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quinta-feira,30 julho,2026
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O que trouxemos do maior evento de social media do mundo em São Paulo

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Nos dias 26, 27 e 28 de maio de 2026, estivemos em São Paulo com a nossa equipe para participar do maior evento de social media do mundo. Foram três dias intensos de aprendizado, troca, inspiração e, principalmente, de atualização sobre os caminhos que a comunicação digital está tomando.
Voltamos de lá com uma certeza ainda mais forte: fazer redes sociais hoje vai muito além de postar conteúdos com frequência. É preciso estratégia, leitura de contexto, personalidade e intenção em cada escolha.
Entre os principais temas discutidos, a gestão de redes sociais ganhou um novo olhar. Não se trata apenas de organizar calendários ou acompanhar métricas, mas de construir presença com consistência, clareza e propósito. Cada publicação precisa ter um papel dentro da jornada da marca e da relação com a audiência.
Também trouxemos muitos insights sobre inteligência social: a capacidade de observar conversas, comportamentos, tendências e sinais do público para tomar decisões mais inteligentes. Em um ambiente digital cada vez mais acelerado, ouvir antes de falar se tornou uma vantagem competitiva.
Outro ponto forte foi a busca por conteúdos mais originais e autênticos. Em meio a tantos formatos repetidos, marcas que conseguem expressar personalidade, opinião e verdade se destacam. Originalidade não é apenas criar algo diferente, mas comunicar com identidade, relevância e coerência.
Saímos desse encontro com novas ideias, novas referências e ainda mais convicção de que redes sociais precisam ser feitas com intencionalidade. Cada legenda, imagem, vídeo, campanha ou interação deve carregar uma razão de existir.
Agora, nosso compromisso é transformar tudo o que aprendemos em estratégias mais criativas, humanas e eficientes para as marcas que caminham conosco.

As 3 doenças mentais mais diagnosticadas após a pandemia e o que isso tem a ver com o coração

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Após a pandemia, os casos de transtornos mentais aumentaram de forma expressiva em todo o mundo. Os diagnósticos de depressão cresceram cerca de 28%, enquanto os transtornos de ansiedade aumentaram aproximadamente 26%, segundo análises globais. Além disso, o burnout e o estresse crônico passaram a afetar uma parcela cada vez maior da população, especialmente profissionais submetidos a altos níveis de pressão.

O que muitas pessoas não sabem é que a saúde mental e a saúde cardiovascular estão profundamente conectadas. Quando vivemos sob estresse constante, ansiedade ou depressão, o organismo produz maiores quantidades de cortisol e adrenalina, hormônios que mantêm o corpo em estado de alerta. Com o tempo, isso pode aumentar a pressão arterial, acelerar os batimentos cardíacos, favorecer o surgimento de arritmias e intensificar processos inflamatórios que contribuem para a formação de placas nas artérias.

Além dos efeitos biológicos diretos, pessoas com sofrimento emocional tendem a praticar menos atividade física, dormir pior, alimentar-se de forma inadequada e apresentar menor adesão aos tratamentos médicos, fatores que também aumentam o risco cardiovascular.

Por isso, cuidar da mente não é apenas uma questão de bem-estar emocional. A atenção à ansiedade, à depressão e ao estresse crônico faz parte da prevenção de doenças como hipertensão, infarto e AVC. Um coração saudável depende não apenas de bons hábitos físicos, mas também de equilíbrio emocional e saúde mental.

A importância da escola na identificação de sinais que indicam necessidade de avaliação neuropsicológica

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A escola ocupa um papel fundamental no desenvolvimento infantil. Muito além do ensino acadêmico, o ambiente escolar é um espaço privilegiado de observação do comportamento, da aprendizagem, das interações sociais e das habilidades emocionais das crianças e adolescentes. Por isso, professores e equipes pedagógicas frequentemente são os primeiros a perceber sinais de que algo não está evoluindo conforme o esperado.
Dificuldades persistentes na aprendizagem, desatenção excessiva, agitação intensa, problemas na socialização, atraso no desenvolvimento da linguagem, dificuldades motoras, crises emocionais frequentes, comportamento muito rígido ou isolamento social são alguns dos sinais que merecem atenção. Embora esses comportamentos nem sempre indiquem um transtorno, eles podem revelar a necessidade de uma investigação mais aprofundada por meio de uma avaliação neuropsicológica.
A avaliação neuropsicológica é um processo realizado por profissional especializado, geralmente psicólogo/neuropsicólogo, que busca compreender como o cérebro está funcionando em relação às habilidades cognitivas, emocionais e comportamentais da criança. São investigadas funções como atenção, memória, linguagem, raciocínio, funções executivas, habilidades sociais, controle emocional e aprendizagem.
Muitas vezes, a criança é rotulada como “preguiçosa”, “desobediente”, “agitada” ou “desinteressada”, quando, na verdade, pode estar enfrentando dificuldades relacionadas a condições como Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Transtorno do Espectro Autista (TEA), dislexia, ansiedade, altas habilidades/superdotação, dificuldades emocionais ou outros desafios do neurodesenvolvimento.
Quando a escola percebe esses sinais precocemente e orienta a família de maneira acolhedora, aumenta-se significativamente a possibilidade de intervenção adequada. O diagnóstico e o acompanhamento corretos permitem que a criança receba suporte especializado, adaptações pedagógicas e estratégias que favoreçam seu desenvolvimento global e sua autoestima.
É importante destacar que o papel da escola não é diagnosticar, mas observar, registrar e encaminhar. Uma comunicação respeitosa entre escola e família faz toda a diferença nesse processo. O acolhimento evita julgamentos e ajuda os responsáveis a compreenderem que buscar ajuda não significa rotular a criança, mas oferecer oportunidades para que ela desenvolva seu potencial de forma saudável.
Além disso, quanto mais cedo ocorre a identificação das dificuldades, maiores são as chances de melhores resultados acadêmicos, emocionais e sociais. A intervenção precoce pode prevenir sofrimento psicológico, fracasso escolar, baixa autoestima e dificuldades futuras nos relacionamentos e na vida profissional.
Uma escola atenta, sensível e preparada transforma vidas. Ao reconhecer sinais importantes e agir com responsabilidade, a instituição escolar contribui não apenas para o aprendizado, mas também para a saúde emocional e o desenvolvimento integral de seus alunos.
Investir em informação, formação de professores e diálogo com as famílias é um passo essencial para construir uma educação mais inclusiva, humana e consciente das necessidades de cada criança.

Alessandra Procópio Moreira
Neuropsicóloga
CRP 08/41553
Especialista em Avaliação psicológica/neuropsicológica e transtornos do Neurodesenvolvimento

O efeito sanfona envelhece o metabolismo?

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Quem nunca ouviu alguém dizer:

“Meu metabolismo estragou.”

Ou então:

“Depois de tantas dietas, meu corpo não responde mais.”

Embora essas frases pareçam exageradas, existe um fundo de verdade por trás delas.

O chamado efeito sanfona — quando a pessoa emagrece e recupera o peso repetidamente ao longo dos anos — pode provocar adaptações metabólicas que tornam o processo de emagrecimento cada vez mais difícil.

Mas antes de tudo, é importante entender uma coisa:

O metabolismo não quebra.

Ele não para de funcionar.

O que acontece é que ele se adapta.

Sempre que perdemos peso, o organismo entende que suas reservas energéticas diminuíram.

Como mecanismo de proteção, ele passa a gastar menos energia, aumenta os sinais de fome e tenta preservar suas reservas corporais.

Esse fenômeno é natural e faz parte da nossa evolução.
O problema surge quando a pessoa entra repetidamente em dietas extremamente restritivas.

Muitas vezes ela perde peso rapidamente, mas também perde massa muscular, reduz sua taxa metabólica e desenvolve uma relação cada vez mais difícil com a alimentação.

Quando recupera o peso, nem sempre recupera a mesma quantidade de músculo que perdeu.

Com o passar dos anos, isso pode resultar em uma composição corporal menos favorável: mais gordura corporal e menos massa magra.

E aqui está um ponto importante:

A massa muscular é um dos tecidos que mais contribuem para o gasto energético diário.

Por isso, preservar músculos durante o emagrecimento é fundamental.

O efeito sanfona também costuma vir acompanhado de frustração, culpa e perda de confiança.

Muitas pessoas passam a acreditar que não conseguem emagrecer ou que seu corpo está “condenado” a recuperar todo o peso perdido.

Felizmente, isso não é verdade.
O caminho para interromper esse ciclo não está em dietas cada vez mais restritivas.
Está em construir hábitos sustentáveis.

Uma alimentação equilibrada, associada ao consumo adequado de proteínas, prática regular de musculação, atividade física, sono de qualidade e acompanhamento profissional, ajuda a preservar massa muscular e favorece resultados mais duradouros.

Emagrecer não deveria ser uma corrida de velocidade.

Deveria ser um processo de construção.

Porque o melhor resultado não é perder peso rapidamente.

É conseguir manter a saúde e os resultados por muitos anos.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line

Marini Meu Lugar

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Gessica Souza é gerente de RH e faz parte da Marini há dois anos e meio. Ao longo de sua trajetória na empresa, construiu uma história marcada por desafios, aprendizado e crescimento profissional.
Ao relembrar o motivo que a levou a escolher a Marini, Gessica destaca a reputação positiva da empresa e o acolhimento recebido ainda no processo seletivo:
“Primeiro de tudo, foi a forma como as pessoas falavam da empresa, sempre de maneira muito positiva. Outro ponto importante foi durante a entrevista de contratação, quando percebi que ainda não tinha todo o conhecimento necessário para a função. Naquele momento, a diretora Ivania Marini me disse, de forma muito tranquila: ‘Esse conhecimento que você ainda não possui, a empresa vai te ensinar com o tempo.’ Foi ali que percebi que não estaria sozinha nesse desafio, que teria apoio, e isso me deu confiança para estar aqui”, relembra.
Sobre o primeiro dia na empresa, Gessica conta que o acolhimento fez toda a diferença.
“Deu aquele friozinho na barriga, uma insegurança normal do início. Mas foi muito bom, porque quando cheguei as pessoas já sabiam meu nome, sabiam quem eu era, e isso me trouxe um sentimento de pertencimento. Eu me identifiquei muito com o pessoal.”
Ao longo da sua caminhada, ela recebeu a oportunidade de assumir a gerência de RH, um passo importante em sua carreira: “Essa foi uma conquista que alcancei aqui. Tive pessoas essenciais nessa trajetória, como Ivania e Amanda Marini, que têm uma visão muito ampla e me dão autonomia no trabalho. Elas confiaram em mim antes mesmo que eu confiasse em mim.”
Para Gessica, atuar no RH significa participar diretamente da experiência e da história das pessoas dentro da empresa: “A gente se conecta com a história de cada colaborador. Como a empresa tem esse lado humano, isso faz muito bem para todos aqui dentro.”
Ela também destaca os pequenos gestos e o espírito de cooperação como fatores que tornam a experiência profissional ainda mais significativa: “Posso citar pessoas que te apoiam em dias difíceis, que realmente se preocupam com você, além do sentimento de cooperação e trabalho em equipe.”
Na rotina do RH, os desafios fazem parte do dia a dia e proporcionam aprendizados constantes: “Tem dias em que chegamos na sala do RH sem saber o que vai acontecer, quais problemas teremos que resolver ou quais situações fora da rotina vão surgir. Todos os dias aprendemos algo novo.”
Com diferentes experiências profissionais ao longo da carreira, Gessica afirma que a Marini se diferencia pelo acolhimento e pela forma como valoriza as pessoas:
“Existem lugares que apenas te empregam e pagam o seu salário. E existem lugares que te acolhem, te ajudam a construir sua história e acompanham todas as fases da sua vida, tornando-se uma segunda família. E a Marini é esse lugar.”

Fonte: Jocemar Ferreira da Silva e Taís Reis
para o Jornal Destaque Regional

Roni Junior Marini é homenageado com a Medalha do Mérito Industrial do Paraná

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Na noite da última quarta-feira, 20 de maio, a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) promoveu, em Francisco Beltrão, a abertura da programação especial em celebração ao Dia Nacional da Indústria, comemorado em 25 de maio.
Durante o evento, o CEO da Marini Compensados, Roni Junior Marini, foi homenageado com a Medalha do Mérito Industrial da Federação das Indústrias do Estado do Paraná, uma das mais importantes honrarias concedidas ao setor industrial paranaense.
Fundador da Marini Indústria de Compensados, empresa que atua no mercado desde 2004, Roni construiu uma trajetória marcada pelo trabalho, dedicação e liderança. Atualmente, a empresa conta com aproximadamente 800 colaboradores distribuídos entre as unidades de Palmas (PR) e São Francisco de Paula (RS).
Além de liderar a Marini Compensados, Roni Junior Marini também exerce o cargo de vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná e é presidente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (ABIMCI).
A homenagem representa não apenas o reconhecimento à sua atuação empresarial, mas também ao compromisso com o desenvolvimento da indústria e da região. Para os colaboradores da Marini Compensados, a conquista é motivo de orgulho e celebra a liderança de um profissional que contribui diariamente para o crescimento da empresa e do setor industrial.

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