunidades enquanto espera
Continua pagando aluguel enquanto o mercado se move
O JOGO NÃO ESPERA NINGUÉM
No futebol, um time não ganha esperando o adversário errar. Ganha quando está preparado, quando conhece suas forças, quando toma decisões no momento certo.
Um jogador não fica esperando a bola chegar com a trajetória perfeita. Ele se posiciona. Ele treina. Ele estuda o jogo. E quando a oportunidade aparece, mesmo que não seja exatamente como ele imaginava, ele chuta.
Comprar um imóvel é assim também.
Não é sobre encontrar o timing perfeito. É sobre estar preparado quando a oportunidade chega. E ela está aqui. Agora.
Se você tem dúvida sobre o momento certo, sobre quanto consegue financiar, sobre quais são suas reais opções, essa é exatamente a hora de conversar com um especialista.
Porque a verdade é simples: o melhor momento para comprar é quando você está pronto. E estar pronto começa com informação.
Sou Eclea Camine especialista em financiamento imobiliário, correspondente Caixa e mentora de corretores. Há 16 anos ajudo pessoas a realizarem o sonho da casa própria.
Quer saber se este é seu momento? Entre em contato para uma conversa sem compromisso sobre suas possibilidades reais de financiamento.

Ecléa Camine
Corretora de Imóveis | Empresária Imobiliária
Especialista em Financiamento Imobiliário
Camine Imóveis
(46) 3262-6005 / (46) 99934-0853
Decisões seguras começam com informação.

Quem cuida de um familiar doente pode se aposentar mais cedo?

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É comum que um filho deixe o emprego para cuidar de um pai idoso, ou que uma mãe abandone a profissão para dedicar-se integralmente a um filho com deficiência. Nessas situações, surge uma dúvida frequente: esse tempo dedicado aos cuidados conta para a aposentadoria?

A resposta, infelizmente, é não.

Embora cuidar de um familiar exija dedicação integral e represente um verdadeiro trabalho, a legislação previdenciária brasileira ainda não considera esse período como tempo de contribuição ao INSS.

Isso significa que a pessoa que deixa de trabalhar e também deixa de contribuir pode, no futuro, encontrar dificuldades para se aposentar ou até perder a qualidade de segurado, ficando sem acesso a benefícios como auxílio por incapacidade, salário-maternidade e pensão por morte para seus dependentes.

Mas existe uma alternativa.

Quem não exerce atividade remunerada pode contribuir para o INSS como segurado facultativo. Essa modalidade foi criada justamente para pessoas que, mesmo sem emprego formal, desejam manter sua proteção previdenciária. É o caso de estudantes, donas de casa e também daqueles que interrompem a carreira para cuidar de um familiar.

Dependendo da situação econômica da família, ainda é possível contribuir com uma alíquota reduzida, tornando o custo mais acessível.

Esse é um tema que vem sendo discutido há anos no Congresso Nacional. Diversos projetos de lei propõem o reconhecimento do trabalho de cuidado como atividade com valor previdenciário, mas, até o momento, não houve alteração na legislação.

Enquanto isso não acontece, quem dedica a vida ao cuidado de outra pessoa precisa estar atento para não comprometer sua própria proteção no futuro.

Cuidar de quem amamos é um gesto de enorme valor. Mas também é importante cuidar dos próprios direitos, para que a solidariedade de hoje não se transforme em insegurança amanhã.

Procure sempre um profissional de sua confiança.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

Liderança que cuida: o papel do gestor na construção de ambientes de trabalho saudáveis

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Durante muitos anos, quando falávamos em segurança e saúde no trabalho, a primeira imagem que surgia era o uso de equipamentos de proteção, máquinas seguras e prevenção de acidentes físicos. Tudo isso continua sendo essencial, mas as transformações no mundo do trabalho trouxeram um novo olhar: cuidar também da saúde mental e das relações dentro das organizações.
Os chamados fatores de riscos psicossociais passaram a ganhar destaque dentro das empresas. Situações como excesso de cobrança, falta de clareza nas funções, conflitos constantes, comunicação inadequada, assédio, ausência de apoio e dificuldades na gestão das mudanças podem impactar diretamente a saúde dos trabalhadores e o desempenho das equipes.
Com a atualização da NR-01, o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) reforça a necessidade de uma visão mais ampla sobre os perigos presentes no ambiente laboral. Isso significa que a gestão de saúde e segurança não pode ser apenas um documento elaborado para atender uma exigência legal: precisa fazer parte da cultura e da rotina da empresa.
E nesse processo existe uma figura fundamental: a liderança.
O líder está diariamente próximo das equipes. Ele percebe mudanças de comportamento, dificuldades, conflitos e sinais que muitas vezes não aparecem nos indicadores tradicionais. Uma liderança preparada não substitui os profissionais especializados, mas se torna uma importante aliada na prevenção e promoção da saúde.
Liderar vai além de cobrar resultados. É orientar, comunicar com clareza, reconhecer esforços, criar espaços de diálogo e construir relações baseadas em respeito e confiança. Pequenas atitudes no dia a dia podem reduzir impactos e fortalecer ambientes mais seguros e saudáveis.
Para as empresas, investir em uma liderança consciente também é estratégia. Ambientes onde as pessoas se sentem valorizadas tendem a apresentar maior engajamento, produtividade e melhores resultados.
A segurança do trabalho evoluiu. Hoje entendemos que proteger vidas vai além de evitar acidentes: envolve olhar para quem está por trás de cada função, cada meta e cada resultado.
Na Delta Laboral, acreditamos que a verdadeira gestão em Saúde e Segurança do Trabalho acontece quando conhecimento técnico, prevenção e cuidado caminham juntos. Porque empresas saudáveis são construídas por pessoas saudáveis.
Delta Laboral – Soluções em Gestão Ocupacional
Cuidando de quem faz a sua empresa acontecer.

Inverno exige atenção redobrada com a saúde do coração

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Com a chegada do inverno e das frequentes ondas de frio na região de Palmas (PR), onde as temperaturas frequentemente se aproximam de 0°C e, em alguns dias, ficam abaixo de zero, os cuidados com a saúde cardiovascular devem ser intensificados. Estudos mostram que os casos de infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e descompensação da insuficiência cardíaca tendem a aumentar durante os meses mais frios do ano.

Isso acontece porque o frio provoca a contração dos vasos sanguíneos, elevando a pressão arterial e aumentando o trabalho do coração. Além disso, há maior liberação de hormônios relacionados ao estresse, como a adrenalina, que podem acelerar os batimentos cardíacos e favorecer eventos cardiovasculares em pessoas predispostas. O inverno também está associado ao aumento das infecções respiratórias, à redução da prática de atividades físicas e ao maior tempo em ambientes fechados, fatores que contribuem para esse cenário.

Os grupos que merecem maior atenção são idosos, pessoas com hipertensão arterial, diabetes, colesterol elevado, obesidade, doença renal crônica, insuficiência cardíaca, fumantes e pacientes que já sofreram infarto ou AVC. Nesses indivíduos, o controle rigoroso dos fatores de risco é essencial.

Outro ponto que merece destaque é a vacinação. As vacinas contra influenza e COVID-19 são importantes aliadas da saúde cardiovascular. Ao prevenir infecções respiratórias, reduzem também o risco de descompensação de doenças cardíacas, hospitalizações e até de infarto, especialmente entre pacientes com doenças cardiovasculares pré-existentes.

O inverno é uma excelente oportunidade para realizar uma avaliação cardiológica. Consultas periódicas permitem verificar se a pressão arterial está controlada, avaliar colesterol, glicemia, revisar medicações e identificar precocemente doenças que muitas vezes evoluem de forma silenciosa. Em uma região de inverno rigoroso como Palmas, esse acompanhamento torna-se ainda mais importante.

Também é fundamental reconhecer os sinais de alerta. Dor ou aperto no peito, falta de ar, suor frio, náuseas, tontura, palpitações ou dor irradiando para o braço esquerdo, mandíbula ou costas exigem atendimento médico imediato. Vale lembrar que mulheres, idosos e pessoas com diabetes podem apresentar sintomas menos típicos, como cansaço intenso, mal-estar ou desconforto abdominal.

A melhor estratégia continua sendo a prevenção. Manter as vacinas em dia, controlar a pressão arterial, tratar adequadamente diabetes e colesterol, evitar o tabagismo, praticar atividade física regularmente, alimentar-se de forma saudável e realizar acompanhamento médico periódico são medidas capazes de reduzir significativamente o risco de infarto. Cuidar do coração durante o inverno é investir em saúde e qualidade de vida durante todo o ano.

Expectativas, frustrações e a vida real – O Hexa ficou para 2030

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Mais uma vez, o sonho do hexa ficou pelo caminho. Durante meses, milhões de brasileiros imaginaram a comemoração, a taça levantada e a alegria de ver a seleção campeã. Quando o resultado foi diferente do esperado, vieram a tristeza, a decepção e a sensação de que algo importante havia sido perdido.
Mas essa frustração vai muito além do futebol.
No dia a dia, fazemos isso o tempo todo! Criamos expectativas sobre como a vida deveria acontecer. Esperamos que o relacionamento seja perfeito, que os filhos correspondam aos nossos planos, que a carreira evolua no tempo desejado ou que nossos esforços sejam sempre recompensados. Quando a realidade segue outro caminho, sentimos frustração, ansiedade e, muitas vezes, desânimo.
O problema não está em sonhar. Sonhos nos impulsionam e dão sentido às nossas escolhas. A dificuldade surge quando transformamos expectativas em certezas, acreditando que existe apenas um resultado possível. Quando isso acontece, qualquer desvio do plano pode ser interpretado como um fracasso.
Na Psicologia, compreendemos que grande parte do sofrimento emocional nasce da diferença entre aquilo que esperamos e aquilo que realmente acontece. Quanto mais rígidas forem nossas expectativas, maior tende a ser o impacto das frustrações.
Vivemos em uma sociedade que valoriza resultados, sucesso e perfeição. As redes sociais reforçam a impressão de que todos estão felizes, realizados e vencendo. Com isso, acabamos acreditando que perder, errar ou recomeçar é sinal de incapacidade. Mas não é.
A derrota da seleção nos lembra que nem tudo está sob nosso controle. Assim como no esporte, a vida também envolve imprevistos, desafios e resultados diferentes daqueles que desejávamos. Isso não diminui nosso valor nem invalida o caminho percorrido.
Desenvolver saúde mental também significa aprender a lidar com as frustrações de forma mais flexível. É reconhecer que nem sempre teremos o controle sobre os acontecimentos, mas sempre poderemos escolher como responder a eles. A resiliência nasce justamente dessa capacidade de se adaptar, aprender e seguir em frente, mesmo quando os planos mudam.
Talvez o maior aprendizado não esteja apenas nas conquistas, mas na forma como enfrentamos as derrotas. Afinal, são elas que nos ensinam sobre paciência, humildade e perseverança.
Que a perda do hexa sirva como um convite à reflexão: quantas vezes sofremos mais pelas expectativas que criamos do que pela realidade em si? Quando aprendemos a viver o presente, aceitando que nem tudo acontecerá como planejamos, encontramos um caminho mais leve e saudável para seguir em frente.

Alessandra Procópio Moreira
Neuropsicóloga
CRP 08/41553
Especialista em Avaliação psicológica/neuropsicológica e transtornos do Neurodesenvolvimento

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